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          						<title>Blog One Small Step</title>
          						<copyright >Copyright (c) 2010 OneSmallStep, Lda. Todos os direitos reservados.</copyright>
          						<managingEditor>vera.libanio@onesmallstep.pt (Vera Libânio)</managingEditor>
          						<webMaster>fernando.pina@onesmallstep.pt (Fernando Pina)</webMaster>
          						<link>http://www.onesmallstep.pt/blog.php</link>
          						<description>Espaço de partilha de experiências e novidades das áreas de Software, Design e Marketing </description>
          						<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 01:00:00 GMT</lastBuildDate>
          						<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 01:00:00 GMT</pubDate>
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          						<language>pt-pt</language>
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  				<title>RECAPTCHA, UMA IDEIA QUE CAPTA A ATENÇÃO</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_ReCaptchaumaideiaquecaptaaatencao.htm</link>
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  				<description><![CDATA[No mundo da web somos regularmente confrontados com quebra-cabeças que uma vez resolvidos possibilitam comentar um artigo, enviar um formulário ou efetuar uma compra. Na maior parte das vezes o quebra-cabeças que serve este propósito denomina-se de CAPTCHA, <br />
acrónimo para <i>Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart</i>, um teste no qual é mostrado uma imagem contendo carateres distorcidos e que devem ser corretamente transcritos pelo utilizador, para que este seja reconhecido como uma pessoa e assim evitar tentativas de SPAM ou outras ações maliciosas para o normal funcionamento de um website. <br />
<br />
No entanto a execução deste tipo de testes pode eventualmente ser complicada e incómoda em <a target='_blank' href='http://www.andrewblackburn.co.uk/wp-content/uploads/2010/08/worst-captcha-ever.jpg'>alguns casos</a>, sendo interpretada pelo utilizador como uma mera perda de tempo. Estima-se que uma pessoa demora em média 10 segundos para submeter o que escreveu. Provavelmente a pessoa que faz o teste não daria o tempo como inútil se soubesse que estaria de alguma maneira a contribuir para algo positivo e produtivo, o que é na realidade a essência do projeto <a target='_blank' href='http://www.google.com/recaptcha'>ReCaptcha</a>, surgido na Universidade Carnegie Mellon (Pittsburgh).<br />
<br />
Na página do projeto ReCaptcha é possível fazer o download do plugin para embeber em qualquer website mediante duas chaves virtuais que são fornecidas (private key e public key).<br />
<br />
Numa página que contenha o plugin para validar o preenchimento de um formulário por exemplo, é apresentada ao utilizador uma imagem contendo duas palavras que devem ser  transcritas para um campo de texto de modo a possibilitar o envio do formulário. Das duas palavras apresentadas apenas uma vai ser validada pelo código do plugin e consequentemente permitir o envio do formulário (salvaguardando a segurança do website), a outra é uma palavra digitalizada de um livro ou uma edição de jornal, provavelmente muito antigo(a). Apesar dos computadores conseguirem transcrever texto a partir de imagens digitalizadas de livros (<i>Optical Character Recognition</i> - OCR) a eficácia do processo é bastante mais reduzida em livros antigos pois as formas dos carateres não são tão percetíveis e o contraste dos mesmos com o papel envelhecido não favorece uma boa distinção por parte do computador. É aí que entra a capacidade do ser humano de fazer tal distinção, com distinção: uma das duas palavras do CAPTCHA serve para validar o utilizador, enquanto que a outra (pertencente à digitalização de um determinado livro ou jornal com muitos anos) seguirá para uma base de dados contendo inúmeras transcrições de livros digitalizados. Desta maneira aproveitam-se melhor os 10 segundos que todos os dias cerca de 30 milhões de pessoas empregam para resolver um CAPTCHA (aproximadamente 3.300 milhões de horas).<br />
<br />
Pelo facto de serem apresentadas duas palavras fora do contexto surgem por vezes conexões entre ambas no mínimo caricatas, daí que existam <a target='_blank' href='http://blog.recaptcha.net/2008/12/funny-recaptchas.html'>websites/blogs</a> específicos para registar este tipo de fenómenos e até mesmo uma espécie de corrente artística derivada do ReCapcha, o <a target='_blank' href='http://www.captchart.com/'>captchaArt</a>. <br />
<br />
Obviamente que nem sempre é possível uma pessoa transcrever corretamente a palavra digitalizada, mas cruzando as respostas de dezenas de utilizadores para a mesma palavra consegue-se chegar a uma relevância de quase 100% e assim juntar mais alguns carateres a determinada transcrição de determinado livro. <br />
<br />
Em média é possível transcrever 160 livros (num só dia). Todas as edições em papel do jornal New York Times já foram digitalmente transcritas graças a este processo. Se não conhecia as vantagens deste plugin, pode-lhe juntar mais uma: a partir de agora estará mais recetivo para preencher o próximo CAPTCHA que lhe for apresentado!<br />
<br />
<i>Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico</i><br />
]]></description>
          <pubDate>Thu, 2 Feb 2012 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>KODAK - YOU PUSH THE BUTTON, WE DO THE REST</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Kodak-Youpushthebuttonwedotherest.htm</link>
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  				<description><![CDATA[Na passada quinta-feira, dia 19 de janeiro, a Eastman Kodak apresentou um pedido de falência voluntária no tribunal de Nova Iorque. Assim era a notícia que se podia ler nos vários meios de comunicação e que me apanhou de surpresa.<br />
Não é que fosse uma notícia completamente inesperada já que a empresa enfrentava há vários anos problemas financeiros, mas eu inocentemente achava que o "momento Kodak" era de tal forma uma referência a nível mundial que apesar dos muitos fracassos económicos, a Kodak iria reinventar-se e procurar alternativas viáveis face ao esmagador crescimento do mercado.<br />
<br />
Fundada em 1888, a Eastman Kodak Company revolucionou o mundo da fotografia, não só pela inovação e simplificação de todo o processo, reduzindo significativamente o material necessário para a captação de imagens, como também permitiu que o grande público, isto é, qualquer pessoa pudesse premir um botão e "congelar" um momento importante.<br />
<br />
A verdade é que esta empresa tornou possível o desenvolvimento em diversos setores, incluindo o do cinema e o da saúde. Os primeiros filmes produzidos para o cinema foram criados por Eastman em 1889 e em 1896 a empresa fornecia chapas e papéis especificamente para a captura de imagens em raio X. Os investimentos da empresa não ficaram por aí, a Kodak também desempenhou um papel muito importante no que toca à impressão em revistas e livros. Depois de várias pesquisas a sistemas de impressão conseguiram mostrar ao setor como separar e corrigir cores, aumentando assim a sua qualidade.<br />
<br />
A distribuição internacional dos produtos da marca chegou a Portugal em 1919 com a criação da Kodak Portuguesa. A marca rapidamente cresceu a nível nacional e foi graças à Kodak que muitos portugueses tiveram contacto com o mundo da fotografia.<br />
Confesso que nunca tive uma máquina fotográfica da Kodak mas recordo-me de vir das férias, cheia de rolos da marca para revelar. Dirigia-me a um agente Kodak, existiam imensos, e depois esperava aproximadamente uma hora pelas fotografias ainda quentes vindas da máquina de revelação. Adorava quando me davam mais dois ou três rolos, consoante as fotografias que tinha revelado, isso e as capinhas amarelas e vermelhas para colocar as mais recentes fotografias.<br />
<br />
Afinal a pergunta que se coloca é a seguinte: Como é que esta grande corporação multinacional, com a sua marca reconhecida em todo o mundo, detentora de diversas patentes e a criadora em 1975 da primeira máquina digital acaba por ser ultrapassada e sucumbe à revolução digital? Provavelmente a resposta será uma má gestão dos recursos da empresa. Afinal ser pioneira, inovadora e com uma infinidade de produtos e processos de topo não chega, é preciso acompanhar os tempos e as necessidades dos consumidores. Na época a maioria dos lucros da empresa vinham da venda de produtos químicos utilizados nos filmes e com receio de minar o negócio tradicional não arriscaram na altura certa. <br />
Quando o mercado digital explodiu os concorrentes já teriam máquinas mais avançadas, ou seja, a entrada tardia da Kodak no mercado provavelmente valeu-lhe a situação em que se encontra hoje.<br />
<br />
A empresa está a viver momentos complicados mas segundo o comunicado no website da Kodak, esta decisão tem como objetivo reorganizar a empresa. Diz ainda que esta reorganização permitirá à Kodak reforçar a liquidez nos EUA e no exterior, bem como resolver dívidas acumuladas. Este pedido não inclui as subsidiárias fora dos Estados Unidos. A Kodak pretende ainda continuar as operações normais de negócios durante o processo de reestruturação.<br />
O futuro até pode ser incerto e pouco prometedor mas uma empresa como a Kodak dificilmente irá cair sem lutar.<br />
<br />
<i>Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico</i>]]></description>
          <pubDate>Thu, 26 Jan 2012 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>SOPA & PIPA</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_sopa.htm</link>
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  				<description><![CDATA[Assistiu-se no dia 18 de Janeiro de 2012 a uma paragem completa dos serviços da Wikipédia, bem como de vários sites mais pequenos nos Estados Unidos, como forma de protesto a duas novas leis que se encontram em discussão, a SOPA (<i>Stop Online Piracy Act</i>) e a PIPA (<i>Protect IP Act</i>).<br />
<br />
Das duas, a que tem sido alvo de maior atenção tem sido a SOPA, talvez por ser a mais radical, mas ambas terão impactos gigantes na vida de quem navega, faz negócios, usa a internet.<br />
<br />
Estas leis têm como principal objetivo fornecer às empresas (da indústria musical, cinematográfica, entretenimento, etc) formas de protegerem as suas propriedades intelectuais.<br />
<br />
De uma forma geral, a ideia passa por permitir que as empresas reportem violações das suas propriedades intelectuais/direitos de autor, tal como é prática atual, mas que passem a ter, também, a possibilidade de bloquear o DNS do website que divulga esses conteúdos. Por outras palavras, um website que se encontre alojado em Portugal, salvaguardado pelas leis nacionais, mas que exiba conteúdos protegidos, fica automaticamente inacessível nos E.U.A.<br />
<br />
Como exemplo, imagine que carrega um vídeo do seu filho para o YouTube e que no momento em que este foi gravado tinha o rádio ligado e estava a ouvir uma música. Isto poderá ser considerado pirataria e o YouTube ficará inacessível de forma imediata para todos os utilizadores Norte-Americanos. Websites que vivem de conteúdos gerados pelos utilizadores serão, sem qualquer dúvida, os mais afetados. Facebook, Wikipédia, YouTube, Twitter e muitos outros irão sofrer consequências sérias se estas leis forem aprovadas.<br />
<br />
E como nos afeta a nós, portugueses, esta lei? De forma direta e imediata talvez a maior parte das pessoas nem se aperceba, mas imagine que websites como o Google passam a ter um filtro em todas as pesquisas antes do resultado nos ser apresentado? Imagine que devido a estas restrições o seu website desaparece ou cai diversas posições nos rankings de pesquisa?<br />
Tem um website e quer colocar citações de autores americanos? Colocar fotografias de projetos ou opiniões no blog da sua empresa que contêm produtos americanos? Tudo isso passa a estar sujeito a um escrutínio rigoroso que tem, como medida imediata o bloqueio do seu website nos Estados Unidos, bloqueio esse que deveria ser a última medida a tomar e não a primeira.<br />
<br />
Este é um poder que ninguém deveria ter. <br />
Entretanto, várias entidades têm demonstrado o seu apoio ou a sua objeção a esta nova lei. Como referido anteriormente, a Wikipédia já fechou os seus serviços por 24 horas e diversas formas de protesto estarão já a ser agendadas para o mês de Fevereiro.<br />
<br />
Será que a Internet como a conhecemos está a morrer? Irão as grandes potências web unir-se contra estas leis e manter a rede tal como a conhecemos ou será, tal como já se fala, criada uma nova rede livre deste tipo de leis?<br />
<br />
<i>Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico</i> ]]></description>
          <pubDate>Thu, 19 Jan 2012 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>A IMPORTÂNCIA DA FIDELIZAÇÃO</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_aimportanciadafidelizacao.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_aimportanciadafidelizacao.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Quando se inicia atividade comercial é evidente que o principal objetivo de qualquer empresa é angariar Clientes, mas é indiscutível que com o passar do tempo e com o surgimento de uma carteira de Clientes diversificada e sólida as colaborações regulares ganham mais relevância. <br />
<br />
A principal fonte de rendimentos das empresas são geralmente os Clientes regulares. Além dos benefícios imediatos para as finanças da empresa, estas colaborações regulares geralmente traduzem-se também em novos contactos, porque estes Clientes por conhecerem bem os Serviços da empresa acabam por recomendá-los a amigos ou conhecidos. <br />
<br />
Os Clientes regulares são muitas vezes a base de um negócio sustentável. Por outro lado manter os Clientes atuais tem ainda a vantagem de ser menos dispendioso para as empresas do que angariar novos. Mas que comportamento devemos adotar e que medidas podemos tomar para mantermos estas colaborações com um caracter regular? <br />
<br />
A confiança é um dos aspetos fundamentais para qualquer relação. Se os nossos Clientes souberem de ante-mão que vamos desenvolver um trabalho de qualidade e respeitar os prazos estabelecidos, obviamente será mais fácil entregarem-nos novos projetos. <br />
<br />
A comunicação entre ambas as partes pode ser determinante para o sucesso de um projeto. Devemos garantir um acompanhamento constante do desenrolar dos projetos e além disso assegurar que a ligação com o Cliente, mesmo depois de terminado um projeto, se mantém. <br />
<br />
Devemos estar atentos à concorrência, podemos ser muito bons naquilo que fazemos e conquistar a confiança dos nossos Clientes à conta disso, mas é apenas uma questão de tempo até que alguém ofereça mais por menos. Para assegurarmos a fidelização devemos estar atentos e acompanhar a evolução do mercado e procurar que esta evolução faça crescer também o negócio dos nossos Clientes mantendo-os assim satisfeitos. <br />
<br />
Fazer com que os Clientes solicitem novos trabalhos pode ser mais fácil do que parece embora implique uma estratégia cuidada para garantir que os custos dessa fidelização não serão demasiado elevados. O ideal será definir um plano de fidelização que beneficie os Clientes que solicitam mais trabalhos tornando claro que ganham mais se pedirem mais. <br />
<br />
As criticas ou queixas podem também servir para fidelizar Clientes. São uma excelente oportunidade para mostrar a qualidade do serviço desde que tratadas de forma adequada. É importante ouvir com atenção o que os Clientes têm para dizer e mostrar que podemos encontrar a solução para o seu problema. Muitas vezes uma queixa bem gerida pode ser mais valiosa que uma venda direta. <br />
<br />
Muitas vezes o Cliente nem sequer nos faz chegar as suas dificuldades, por isso as queixas não são só uma forma de ganhar a confiança dos nossos Clientes, são também uma forma de recolher feedback do funcionamento dos nossos produtos ou serviços. Podemos com essa informação determinar porque perdemos alguns Clientes.<br />
<br />
Apesar de todos estes conselhos, a melhor estratégia e também a mais óbvia é tornar claro que estamos a fazer o nosso melhor e a prestar o melhor serviço que conseguimos. <br />
<br />
Devemos recordar que fidelizar Clientes é crucial para o crescimento de qualquer negócio e como tal é imprescindível reunir esforços para que os mesmos solicitem os nossos serviços regularmente, quer seja por intermédio de planos de fidelização quer seja pela nossa atitude. <br />
<br />
Se dermos sempre o nosso melhor vamos com certeza continuar a ter a sua preferência.<br />
<br />
<i>Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico</i> <br />
]]></description>
          <pubDate>Thu, 12 Jan 2012 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>CRIATIVIDADE COM QUALIDADE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Criatividadecomqualidade.htm</link>
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  				<description><![CDATA[Quando os telemóveis apenas serviam para telefonar o grande objectivo das marcas era colocar no mercado o aparelho mais pequeno, ou então o mais leve. Em 1999 comprei um Panasonic que era o mais leve do mercado e que causava alguma inveja entre os meus colegas e amigos. Comparado com os de hoje era um miserável telemóvel com um ecrã âmbar de três ou quatro linhas de texto e que tinha aqueles toques estridentes e irritantes. Não tinha bluetooth (blue quê?), nem internet, nem rádio... só servia para telefonar.<br />
<br />
Passado algum tempo as atenções foram desviadas para a autonomia das baterias. Mais pequenos já não podiam ser e era necessário arranjar algo que justificasse o lançamento de novos modelos. Dois dias, quatro dias, uma semana... e os telemóveis continuavam a servir apenas para telefonar.<br />
<br />
Actualmente todas estas preocupações foram lançadas às urtigas. Os smartphones da moda são grandes, pesados e com baixa autonomia. Mas permitem consultar o email, o facebook, ouvir rádio e música e tirar fotografias com grande qualidade. Há inclusivamente fotógrafos profissionais que afirmam que para tirar fotografias durante o dia e ao ar livre usam um smartphone. As verdadeiras máquinas fotográficas ficam para os ambientes mais exigentes.<br />
<br />
O que mudou? Fomos nós, consumidores, que mudámos? Foram os senhores do marketing que nos deram a volta? Não. Foi algo muito mais simples. Foi uma aposta na qualidade e na criatividade. Foi a vontade de quebrar as regras, de ir contra a corrente, de inovar, de juntar funcionalidades até então claramente separadas. Mas sempre apresentando produtos de qualidade.<br />
<br />
Serve este exemplo para apresentar dois conceitos fundamentais para resistir aos maus tempos que se anunciam. Criatividade e qualidade. A competitividade das empresas não se resume a trabalhar mais horas. Trabalhar muito nem sempre é sinónimo de trabalhar bem. O mais importante é apresentar novas ideias, novos produtos, novas soluções, que facilitem e agilizem o dia a dia e sempre, sempre com qualidade.]]></description>
          <pubDate>Wed, 4 Jan 2012 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>COMUNICAR EM 2012!</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Comunicarem2012!.htm</link>
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  				<description><![CDATA[2012 prevê-se como um ano difícil para todos e as empresas não são exceção.<br />
As PME’s, em particular, temem o ano que está à porta e começam a delinear estratégias para combater as adversidades económicas que se antevêem.<br />
<br />
Muitas empresas cortam, e muito, no investimento em Comunicação como forma de combater a crise. Mas esta é uma decisão arriscada. <br />
<br />
É preciso poupar mas para isso não é necessário cortar radicalmente no investimento. Uma empresa que sempre comunicou e que investiu para criar uma relação de proximidade com os seus Clientes e potenciais Clientes não pode de um momento para o outro deixar de o fazer defraudando assim as expectativas dos Consumidores.<br />
<br />
É aconselhável repensar e renovar modelos de negócio, tornar o investimento em comunicação mais eficaz, direcionando-o para estratégias de comunicação com resultados, que se diferenciam e que vão ao encontro daquilo que o consumidor deseja. <br />
As empresas têm de acompanhar as mudanças e as necessidades dos consumidores. Devem reposicionar-se face ao mercado que está agora mais retraído, desconfiado mas ao mesmo tempo mais informado e exigente. <br />
Estes novos consumidores só serão nossos Clientes se realmente percecionarem valor acrescentado nos nossos produtos/serviços.<br />
<br />
<i>Tablets</i>, <i>Mobile</i>, <i>Social Media</i>, Códigos <i>QR</i>, <i>Eco</i>, <i>Cloud</i>, <i>E-Commerce</i>, <i>Social Promotions</i> são áreas que já fazem parte da realidade da maior parte dos portugueses e que em 2012 vão continuar a crescer. As empresas têm de planear e gerir a sua comunicação tendo por base a evolução que o mercado apresenta.<br />
<br />
2012 não deve ser visto como o ano da crise mas sim como o ano da Mudança, da Inovação e da Criatividade.<br />
<br />
Ótimo 2012 e Bons Negócios!<br />
<br />
<i>Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico</i><br />
]]></description>
          <pubDate>Fri, 30 Dec 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>DICAS DE PESQUISA PARA O GOOGLE SEARCH</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_DicasdePesquisaparaoGoogleSearch.htm</link>
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  				<description><![CDATA[É indissociável a utilização dos serviços da Google de uma normal e vulgar utilização da Web. Pesquisar por um determinado tema ou conceito, aceder à nossa caixa de correio eletrónico, partilhar documentos com os nossos colegas ou perspetivar a nossa casa a partir de um satélite artificial são tudo ações que a Google sustenta e pelas quais é bem-sucedida. Todo o sucesso dos serviços pertencentes à companhia teve como primeiro responsável o Google Search. O Motor de pesquisa da Google continua a ser hoje o mais utilizado pelos internautas e a maior parte de nós passa por essa experiência diariamente encontrando muitas das vezes o que queremos em poucos segundos.<br />
Mas de que maneira podemos tornar as nossas pesquisas ainda mais eficientes?<br />
<br />
Para utilizadores que necessitam de pesquisar na web de uma forma restrita, existem métodos que permitem filtrar adequadamente os resultados indo ao encontro das suas pretensões. Eis alguns dos procedimentos mais úteis e interessantes recomendados pela Google: por exemplo, se necessitar de pesquisar páginas que contêm uma certa frase deve utilizar aspas (ex: pesquisar <a target="_blank" href="http://www.google.com/search?q=Gon%C3%A7alo+M.+Tavares&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:pt-PT:official&client=firefox-a#sclient=psy-ab&hl=pt-PT&client=firefox-a&hs=gM2&rls=org.mozilla:pt-PT%3Aofficial&source=hp&q=%22gon%C3%A7alo+tavares%22&pbx=1&oq=%22gon%C3%A7alo+tavares%22&aq=f&aqi=g4&aql=&gs_sm=e&gs_upl=0l0l1l543l0l0l0l0l0l0l0l0ll0l0&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&fp=6adc1eddcae9cc12&biw=1280&bih=844 ">["Gonçalo Tavares"]</a> irá retornar páginas não relacionadas com o escritor <a target="_blank" href="http://www.google.com/search?q=Gon%C3%A7alo+M.+Tavares&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:pt-PT:official&client=firefox-a">[Gonçalo M. Tavares]</a>).<br />
<br />
Para pesquisar informação exclusiva de um determinado website deve-se colocar o website em questão seguido do símbolo de dois pontos mais o que procuramos (ex.  <a target="_blank" href="http://www.google.pt/#sclient=psy-ab&hl=pt-PT&site=&source=hp&q=www.onesmallstep.pt:+blog+%22dicas+de+pesquisa+no+google+search%E2%80%9D&pbx=1&oq=www.onesmallstep.pt:+blog+%22dicas+de+pesquisa+no+google+search%E2%80%9D&aq=f&aqi=&aql=&gs_sm=e&gs_upl=1073l1073l0l2697l1l1l0l0l0l0l130l130l0.1l1l0&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&fp=f39e3bbb4bbc8404&biw=1280&bih=933">[www.onesmallstep.pt: blog "dicas de pesquisa para o google search"]</a>).<br />
<br />
Caso pretenda excluir um termo da sua pesquisa que é geralmente associado às palavras que inseriu na caixa de texto, o sinal de menos (-) resolve o problema, sendo que as palavras com hífenes estão salvaguardadas. (ex: ao pesquisar <a target="_blank" href="http://www.google.com/search?q=lennon&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:pt-PT:official&client=firefox-a">[lennon]</a> no Google a maior parte dos resultados retornados serão relacionados com o músico John Lennon. Mas se necessita de procurar outras pessoas com apelido "Lennon" tente <a target="_blank" href=" http://www.google.com/search?q=-john+lennon&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:pt-PT:official&client=firefox-a">[-john lennon]</a>).<br />
Em situações de pesquisa nas quais se necessita de preencher um espaço em branco é recorrente a utilização de asteriscos. (ex: descubra o adversário do seu clube para amanhã: <a target="_blank" href="http://www.google.com/search?q=benfica+joga+amanh%C3%A3+com+*+&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:pt-PT:official&client=firefox-a#hl=pt-PT&client=firefox-a&hs=TEN&rls=org.mozilla:pt-PT:official&sa=X&ei=jhTzTtP6NsKLhQfPg629AQ&ved=0CBYQBSgA&q=benfica+joga+amanh%C3%A3+frente+ao+*&spell=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&fp=6adc1eddcae9cc12&biw=1280&bih=844">[benfica joga amanhã frente ao *]</a>).<br />
<br />
Existem também tipos de informação que nos podem ser devolvidos diretamente pelo motor de busca além de websites, tais como mapas, meteorologia, informações sobre voos e resultados de operações numéricas.<br />
Para consultar a meteorologia da sua localidade, escreva "meteorologia", seguida da localidade, cidade ou código postal. Se quiser consultar os dados de mercado atual de uma determinada empresa ou fundo, escreva o símbolo do título na caixa de pesquisa e nos resultados clique no link para consultar mais dados do Google Finance.<br />
<br />
A pesquisa do Google poderá também servir de calculadora. O procedimento é simples, basta inserir na pesquisa a operação que pretendemos resolver.<br />
Pode também utilizar o motor de busca para converter unidades de medida diferentes relativas a altura, peso, distância, entre outras. Basta introduzir a conversão pretendida. <br />
Ex: (<a target="_blank" href="http://www.google.com/search?q=5000+metros+em+km&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:pt-PT:official&client=firefox-a">[5000 metros em km]</a> irá retornar «5 km»). O mesmo se aplica para conversões monetárias.<br />
<br />
A nível de linguagem existem também funções de grande utilidade. Se pretende pesquisar não só páginas contendo um determinado termo mas também os respetivos sinónimos, coloque um til (~) imediatamente antes do termo de pesquisa. Para consultar a definição de uma palavra ou frase, escreva a palavra "definir", seguida por um espaço, e depois a palavra ou palavras que pretende definir. Se precisa de consultar uma lista de definições diferentes de várias fontes on-line, pode escrever "definir:", seguido por uma palavra ou frase.<br />
<br />
Além de todas estas funcionalidades a Google tem vindo a dar nas vistas pelas brincadeiras que possibilita aos utilizadores no seu motor de pesquisa. Por exemplo, ao pesquisarmos <a target="blank" href="http://www.google.pt/#sclient=psy-ab&hl=pt-PT&source=hp&q=let+it+snow&pbx=1&oq=let+it+snow&aq=f&aqi=g-z2g2&aql=&gs_sm=e&gs_upl=1277l3757l0l4036l11l8l0l1l1l1l654l3611l3-1.2.4l8l0&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&fp=69e44333aae5129f&biw=1280&bih=844">[let it snow]</a>, de repente começará a "nevar" na página do Google. Além deste existem dezenas de outros truques que além de divertidos servem de ferramentas de marketing para a própria Google. Para ver a página do Google a girar sobre si própria pesquise <a target="_blank" href="http://www.google.pt/#hl=pt-PT&sa=X&ei=DhfzTob-H4K5hAf5ndyhAQ&ved=0CBcQBSgA&q=do+a+barrel+roll&spell=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&fp=69e44333aae5129f&biw=1280&bih=844">[do a barrel roll]</a>. Já se quer ver a página inclinada, insira <a target="_blank" href="http://www.google.com/#hl=pt-PT&cp=3&gs_id=b&xhr=t&q=Tilt&pf=p&sclient=psy-ab&site=&source=hp&pbx=1&oq=Til&aq=0&aqi=g4&aql=&gs_sm=&gs_upl=&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&fp=2ba279de3fefaef2&biw=1280&bih=933">[Tilt]</a>. Mais exagerado é ver a página de pesquisas do <a target="_blank" href="http://mrdoob.com/projects/chromeexperiments/google_gravity/">Google a desmoronar-se</a>. <br />
<br />
É incrível poder aceder a tanta quantidade de informação e através dos mais variados procedimentos partindo de uma página tão simples como a de pesquisa da Google, composta apenas por uma caixa de input de texto, um botão e o logótipo da empresa. Contudo, para quem acede à página de pesquisa regularmente esta também se torna uma fonte de cultura ao longo dos tempos através dos seus "Doodles". Com eles a empresa tenta adaptar o seu logótipo em prol de efemérides, acontecimentos ou homenagens associadas ao dia em questão. Para ver todos os "Doodles" lançados até à data visite a <a target="_blank" href="http://www.google.com/doodles/finder/">galeria de Doodles do Google</a>.<br />
<br />
Pode obter mais informação sobre dicas de pesquisa no Google Search clicando nos seguintes links:<br />
<br />
·<a target="_blank" href="http://www.google.com/insidesearch/features.html">Funcionalidades</a><br />
·<a target="_blank" href="http://www.google.com/help/features.html#essentials">Funções de pesquisa</a><br />
·<a target="_blank" href="http://support.google.com/websearch/bin/answer.py?hl=en&answer=136861&topic=1221265&ctx=topic">Operadores e outros</a><br />
<br />
Boas pesquisas e Boas Festas!<br />
<br />
<i>Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico</i><br />
<br />
]]></description>
          <pubDate>Thu, 22 Dec 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>O PODER DA INFOGRAFIA</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_OpoderdaInfografia.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_OpoderdaInfografia.htm</guid>
  				<description><![CDATA[A Infografia nasce da necessidade de comunicar. O quê? Quando? Quem? Como e Porquê? Nem sempre são questões fáceis de explicar ao leitor de forma imediata, clara e concisa.<br />
A importância e a visibilidade da Infografia aumentaram com o aparecimento de novos recursos e programas de interface gráfica.<br />
O crescente poder da expressão visual veio introduzir novas formas de comunicar, incluindo na área de jornalismo. Por exemplo, uma notícia de um assalto pode nos ser explicada de forma visual, apresentando elementos gráficos dos carros, ruas e pessoas, bem como todas as sequências cronológicas do evento.<br />
<br />
Afinal o que é Infografia?<br />
São representações visuais de informação. Isto é, uma forma de analisar informação, através de diagramas e outros elementos, ordenando a apresentação de dados de forma mais simples. O objetivo é sempre apresentar uma ideia clara ao leitor para que este compreenda o que se quer transmitir à primeira.<br />
<br />
Tradicionalmente, esta forma de expressão comunicacional é usada em áreas como a educação e ciência mas com o crescente mundo dos negócios online, a Infografia aparece agora como uma excelente maneira de comunicar com os Clientes.<br />
As empresas estão a utilizar a Infografia para ajudar a construir as suas marcas e para divulgar os seus serviços, mas transmitir representações visuais de informação, de forma clara, está longe de ser fácil ou linear e em alguns casos pode significar mais perguntas do que respostas.<br />
<br />
Como qualquer outro projeto é importante que se defina o objetivo. Qual é a nossa mensagem? O que é que queremos evidenciar ou transmitir? Isto ajuda a reunir os dados que na realidade se precisam, eliminando o seu excesso.<br />
O elemento chave é a informação, sem ela os elementos nunca irão resultar e o objetivo de transmitir o que se quer para que o leitor/utilizador entenda, fica comprometido.<br />
Organizar todos os dados antes de se desenvolver a parte gráfica, ajuda a perceber quais os aspetos necessários para dar destaque ao que é na realidade mais importante.<br />
<br />
Não existe nenhuma regra em como apresentar os dados. Isso dependerá sempre da nossa mensagem e do que queremos evidenciar. Normalmente, a representação gráfica da informação é facultada através de gráficos (barras, circulares, dispersão, pizza, etc...), através de ícones, elementos de escala, palete de cores, tipografia e ilustração. No entanto, as representações visuais só existem para simplificar o entendimento da informação, o que significa que existem com o único propósito de transmitir com precisão e clareza os dados e não o contrário.<br />
<br />
O poder da Infografia é o de contar uma história que seja percebida por todos de forma clara. A informação representada de forma visual é muitas das vezes um alivio quando comparado a blocos de texto, parágrafos e outros meios de comunicação linear. No fundo é uma forma de processar informação de uma maneira dinâmica, conceptual e direta, pois às vezes uma boa imagem vale mais do que mil palavras.<br />
<br />
<i>Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico</i>]]></description>
          <pubDate>Mon, 12 Dec 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>BRANDING</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Branding.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Branding.htm</guid>
  				<description><![CDATA[As vantagens do Branding de uma marca tornam-se mais percetíveis à medida que o tempo passa porque envolvem aspetos como a identificação, reconhecimento e fidelização dos consumidores. Em termos gerais Branding é a perceção global da marca a nível emocional e não tem a ver exclusivamente com o logótipo adotado ou como este é aplicado.<br />
<br />
Pode dizer-se que o Branding é uma disciplina complexa porque na realidade tanto os responsáveis pela marca como os designers tentam perceber como posicionar a empresa, ou como torná-la única, pois só dessa forma poderá conseguir um lugar na mente do seu publico. Mas na realidade não se trata do que a empresa ou o designer pretendem mas da perceção dos consumidores.<br />
<br />
Uma empresa com um Branding bem estruturado acaba por conquistar um lugar no nosso subconsciente. Quando pensamos em inovação podemos fazer uma associação com os produtos da Apple, da mesma forma que nos lembramos da Adobe quando falamos de ferramentas de design. O objetivo das empresas é alcançar o reconhecimento da sua marca conquistando o coração e a mente dos consumidores. Esta conquista significa que o seu publico conhece a marca o suficiente para prever o seu comportamento e depositar nos seus produtos a confiança que determinam a sua escolha.<br />
<br />
Como designers podemos ajudar a construir uma imagem que seja reconhecida facilmente. Esta imagem deve depois ser desenvolvida de forma consistente porque uma vez alcançado o reconhecimento é necessário mantê-lo. O design é apenas uma pequena parte do Branding, um logótipo por melhor executado que seja não servirá de grande coisa se o consumidor tiver uma perceção errada da marca. Apesar disso um design de qualidade ajuda a construir uma base sólida para a marca se desenvolver.<br />
<br />
Se é suposto reconhecer-se a marca por determinadas qualidades ou comportamentos é fundamental que o logótipo e os suportes onde é utilizado não traiam essa intenção. Para conseguirmos que as marcas fiquem na memória dos consumidores é necessário que as formas e cores sejam fáceis de memorizar e identificar. Podemos também contribuir com o estudo e criação das embalagens e todos os elementos que rodeiam os produtos uma vez que estes têm um papel preponderante na forma como os consumidores percebem e recordam a marca.<br />
<br />
O ponto de partida deve ser sempre procurar entender o publico e a forma como vê a nossa marca, depois é necessário potenciar, ou corrigir, essa perceção para alcançar o desejado reconhecimento.<br />
<br />
<i>Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico </i>]]></description>
          <pubDate>Fri, 2 Dec 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>TRINTA MINUTOS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Trintaminutos.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Trintaminutos.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Uma das medidas anunciadas pelo Governo para os próximos dois anos é o aumento do horário de trabalho em trinta minutos por dia. Esta medida surge em vez da redução da contribuição para a Segurança Social a suportar pelas empresas, a Taxa Social Única.<br />
<br />
Este aumento no horário de trabalho tem uma aplicação directa e mensurável em alguns sectores. As linhas produção terão as máquinas ligadas mais 30 minutos por dia, aumentando a produção e, em alguns casos, as exportações dessas mesmas empresas. E nas empresas de serviços? Como garantir que esses 30 minutos a mais no horário de trabalho diário correspondem a um aumento de produção das empresas?<br />
<br />
Em muitas empresas de serviços, principalmente no sector das tecnologias de informação, o horário de trabalho diário é frequentemente ultrapassado devido às necessidades dos projectos em desenvolvimento. Se um colaborador já trabalha, por norma, mais uma hora todos os dias o que é que lhe acontece agora? Tem de passar a trabalhar mais uma hora e meia? Ou vai passar a ser um colaborador menos dedicado à empresa porque agora só trabalha mais trinta minutos?<br />
<br />
Ainda não é claro como é que esta medida vai ser implementada nas empresas, apesar de nos últimos tempos terem surgido alguns sinais por parte do Governo de que a medida vai ter caracter obrigatório e que os acordos de empresa terão de ser alterados para incorporar esta medida.<br />
<br />
Não tenho a certeza da eficácia desta medida. As resistências vão ser muitas, a medida é muito fácil de boicotar e, com excepção das empresas com linhas de produção, não me parece que se vá traduzir num acréscimo de produção.]]></description>
          <pubDate>Sun, 27 Nov 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>FEIRAS DE NEGÓCIOS </title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_feirasdenegocios.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_feirasdenegocios.htm</guid>
  				<description><![CDATA[As Feiras de Negócios são uma das ferramentas de marketing mais antigas e assumem uma forte importância na estratégia de crescimento, competitividade e atualização de uma empresa. <br />
Esta é uma ótima forma de promover produtos e/ou serviços, de aumentar a carteira de clientes e muitas vezes também de encontrar potenciais parceiros e fornecedores, uma vez que reúne no mesmo local pessoas que influenciam as decisões ou com poder de decisão. <br />
<br />
As Feiras de Negócios são dinâmicas, diretas e eficientes. O contacto é pessoal e a disponibilidade dos potenciais clientes é elevada, uma vez que a decisão de visitar a Feira partiu dos mesmos e estes têm o intuito de conhecer novos produtos ou serviços e fazer negócios. <br />
Estas são também uma boa oportunidade para conhecer melhor as empresas concorrentes e saber como se posicionam no mercado. <br />
<br />
Para além das já referidas, as Feiras de Negócios apresentam ainda outras vantagens: <br />
- possibilidade de fidelizar clientes, quer através do envio de convites personalizados, quer de um atendimento personalizado no stand;<br />
- identificação de necessidades e nichos de mercado; <br />
- excelente oportunidade para testar novos produtos/serviços diretamente no mercado; <br />
- forma de reforçar ou iniciar a presença em mercados regionais ou internacionais; <br />
- possibilidade de atualizar a informação sobre o mercado e a concorrência; <br />
- o facto dos stands serem um meio que permite combinar elementos como as forças de vendas, a publicidade, a promoção e as relações públicas.<br />
<br />
A participação da empresa numa Feira não deve ser vista como algo isolado, deve estar integrada na estratégia de marketing e deve ser coerente com os outros meios de comunicação. Esta deve ser encarada como um investimento e como tal é essencial definir os objetivos e a estratégia a adotar para os alcançar. <br />
<br />
As Feiras de Negócios pressupõem uma longa cadeia de decisões e ações que devem ser coordenadas antes, durante e após a Feira. <br />
A escolha da Feira de Negócios mais adequada é o primeiro passo e deve basear-se na estratégia da empresa, na conjuntura económica e nas tendências do mercado. É muito importante obter informação sobre o âmbito da Feira, o número de edições realizadas, o perfil do expositor e do visitante, os expositores de edições anteriores, o número de visitantes esperados, os meios de divulgação utilizados, e muitas outras informações que permitam à empresa avaliar se esta se adequa à sua estratégia. <br />
<br />
É também muito importante definir um plano de ação, estar apenas presente não é garantia de sucesso. Na estratégia de ação devem ser definidos os objetivos, o orçamento, quais os produtos a expor, o plano de promoção e publicidade, a atribuição das responsabilidades, a atuação pós-Feira, entre outras variáveis. <br />
<br />
É necessário ter em conta todos estes aspetos para que se possa avaliar o sucesso da presença na Feira e introduzir melhorias em futuras participações. <br />
<br />
Este ano a One Small Step decidiu estar presente na 14ª Feira do Empreendedor no Porto. <br />
É do Porto, e após o primeiro dia da Feira, que escrevo este post com a convicção que participar em Feiras de Negócio é um investimento que a médio/longo prazo apresentará resultados positivos.<br />
<br />
<i>Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico </i><br />
]]></description>
          <pubDate>Thu, 17 Nov 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>HTML5 TEMPLATE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_html5template.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_html5template.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Há já algum tempo que se ouve falar da versão mais recente da linguagem de HTML, o HTML5. Com o intuito de simplificar a criação de páginas HTML e de reunir novas funcionalidades que evitam ter de recorrer a flash ou javascript em muitos casos, o HTML5 é uma linguagem de marcação que promete ser uma excelente reforma para o mundo da Web.<br />
<br />
Segundo o próprio consórcio World Wide Web  (W3C) , admite-se que o HTML 5 ainda contenha algumas arestas para limar daí que os especialistas da W3C prevejam que só dentro de 2 ou 3 anos é que a linguagem irá ter uma utilização superior relativamente às restantes versões. Apesar disso, muitos web developers já dão os primeiros passos na elaboração de projetos com esta nova linguagem, aproveitando as suas novas funcionalidades e vantagens. <br />
<br />
Mas como corrigir os problemas de compatibilidade em browsers desactualizados? Levantando-se esta questão, muitos programadores evitam aderir ao HTML 5 neste momento, para que um suposto desenvolvimento de páginas web mais rápido e eficiente não se transforme numa carga de trabalhos adicional à conta de uma compatibilização para todos os browsers por parte do programador.<br />
<br />
Contudo, graças a web developers (Paul Irish, Diviya Mania) interessados em promover o uso do HTML5, está disponível uma ferramenta que pode ajudar a contornar a situação: o HTML 5 Boiler Template. Criado à cerca de um ano este template que reúne HTML, Css e Javascript tem-se vindo a mostrar fiável e eficiente para programadores que pretendam aderir já ao HTML 5. Para além de oferecer compatibilidade para os principais browsers (IE 6 incluído através do Google IE6 Frame), este template permite também automaticamente adaptar as páginas HTML aos dispositivos móveis através de classes Css pré-definidas, tudo com as mais recentes marcações do HTML5. <br />
<br />
Para quem ainda não começou a programar em HTML 5 por receio ou apenas for falta de interesse esta ferramenta impulsionará certamente o recurso à nova versão de HTML por parte dos programadores. O site do HTML 5 Boiler Template detalha todas as suas funcionalidades e apresenta as páginas do template necessárias para elaborar um novo projeto Web com as melhores e mais recentes práticas de programação.<br />
 <br />
Confira em <a target='_blank' href=' http://html5boilerplate.com/'>www.html5boilerplate.com</a><br />
<br />
]]></description>
          <pubDate>Thu, 10 Nov 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>COPYRIGHT NA INTERNET</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_CopyrightnaInternetoss.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_CopyrightnaInternetoss.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O termo "Copyright" refere-se a um conjunto de direitos exclusivos concedidos ao criador/representante de uma obra ou produto, como por exemplo, textos, imagens, vídeos e outros. De uma forma geral e resumida, é o direito exclusivo de copiar, distribuir ou adaptar uma criação original. <br />
<br />
Hoje em dia estamos habituados a ver notícias ou discussões relacionadas com os direitos exclusivos em áreas como a escrita (ex: livros), filmes e música. Já se veem campanhas de consciencialização relativas à distribuição ilegal de certas obras, mas quando pensamos na maior base de informação do mundo, como é a internet, por vezes esquecemo-nos que essa também guarda criações na sua maioria protegidas.<br />
<br />
A fácil apropriação, por parte dos utilizadores, de textos, imagens e fontes leva muitos deles ao engano. Por exemplo, um utilizador que pesquisa imagens ou fotografias sobre um determinado assunto, entra no respetivo website e com o botão direito do rato retira a imagem para o seu computador com a finalidade de a usar posteriormente num projeto pessoal, pode estar a colocar-se numa posição vulnerável face aos direitos exclusivos que essa mesma imagem possa ter. <br />
A noção de que qualquer obra presente na internet pode ser livremente copiada, distribuída ou alterada para uso comercial ou pessoal, sem conhecimento do criador/representante é errada. <br />
<br />
A maioria dos websites que disponibilizam, de forma gratuita ou a um custo fixo, material gráfico (fotografias, imagens, fontes, logótipos, arte digital...) não são de domínio público.<br />
Embora esses elementos gráficos sejam fornecidos para serem utilizados, continuam a ser propriedade de quem os criou. Só porque o utilizador paga por uma determinada obra, não significa que possui o controlo total dos direitos do que está a adquirir. É por isso conveniente ver as condições de utilização dos elementos gráficos antes de os usar.<br />
<br />
Em 2001, foi fundada a "Creative Commons". Esta organização criou uma série de licenças de Copyright (licenças Creative Commons), que permitem a cópia e a distribuição de obras criativas com menos restrições, isto é, com alguns mas não todos os direitos reservados.<br />
As licenças criadas permitem aos detentores do Copyright partilhar as suas obras, abdicando de alguns dos direitos inerentes às suas criações originais mas mantendo outros.<br />
O criador/representante tem assim a possibilidade de escolher entre várias licenças que serão agregadas às obras que deseja facultar a terceiros. Estas licenças podem ser consultadas aqui <a href='http://creativecommons.org/licenses/' target='_blank'>Creative Commons</a><br />
<br />
<b>Alguns aspetos a ter em conta</b> <br />
- Se não tem a certeza que uma determinada criação está como domínio público (sem qualquer Copyright), é melhor não a usar; <br />
- Elementos gratuitos não são necessariamente de domínio público; <br />
- Pedir ao detentor do Copyright permissão para usar um determinado trabalho pode poupá-lo a muitos problemas; <br />
- Mesmo que não cobre nenhum valor pela distribuição de uma obra, se esta estiver protegida não a pode usar ou distribuir pois estará a violar os seus direitos; <br />
- Verifique sempre as condições de utilização de qualquer obra seja ela comprada ou gratuita. <br />
<br />
A internet funciona como uma gigante biblioteca, cheia de recursos informativos e criativos que podemos usar para melhorar os nossos projetos. É fácil de utilizar e com um simples clique conseguimos estar a par das novidades e notícias de qualquer área técnica ou criativa. <br />
Conhecer as restrições e limitações que existem e quais os direitos exclusivos que podemos deter de cada obra que criamos ajuda-nos a proteger e a obter benefícios comerciais do nosso trabalho e a respeitar o trabalho dos outros.<br />
<br />
<i>Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico</i>]]></description>
          <pubDate>Mon, 31 Oct 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>CÓDIGOS QR</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_CodigosQR.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_CodigosQR.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Já por diversas vezes abordei assuntos sobre tecnologias móveis e como o mundo está cada vez mais no nosso bolso. Desta vez apresento os códigos QR ('Quick Response' - numa tradução literal, Resposta Rápida) que, apesar de não serem uma novidade, ainda se encontram desaproveitados no mercado português.<br />
<br />
Um código QR não é mais do que um código de barras a duas dimensões. O propósito desse código é permitir a identificação de um objecto, de um link, de informação que poderá ser recolhida e tratada. O seu objectivo é permitir uma leitura mais rápida da informação em si contida, superando o tempo de leitura e a capacidade de armazenamento do comum 'código de barras'. A versão original do código QR foi desenvolvida pela Denso, uma subsidiária da Toyota para catalogar peças automóveis em 1994.<br />
<br />
Com o tempo a sua aplicação expandiu-se e hoje em dia é possível encontrar este tipo de código em revistas, para divulgar informação extra sobre uma peça, em produtos, livros, em qualquer outro objecto.<br />
<br />
Com o advento dos dispositivos móveis ('smartphones', 'tablets', 'laptops', etc.) apareceram as aplicações. Existem diversas aplicações disponíveis que permitem a leitura de códigos QR. Isto significa que qualquer utilizador com um smartphone e a aplicação instalada poderá aceder à informação contida nesse código, e com isso tomar conhecimento extra sobre um produto. Pode não parecer muito significativo, mas imagine que está a promover o seu livro e que deseja destacar-se de outro livro que aborda o mesmo assunto. Como deve imaginar o máximo que uma pessoa verá numa livraria será o resumo, o prefácio ou meia dúzia de páginas. Agora dê ao utilizador um código QR, que este utilizará para ver que informações extra estão disponíveis sobre o livro. Essas informações poderão direccionar o utilizador para uma página que lhe apresentará um vídeo ilustrativo do conteúdo do produto que tem na mão.<br />
<br />
Não, isto não é ficção. Está a acontecer neste preciso momento e dá uma liberdade aos utilizadores, e a quem publicita, que permite ir mais além e demarcar-se dos restantes produtos de uma forma muito positiva e, falando por experiência própria, muitas vezes divertida e fulcral no momento de decisão.<br />
<br />
Imagem: Código QR do website One Small Step<br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 26 Oct 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>PREÇO CERTO!</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_PrecoCerto!.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_PrecoCerto!.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Definir um preço é uma tarefa que envolve uma grande dose de incerteza. Quanto mais importante for o preço para o sucesso comercial de um produto, mais difícil será encontrar o preço adequado. É fácil olharmos para um determinado artigo e percebermos quanto estamos dispostos a pagar por ele, mas quando se trata de avaliar os nossos produtos essa análise complica-se.<br />
<br />
Quando atribuimos um preço a um produto ou serviço o que procuramos é obter um valor de retorno tão elevado quanto possível, tendo ainda em conta que em teoria sempre que o preço sobe o número de vendas diminui.<br />
<br />
Nesta procura do preço certo não existem fórmulas perfeitas pelo que devemos adoptar uma abordagem estruturada, estabelecendo um ponto de partida para poder introduzir ajustes em função do feedback que vamos reunindo e dos testes que efectuamos ao longo do ciclo de vida do produto.<br />
<br />
Como ponto de partida o mais correcto é multiplicar o tempo de desenvolvimento pelo custo hora. Este cálculo determina o custo, mas os consumidores não adquirem os produtos ou serviços de uma forma estritamente racional, pelo que é necessário ajustar o valor determinado ao valor percebido pelo Cliente final.<br />
<br />
O valor percebido pode ser diferente do valor real e pode afectar as vendas e sucesso do artigo. Quando compramos um produto de uma marca conhecida estamos deliberadamente a pagar mais porque o valor percebido é mais elevado. Algumas marcas definem preços mais elevados simplesmente com o propósito de aumentar o valor percebido dos seus produtos e assim venderem mais.<br />
<br />
Então mas podemos aumentar o preço sem introduzir alterações no produto e mesmo assim vender mais unidades? Aumentando o valor percebido pelo consumidor, melhorando a comunicação, elaborando demonstrações que expliquem as vantagens relativamente à concorrência ou simplesmente estabelecendo parcerias com empresas reconhecidas estaremos a acrescentar valor ao nosso produto e a torná-lo mais apelativo.<br />
<br />
Provavelmente a melhor forma de acrescentarmos valor aos nossos produtos ou serviços é melhorando o design destes, mas também de todos os elementos que os rodeiam, desde embalagens a manuais e meios de divulgação. A Apple tornou-se no caso de sucesso que conhecemos em parte porque os seus produtos apresentam um design mais cuidado que o dos seus concorrentes, o que leva a que o valor percebido seja também mais elevado. <br />
<br />
Outra forma de identificar o valor percebido é analisando a concorrência, demonstrando assim que o nosso produto é claramente superior ou tem algumas características que o tornam único. Trabalhar estes elementos diferenciadores pode ser um aspecto determinante, principalmente em certo tipo de produtos. Como pode ser determinante o tipo de suporte que é disponibilizado, pois umas das principais causas para não adquirirmos algo de uma marca menos conhecida é o receio de não termos o devido apoio caso deixe de funcionar.<br />
<br />
Fornecer um suporte adequado tem além do mais a vantagem de permitir recolher feedback sobre os reais problemas do produto. Este feedback vai ajudar a melhorá-lo nos seus pontos mais fracos e vender assim mais no futuro. Não é por acaso que o ponto alto das vendas de software acontece sempre que é lançada uma nova versão alegando um melhor funcionamento e novas funcionalidades.<br />
<br />
Por fim é importante estabelecer pontos de referência. Podemos aumentar o valor percebido se adicionarmos algumas funcionalidades ao produto original criando assim uma versão Premium mais dispendiosa. O propósito desta versão Premium não é gerar o desejado retorno, mas fazer com que a versão Standard seja encarada como um melhor negócio.<br />
<br />
Pelas razões que apontei devemos resistir à tentação de reduzir os preços na tentativa de gerar mais vendas, porque poderemos estar a reduzir o valor percebido de um determinado produto ou serviço. Além do preço pode haver um sem número de causas para um determinado produto não vender como esperado, falta de informação adequada, ausência de funcionalidades essenciais, ou simplesmente um design pouco cuidado.]]></description>
          <pubDate>Wed, 19 Oct 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>O CRIADOR DA MAÇÃ</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Ocriadordamaca.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Ocriadordamaca.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Morreu Steve Jobs. Um visionário, um génio, alguém que marcou o nosso mundo e que nos deu muitos dos gadgets que desejamos ter.<br />
<br />
Mas o que é que tornou as criações de Steve Jobs verdadeiros objectos de culto? Em que é que o Macintosh, o iPod, o iPad e o iPhone se distinguem dos restantes produtos da concorrência? Para começar, distinguem-se no design. Steve Jobs não se limitou a criar blocos de tecnologia; criou objectos elegantes e ergonómicos, capazes de agradar a toda a gente e não apenas aos fanáticos da tecnologia. E é aqui que Steve Jobs também se soube distinguir da concorrência. Steve Jobs idealizou e criou objectos para toda a gente; conseguiu moldar a tecnologia à imagem dos seus utilizadores, em vez de forçar os utilizadores a adaptarem-se à tecnologia.<br />
<br />
A Apple de Steve Jobs criou ainda uma tendência no mundo do design... o branco. Durante anos habituámo-nos ao preto. Os televisores, os walkman, os telemóveis, os mp3... todos os produtos que "cheirassem" a tecnologia eram pretos. Mas a Apple lançou os seus produtos e lançou-os em branco. E nos últimos anos, o branco dos vulgares electrodomésticos ganhou lugar de destaque e ascendeu a cor de excelência no design.<br />
<br />
Com a morte de Steve Jobs morreu um dos últimos grandes ícones da revolução tecnológica das últimas gerações. A Apple continuará a lançar os seus produtos no mercado; mas será a Apple capaz de manter a imagem dos seus produtos? Serão os próximos iPads e iPhones tão desejados como os actuais, agora que o seu mentor desapareceu? Será a Apple capaz de voltar a revolucionar o mercado com um novo i?<br />
<br />
E será que num futuro próximo vai aparecer alguém com a visão de Steve Jobs para nos continuar a fazer sonhar com novos produtos?<br />
<br />
Nestes dias vi num blog uma frase curiosa. Ao longo da história houve três maçãs que mudaram as nossas vidas. A maçã de Adão e Eva, a maçã de Isaac Newton e a maçã de Steve Jobs. Acho que é uma boa forma de o homenagear...]]></description>
          <pubDate>Mon, 10 Oct 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>BENCHMARKING</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Benchmarking.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Benchmarking.htm</guid>
  				<description><![CDATA[<i>"Processo contínuo e sistemático que permite a comparação das performances das organizações e respectivas funções ou processos face ao que é considerado "o melhor nível", visando não apenas a equiparação dos níveis de performance, mas também a sua ultrapassagem"</i><br />
DG III – Indústria da Comissão Europeia, 1996<br />
<br />
O Benchmarking tem por base a ideia de que nenhuma empresa é a melhor em tudo, o que implica reconhecer que existe no mercado quem faça melhor em determinadas áreas. Esta constatação desperta o desejo de querer aprender as melhores práticas com as melhores empresas.<br />
<br />
Não se trata de uma pesquisa de informação impensada e aleatória mas de um método sistemático de procura da informação. É um processo contínuo, mensurável e em constante actualização, que permite não só adquirir conhecimento sobre as melhores práticas na indústria, no mercado ou na concorrência mas também muitas vezes dentro da própria empresa.<br />
<br />
Muitas vezes as empresas caiem no erro de pensarem que apenas devem olhar para os seus concorrentes directos. Nem sempre aqueles que devemos seguir são os que vendem ou que prestam o mesmo serviço que nós. Por vezes basta adaptar as melhores práticas à realidade da empresa.<br />
<br />
As empresas devem procurar como parceiros de Benchmarking empresas ou actividades de negócio que são reconhecidas como referências. A pesquisa de parceiros deve ser cuidada, detalhada e precisa. É necessário perceber quais os melhores parceiros e o porquê dessa escolha. <br />
<br />
O Benchmarking Empresarial apresenta 4 vertentes: (ver imagem)<br />
<br />
<b>Benchmarking Interno</b> – Realizado dentro da própria organização, compara as metodologias utilizadas nos diferentes departamentos ou nas diferentes unidades de negócio.<br />
Dentro de uma organização o Departamento Logístico pode ter muito para ensinar sobre práticas de gestão de negócio ao Departamento Financeiro e neste caso a informação está muito mais acessível. <br />
<br />
<b>Benchmarking Competitivo</b> – Empresas concorrentes comparam serviços, produtos, métodos de acção... <br />
Muitas empresas gostavam de saber como é que a empresa líder de mercado consegue praticar certos preços ou consegue alcançar determinado volume de negócios. <br />
Este tipo de Benchmarking torna-se difícil de implementar uma vez que são raras as empresas dispostas a revelar os seus trunfos à concorrência.<br />
<br />
<b>Benchmarking Funcional</b> – Incide sobre uma função específica e possibilita a comparação entre empresas não concorrentes.  Neste tipo de benchmarking acredita-se que, em grande parte dos casos, as melhores práticas não se encontram no próprio sector.<br />
<br />
<b>Benchmarking Genérico</b> - Engloba várias funções da organização, funções essas que estão presentes em várias outras empresas. Normalmente é feito entre empresas da mesma dimensão, mesmo que de sectores diferentes. <br />
Um bom exemplo é o processo desencadeado desde a entrada de um pedido até a entrega do produto ao Cliente, pois é algo presente na maioria das empresas. <br />
É neste tipo de Benchmarking que as empresas estão mais dispostas a colaborar e a ser mais verdadeiras.<br />
<br />
Como se trata de um processo que envolve vários intervenientes, muitas vezes com interesses comuns que podem levar à falta de ética, o Benchmarking rege-se por um código de conduta que assegura a reciprocidade na partilha e no uso da informação e a confidencialidade e o respeito pela individualidade dos parceiros.<br />
<br />
O Benchmarking tem como objectivo final a melhoria dos processos de negócio e dos resultados da organização mas está dependente de variáveis como a cultura em que a organização se insere e a capacidade e vontade da própria organização em mudar e inovar.<br />
]]></description>
          <pubDate>Tue, 4 Oct 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>O FUTURO DO EMAIL NO MERCADO DA INTERNET</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_OfuturodoemailnomercadodaInternet.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_OfuturodoemailnomercadodaInternet.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Imagine-se uma pessoa arrastada para uma discussão sobre determinado ramo profissional por mão de um colega que quer puxar conversa. <br />
A atravessar um dia menos bom e com os níveis de concentração a atingirem mínimos históricos, limita-se a fazer de conta que dá ouvidos ao seu interlocutor, que já tem referenciado como fonte de conversas geralmente vulgares e desinteressantes. Quando finalmente decide voltar a focar-se na conversa, já não se lembra do tema da mesma. Porém, como também não se lembra de terem sido empregues os termos "inovação" e "criatividade" deduz que a área de negócios de que se fala não é certamente a Internet.<br />
<br />
Embora pareçam chavões são na verdade dois dos termos que mais servem de requisitos à generalidade das empresas desta área.<br />
<br />
Com o surgimento, expansão e generalização das redes sociais nos últimos anos torna-se óbvia e justificada a acção de optar por estes novos meios de comunicação, seja para comunicar com amigos, conhecidos, familiares ou mesmo para reunir contactos no meio profissional através de plataformas apropriadas como é o caso do LinkedIn. O mesmo sucede no ramo empresarial, área que vê estes novos meios de informação como uma prova de "inovação" e "criatividade" indispensável para difundir eficazmente novos produtos e serviços.<br />
<br />
Posto isto, existe na Web uma ferramenta comunicacional que começa a parecer antiquada e que nada ajuda na luta pela  "inovação" e "criatividade". O email como forma directa de <br />
comunicação é cada vez menos utilizado sobretudo pelas gerações mais jovens, que optam pelo Facebook, Twitter e outras redes sociais onde podem difundir fluxos de informação de uma forma mais abrangente considerando o seu grupo de amigos. É portanto natural que as empresas montem estratégias de marketing direccionadas para a media social em detrimento do email, de modo a inovar e mostrar originalidade.<br />
<br />
É então plausível afirmar que o email é uma ferramenta comunicacional que cairá em desuso dentro de alguns anos. Será? Não. Muito dificilmente tal acontecerá. O tipo de comunicação proporcionado pelo email continua a possuir vantagens exclusivas que o tornam único na Web. É um modo de comunicar na Internet que facilmente consegue assegurar um alto grau de privacidade na troca de informação, que é feita de forma directa e sem envolver discussão adicional por parte de outros utilizadores. Ainda para mais, ao contrário da media social cujos fluxos de informação inconscientemente ignoramos muitas das vezes, o email não é fácil de ignorar até que seja lido.<br />
<br />
Na comunicação empresarial continua também a ser o meio mais formal de trocar mensagens e estabelecer relações profissionais.<br />
<br />
Mais importante ainda, o email continua a ser para as empresas uma excelente maneira de construir boas campanhas de marketing e de estreitar relações com clientes, principalmente porque é vital chegar ao maior número de pessoas possível. É raro o utilizador de Internet que não tem uma conta de email associada, pelo que se torna fácil de entender que existe uma maior percentagem de utilizadores que não estão inseridos em redes sociais do que utilizadores que não têm conta de email, até porque um utilizador necessita de indicar uma conta de email para se poder registar numa plataforma social (o que só por si já garante uma massiva utilização do email nos próximos anos). <br />
<br />
Também não é surpreendente o facto de tanto o Facebook como o Google + quererem ver associadas aos seus utilizadores sociais contas de email também por si fornecidas, que já foram disponibilizadas pelo Facebook há alguns meses (@facebook.com), enquanto que o Google + obriga ao uso de conta de email Google (@gmail.com).<br />
<br />
Contudo existem aspectos negativos que já por muito tempo estão associados ao email, tais como os ataques de Phishing e o envio de Spam, embora a prática das mesmas tenha decrescido nos últimos anos sobretudo porque também as redes sociais têm vindo a ser cada vez mais atingidas por estes tipos de ameaças, desviando-as das nossas contas de email.<br />
<br />
É sensato afirmar então que o email continua a ser e será por muito tempo uma ferramenta comunicacional de vital importância no mundo dos negócios orientados para Internet, cujos resultados irão sempre depender muito da forma como é redigido, optimizado e devidamente estudado através de estatísticas quando possível. Tal possibilita uma melhor análise de resultados com o intuito de distinguir boas e más práticas, para que os resultados de uma próxima campanha de email sejam sempre superiores em relação aos da campanha anterior. <br />
<br />
<br />
<br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 28 Sep 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>WEB DESIGN - PÁGINA TEMPORÁRIA</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebDesign-PaginaTemporaria.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebDesign-PaginaTemporaria.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Actualmente, antes de se lançar um website, é comum encontrar-se uma página temporária que notifique os utilizadores da futura presença online de uma empresa ou serviço.<br />
<br />
Estas páginas devem, de forma simples e objectiva, sensibilizar o utilizador para os futuros produtos ou serviços que se vão ali encontrar, fazendo-o conhecer algo que mais tarde lhe poderá ser útil. Resumindo, a ideia é criar um elo de ligação que o faça retornar, em breve, ao website.<br />
<br />
Existem páginas simples, desenvolvidas unicamente com elementos típicos como o logótipo, uma breve mensagem sobre o que será o conteúdo do website, um formulário que permita aos utilizadores receberem o aviso de lançamento/novidades e uma zona de contactos da empresa.<br />
Outras poderão ser mais complexas. Existem já algumas páginas que possuem mini aplicações, jogos, vídeos ou até animações relacionadas com os futuros serviços. Tudo depende da informação que o Cliente quer passar ao utilizador antes de o website estar online.<br />
<br />
Quais as características essenciais para se conseguir uma boa página temporária?<br />
Em primeiro lugar, o esquema de cores e estrutura devem reflectir a imagem da empresa. Não faz sentido desenvolver uma página que não possua os elementos visuais associados aos serviços e produtos que vão ser posteriormente apresentados. <br />
<br />
Deve haver a possibilidade de o visitante registar o seu email. Para isso basta incluir um formulário onde os utilizadores se possam "inscrever" para receber a informação de que o website está pronto a navegar. Isto porquê? Porque a maioria dos visitantes acaba por se esquecer e esta é a forma de os conseguirmos contactar. <br />
<br />
Deve conter a informação necessária para o utilizador perceber do que se vai tratar, deixando ainda assim algum mistério quanto ao lançamento. Ou seja, deve conter uma breve descrição ou dica do que está para vir mas sem ser muito específico ou exaustivo. A curiosidade é um elemento motivador e o objectivo é aumentar o interesse do utilizador, fazendo-o voltar.<br />
<br />
As <i>keywords</i> e <i>meta tags</i> são também factores a ter em conta. Apesar de estas páginas não fazerem uma grande diferença no ranking dos motores de pesquisa, estas devem ser optimizadas para tal. Não se é penalizado e até se pode ganhar alguma credibilidade.<br />
<br />
Antes as páginas temporárias eram apelidadas de páginas em construção. Continham pequenos elementos gráficos ligados à construção com cones de trânsito e não tinham qualquer uso, tanto para a empresa como para o utilizador. Pareciam mais páginas de erro do que parte integrante de todo o projecto.<br />
As páginas temporárias ou páginas "brevemente" actualizaram-se, e a grande vantagem é que são agora usadas para criar impacto e fornecer informações relevantes sobre o que está por vir.]]></description>
          <pubDate>Mon, 19 Sep 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>WEB DEVELOPER GENERALISTA OU ESPECIALISTA?</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebDevelopergeneralistaouespecialista.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebDevelopergeneralistaouespecialista.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Estes últimos anos temos assistido ao surgimento de web developers especializados nas mais diversas áreas. Reunir conhecimento sobre todas as áreas do desenvolvimento para a Web tornou-se irrealista e por isso foram surgindo especialistas em conteúdos, arquitectura, comportamento do utilizador e até mesmo em determinadas linguagens de programação.<br />
<br />
Em contrapartida, em parte pelo facto de todo o processo se ter tornado tão complexo, os web developers generalistas também se tornaram indispensáveis, porque na maioria das vezes os especialistas estão tão absorvidos pela sua área que têm dificuldade em trabalhar com especialistas de outras áreas. <br />
<br />
O generalista é fundamental, para fomentar a colaboração entre os diferentes especialistas e também para estar atento ao surgimento de novas áreas de especialização. Os especialistas estão mais concentrados na sua área de especialização e têm dificuldade em aperceber-se de novas áreas que surgem e até mesmo do progressivo desaparecimento da sua área.<br />
<br />
Os generalistas por outro lado estão mais atentos ao surgimento de novas especialidades e reúnem um conhecimento mais abrangente, o que lhes permite explorar uma nova área com maior facilidade, como por exemplo o HTML5 ou os websites Mobile.<br />
<br />
É comum pensar-se que o web developer generalista é menos dotado em termos técnicos por abranger diversas áreas, mas não devemos confundir generalista com falta de conhecimento. Esta mesma abrangência atribui-lhes também a capacidade de desenvolver soluções do princípio ao fim, muitas vezes sem necessitarem de terceiros. Esta abordagem tem também benefícios económicos por raramente necessitarem de serviços externos.<br />
<br />
Esta economia de recursos vai ao encontro das expectativas dos Clientes, uma vez que um único fornecedor responde às suas necessidades. Claro que por vezes existe a necessidade de recorrer a especialistas, mas mesmo assim o Cliente prefere que seja alguém que conhece a área de desenvolvimento a solicitar esses especialistas no momento e na medida certa.<br />
<br />
Talvez o maior desafio para os web developers generalistas seja destacarem-se dos restantes e ganharem reconhecimento. Os Clientes compreendem e aceitam pagar mais por um especialista ou uma determinada tecnologia, mas raramente compreendem a necessidade de pagar por um conjunto de capacidades.<br />
<br />
Os generalistas por vezes também têm  a tentação de aderir a tudo o que se cruza no seu caminho e isto pode tornar-se um problema. O generalista pode passar horas a tentar fazer o que um especialista poderia fazer em minutos. Mas pior ainda é que o resultado pode ficar muito aquém do que seria desejável e isso pode ter resultados imprevisíveis na sua reputação.<br />
<br />
É fundamental que os generalistas conheçam os seus limites, isto significa saber quando devem chamar um especialista ou simplesmente assumir que não se devem envolver em certas tarefas.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 5 Sep 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>NET A BORDO</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Netabordo.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Netabordo.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Durante a época das férias de Verão há sempre uma grande aposta das agências de viagens na promoção de pacotes de férias em praias mais ou menos exóticas e de cruzeiros. Um programa de cruzeiros captou a minha atenção porque um dos destaques era... internet! Nos tempos que correm tomamos como certo que qualquer hotel tem Wifi no bar e tomada de rede no quarto. Assim como nem sequer colocamos a hipótese de não ter rede de telemóvel no nosso destino de férias, ou de não ter televisão por cabo à nossa disposição. Mas... e no mar?<br />
<br />
No nosso dia-a-dia vivemos rodeados de tecnologia e a verdade é que já não sabemos viver sem ela. Mesmo estando de férias não resistimos a aceder à net para ver o nosso email e partilhar algumas fotos no Facebook. Com o aparecimento da internet nos telemóveis, Palm's, iPhone's e iPad's é cada vez mais fácil estar sempre ligado. Podemos estar calmamente deitados junto a uma piscina, a beber um cocktail e a navegar na net ou a jogar online. O gesto é de tal modo inconsciente que nem paramos para pensar que mesmo que o acesso seja wireless é sempre preciso uma infra-estrutura física que assegure a ligação.<br />
<br />
No mar as coisas são mais complicadas. Não só não há cabos subterrâneos como os navios estão constantemente em movimento. Mas a ligação tem de ser permanente, tem de ser possível partilhar no Facebook o pôr do sol em alto mar. E à falta de fibra óptica temos satélites. As redes de satélites que se limitavam a guiar os navios nas suas rotas transoceânicas são agora aproveitadas para levar internet, telefone e televisão aos navios, quer se trate de navios de carga ou de grandes cidades flutuantes.<br />
<br />
A pressão dos turistas e a crescente procura obrigou os operadores a encontrar soluções que nos permitissem estar sempre online, mesmo em pleno oceano. E a concorrência entre os diferentes operadores de telecomunicações, operadores turísticos, etc, tornou os preços acessíveis. A qualidade da ligação pode não ser igual à que temos em casa ou no trabalho, há zonas em que a cobertura de satélite pode falhar e em que é necessário mudar de satélite; mas se em pleno triângulo das Bermudas pudermos pegar no nosso telemóvel e consultar o nosso email ou ligar o Skype para fazer inveja aos amigos que ficaram em terra já podemos fazer o nosso cruzeiro mas descansados.]]></description>
          <pubDate>Wed, 31 Aug 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>PORQUÊ UMA NEWSLETTER?</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_PorqueumaNewsletter.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_PorqueumaNewsletter.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Quantas vezes já lhe aconteceu ligar a um potencial Cliente, dizer que gostaria de apresentar os seus serviços e a resposta do outro lado é “envie um email por favor, depois de analisarmos e se tivermos interesse entramos em contacto.”?<br />
Muitas outras vezes enviou a apresentação dos seus serviços para uma qualquer base de dados que adquiriu e muitos são os emails devolvidos com o pedido de remoção da base de dados.<br />
<br />
Estudos revelam que, para a maior parte dos utilizadores, o email é a principal razão de utilização da internet e que é o meio de comunicação preferido por estes. <br />
Se assim é, então não há dúvida de que este meio deve ser tomado em conta pelas empresas aquando da elaboração da estratégia de comunicação, mas é necessário ter também em conta algumas regras importantes.<br />
<br />
Os Clientes e potenciais Clientes estão cansados de tanta informação que lhes chega sem que eles a tenham solicitado e por isso, mesmo que o produto ou serviço seja muito aliciante o mais provável é que não tenha qualquer atenção por parte do destinatário.<br />
<br />
Nenhuma empresa deseja que a informação que envia seja considerada SPAM ou simplesmente seja ignorada por completo.<br />
Para isso é importante criar-se uma base de dados própria, que pode muitas vezes ser mais pequena mas também será mais segmentada e direccionada ao público-alvo. <br />
Isto é possível de uma forma simples, com a colocação de um  mecanismo de subscrição de newsletter no website ou blog da empresa. Assim esta passará a ter acesso autorizado aos emails dos utilizadores que realmente estão interessados em receber a informação e que irão dar-lhe atenção.<br />
<br />
A newsletter é também um meio de comunicação de baixo custo e que permite à empresa medir o impacto da mesma. Se foi lida, por quantas pessoas, se existiram clicks nos links, etc. Para além disso é um meio que leva também o utilizador às restantes plataformas digitais da empresa, criando uma maior proximidade entre as partes.<br />
<br />
Por outro lado para que exista interesse por parte dos utilizadores é importante que estes percepcionem valor na informação transmitida para que esta não seja apenas mais uma newsletter no meio de tantas outras. <br />
<br />
A newsletter de uma empresa pode dar a conhecer os seus serviços, as últimas novidades e oferecer regalias exclusivas aos assinantes. A newsletter pode e deve lembrar/relembrar aos utilizadores que a empresa está em acção e que tem qualidade nos serviços/produtos que oferece.<br />
<br />
Por todas as razões acima mencionadas está agora presente no website da One Small Step uma área para subscrição da newsletter. A partir de Setembro os utilizadores que nela se registarem receberão a nossa newsletter mensal com a apresentação de novos projectos, artigos interessantes sobre as nossas áreas de actuação e campanhas especiais. <br />
<br />
Convido-o a subscrever a mesma e a ficar a par das nossas novidades!<br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 24 Aug 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>IE6: O FIM?</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_IE6:OFim.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_IE6:OFim.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Apesar de já ter sido uma ferramenta bastante popular, o Internet Explorer 6 é hoje em dia um quebra-cabeças nada interessante para os utilizadores da Web, menos ainda para os profissionais da área.<br />
<br />
Lançado em 2001 ao mesmo tempo que o sistema operativo Windows XP, rapidamente se estabeleceu como o principal software de navegação Web a nível mundial, posição que manteve até 2007 (sendo na altura ultrapassado pelo Internet Explorer 7). <br />
<br />
Com o passar dos anos (já vão 10 desde o seu lançamento) foi revelando inúmeras falhas de segurança bem como de optimização na mostragem de sites mais recentes, ainda para mais se a linguagem de marcação utilizar os novos elementos fornecidos pelo HTML 5. <br />
<br />
Estas deficiências já fizeram com que algumas empresas detentoras de grandes plataformas Web deixassem de oferecer suporte ao IE 6 entre as quais a Google (algumas das suas aplicações).<br />
<br />
Existem mesmo campanhas online que incitam os Web developers a não dar suporte ao IE 6, disponibilizando para o efeito código open-source para que possam incluir nos seus projectos  (<a href='http://code.google.com/p/ie6-upgrade-warning/'>http://code.google.com/p/ie6-upgrade-warning</a>).<br />
<br />
Mas do ponto de vista comercial, uma empresa do ramo da Internet poder continuar a oferecer suporte para IE 6 nos sites que desenvolve é sem dúvida uma mais valia, pois pode adaptar o produto ao Cliente, tudo depende do tipo de site que o Cliente pretende. <br />
<br />
Se o Cliente necessita de um site de cariz institucional, em que o principal objectivo é certificar que a informação chega de forma correcta ao utilizador, então optar pela compatibilização com o IE 6 é a melhor opção. Mas se pelo contrário o que é pretendido é uma plataforma robusta, que empregue as últimas tecnologias Web para poder proporcionar uma navegação inovadora, então deixar o IE 6 de fora da lista de browsers compatíveis é uma boa ideia, até porque dessa maneira ganham-se horas de trabalho que podem ser investidas num ou noutro melhoramento do site de modo a beneficiar a experiência do utilizador.<br />
<br />
<br />
Em Fevereiro deste ano a própria Microsoft, empresa responsável pelo Internet Explorer lançou uma espécie de “Countdown online” da percentagem de utilizadores a nível mundial que ainda acedem à Web através do IE 6 . <br />
<br />
O objectivo é alertar os utilizadores para o desuso do IE 6 e levar estes a fazerem uma actualização do seu browser, descarregando um browser mais recente. Ao mesmo tempo esta campanha da Microsoft pretende que os utilizadores que deixem o IE 6 optem pelo browser mais recente da empresa, o IE 9.<br />
<br />
O “Countdown” só acabará quando a taxa de utilização do IE 6 a nível mundial for inferior a 1%, o que já acontece nos países nórdicos europeus (Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia). Em Portugal a percentagem de utilização é ainda de  1.7%.<br />
<br />
<a href='http://www.ie6countdown.com/'>http://www.ie6countdown.com</a><br />
]]></description>
          <pubDate>Thu, 18 Aug 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>WEB DESIGN - ACESSIBILIDADE NA WEB</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebDesign-AcessibilidadenaWeb.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebDesign-AcessibilidadenaWeb.htm</guid>
  				<description><![CDATA[De acordo com o Centro de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade, nos Países da União Europeia o número de pessoas com necessidades especiais situa-se entre os 60 e os 80 milhões. Este número tem vindo a crescer e estima-se que no ano 2020 uma em cada quatro pessoas (25%) se encontre nesta situação. Só em Portugal, a taxa ronda os 9,16%.<br />
<br />
Estes resultados indicam um número crescente de utilizadores que podem passar por alguns constrangimentos quando tentam aceder às tecnologias de informação e comunicação, como é o caso da Internet.<br />
<br />
<b>- O que é Acessibilidade?</b><br />
A acessibilidade consiste na facilidade e flexibilidade de acesso e de uso a vários serviços, produtos e ambientes por qualquer pessoa, independentemente das suas capacidades, e em diversos contextos. Está directamente relacionada com a usabilidade, isto é, com a eficácia, intuição e satisfação com que um utilizador acede a qualquer equipamento sem barreiras ou limitações. <br />
<br />
<b>- Qual a sua importância? Quais os benefícios?</b><br />
Todos os utilizadores deveriam ter acesso facilitado aos meios existentes. A Internet é hoje um recurso essencial em vários aspectos, seja na educação, emprego, comércio ou saúde. A sua utilização permite a todos aqueles que são confrontados com barreiras, tanto físicas como de ordem social, a acederem a todas estas fontes e a contribuírem para uma Internet cada vez mais global e eficaz.<br />
<br />
A acessibilidade não só contribui para a inclusão de pessoas com necessidades especiais, como facilita a utilização para os utilizadores em geral. Seja o caso de pessoas com alguma idade, que possuem baixa largura de banda, que acedem através dos seus telemóveis ou que possuem diferentes níveis de aprendizagem.<br />
Ao lidarmos com questões de acessibilidade melhoramos também a forma como o website é transmitido e mantido, bem como a forma como este está presente na Web, em pesquisas de conteúdo e na indexação desses mesmos conteúdos nos motores de pesquisa.<br />
<br />
Outro dos grandes benefícios, a nível empresarial, de se ter um website acessível a todos é exactamente o facto de se conseguir chegar a um maior número de utilizadores. De acordo com dados actuais, os utilizadores com deficiências físicas, cognitivas ou com certas limitações integram grande parte da população na maioria dos países, e todos eles podem ser potenciais Clientes.<br />
<br />
<b>- Como é que eu torno o meu website mais acessível?</b><br />
Existem várias formas de desenvolver websites mais acessíveis mas tudo passa por alguma metodologia. Alguns elementos que podem ser aplicados são: legendas em todas imagens, aumento do tamanho do texto, identificação dos campos presentes nos formulários, activação de elementos da página através do teclado, contactos simples e visíveis e contraste de cores.<br />
<br />
Desde 1999, a organização que desenvolve padrões para a criação e interpretação de conteúdos para a Web - World Wide Web Consortium (W3C) - definiu e publicou directrizes de acessibilidade para o conteúdo da Web. Esse guia abrange um vasto número de recomendações que ajudam a desenvolver páginas com conteúdos mais acessíveis. A última versão pode ser consultada aqui: <a href="http://www.w3.org/TR/WCAG20/" target="_blank">Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0</a><br />
<br />
Actualmente, milhões de pessoas deparam-se com vários problemas de acessibilidade que dificultam a potencial navegação por diversos websites.<br />
Embora seja crucial perceber quais os factores que afectam os utilizadores em geral, é igualmente importante garantir que as soluções encontradas para o seu website estão optimizadas para serem acessíveis a todos, incluindo aqueles com necessidades especiais.]]></description>
          <pubDate>Mon, 8 Aug 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>OS NEGÓCIOS CADA VEZ MAIS NO SEU BOLSO</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Osnegocioscadavezmaisnoseubolso.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Osnegocioscadavezmaisnoseubolso.htm</guid>
  				<description><![CDATA[No mundo actual é incontornável falar-se em "tablets" ou em "apps". Mas afinal o que é um "tablet" ou uma "app"?<br />
<br />
Um "tablet" pode ser descrito como um computador táctil, sem teclado, cujas capacidades são um pouco limitadas quando comparado com um portátil tradicional. <br />
Neste momento pode-se verificar que são essencialmente desenvolvidos para tirar partido da Internet. Contêm ligações WI-FI e 3G que lhes permite manter o seu software actualizado e manter o seu utilizador em contacto permanente com o mundo. Além disso, permitem ver vídeos, ouvir músicas, ler livros e até jogar.<br />
Tudo isto é possível graças a aplicações (apps) desenvolvidas para fins específicos.<br />
Há vantagens em ter um "tablet"? Talvez, isso dependerá da finalidade para o qual este é adquirido e do proveito que se retira da sua utilização.<br />
<br />
O que me levou a escrever sobre este assunto não foi a vantagem de ter um "tablet", mas os benefícios que se podem obter por se estar neste novo ambiente virtual.<br />
Na verdade trata-se de um mundo relativamente recente, com muito por onde crescer. É também verdade que nem sempre se obtém o tão desejado lucro imediato, mas a realidade actual leva-me a acreditar que com o tempo (não muito longo, creio) e o maturar desta nova tecnologia e respectivas aplicações, permitirá obter um lucro significativo tanto para os "advertisers", como para os vendedores e mesmo para os Clientes. A oportunidade de ter a aplicação que nos interessa, sobre o assunto que nos interessa é uma mais-valia incalculável. Seja uma loja online que vende produtos próprios, seja uma promotora que divulga os seus eventos, publica os seus anúncios e vende os seus bilhetes, tudo através da sua aplicação. Imaginem a facilidade de utilização e a capacidade de fidelizar Clientes.<br />
Se a isto juntarmos as aplicações NFC (<i>Near Field Communication</i>) que permitem, por exemplo, o pagamento automático (<i>Google Wallet, Isis, Square</i>, entre outros), esta ferramenta torna-se ainda mais completa.<br />
<br />
Cada vez mais me convenço que num mundo em constante evolução, não chega ganhar novos Clientes, é necessário fidelizar os que se têm. Este tipo de tecnologia é o parceiro ideal para atingir esse objectivo.<br />
<br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 3 Aug 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>DEDICATED VS ADAPTATIVE DESIGN</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_DedicatedvsAdaptativeDesign.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_DedicatedvsAdaptativeDesign.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O número de acessos à web a partir de dispositivos móveis, tendo como referência 2009, quase triplicou e é quase certo que continuará a crescer a bom ritmo tendo em conta o tipo de acesso, quase idêntico ao de um <i>desktop</i>, que os novos <i>browsers</i> como o iOS e o Android permitem. Tal como cresce o mercado <i>mobile</i>, também crescem as expectativas dos consumidores e das empresas, ávidos por explorar as potencialidades destes dispositivos.<br />
<br />
Com este propósito em mente muitas empresas desenvolveram estratégias para disponibilizar informação e serviços aos seus visitantes <i>mobile</i>. É importante ter em conta que a estratégia a adoptar pode variar profundamente de caso para caso, dependendo da área de negócio em causa.<br />
<br />
Um <i>website</i> optimizado para plataformas <i>mobile</i> geralmente oferece um tipo de acesso e experiência muito diferente de um <i>website</i> optimizado para <i>desktop</i>. Estes <i>websites</i> podem exigir um elevado volume de pesquisa e análise, de modo a estabelecer prioridades que permitam disponibilizar de forma adequada o conteúdo mais relevante.<br />
<i>Websites</i> como o ebay e a Amazon adoptaram estratégias muito diferentes para os acessos <i>desktop</i> e <i>mobile</i>, porque compreendem que o tamanho do ecrã e o tamanho dos ficheiros têm sérias implicações nos acessos <i>mobile</i>.<br />
<br />
Os <i>browsers</i> mais recentes, incluindo os <i>mobile</i>, já estão preparados para recolher informação do dispositivo que está a aceder ao <i>website</i> e determinar a altura, a largura e a orientação da janela de <i>browse</i> para, desse modo, ajustar a interface ao dispositivo em causa. As Media Query como são designadas, começaram a ganhar popularidade quando as empresas que desenvolvem e dão suporte aos <i>browsers</i> adoptaram a norma CSS3 da W3C. Isto levou a que um maior número de <i>web developers</i> começassem a utilizar Media Query’s para oferecer aos seus visitantes interfaces que se adaptam ao equipamento (Adaptative Design).<br />
<br />
Estes <i>layouts</i> que se adaptam ao dispositivo podem utilizar como base os conteúdos que estão no <i>website</i> para <i>desktop</i>, no entanto é necessário estabelecer prioridades para que nos <i>layouts</i> mais estreitos, em que os conteúdos ficam numa única coluna, coloquem no topo os mais relevantes. É importante ter em conta que as imagens também devem estar preparadas para este escalonamento, definindo uma largura máxima que se adeque aos diversos suportes.<br />
<br />
Esta abordagem reforça o conceito “One Web” que encara a internet como um meio universal que se deve adaptar ao ambiente de cada utilizador. Utilizando Media Query podemos de facto criar um único <i>website</i>, optimizado tanto para <i>mobile</i> como para <i>desktop</i>.<br />
<br />
Apesar de tudo a estratégia a adoptar deve ser orientada ao conteúdo, aos objectivos e ao utilizador. Uma análise mais cuidada do <i>analytics</i> do <i>website</i> pode mostrar que uma grande parte dos visitantes usam dispositivos móveis e que o tempo extra consumido a optimizar este tipo de acesso representa um benefício óbvio para a empresa.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 25 Jul 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>PARABÉNS ONE SMALL STEP</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_ParabensOneSmallStep.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_ParabensOneSmallStep.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Este post tem um caracter muito pessoal. A minha (a meias) One Small Step completou no início deste mês 6 anos de actividade. Não vou fazer balanços, nem falar de sonhos... Prefiro debruçar-me sobre os desafios e as preocupações que o futuro reserva. <br />
<br />
Aqui há uns tempos, durante um curso sobre gestão de empresas, li uma frase que agora se revela bem verdadeira. Os empregados sentem stress, os gestores sentem ansiedade. E é essa ansiedade que me leva a escrever este post.  Por muito bem que as coisas estejam a correr o amanhã é sempre uma preocupação. Porquê? Porque há pessoas que dependem de mim, do meu sucesso, das minhas decisões. E é aqui que reside uma parte das minhas preocupações. Os meus colaboradores. Pessoas que acreditam neste projecto, que trabalham para e por ele, e que em troca têm o direito de exigir uma aprendizagem contínua, uma evolução profissional, uma estabilidade para as suas vidas e um futuro, pelo menos a curto prazo, livre de preocupações laborais.<br />
<br />
Os tempos são de crise. O País vive uma situação preocupante e tenho a sensação que o pior ainda está para vir. Que consequências terá isso para uma empresa como a One Small Step? Será que empresas que à partida iriam contactar empresas maiores se vão virar para empresas mais pequenas como forma de poupar recursos? Será que se aproximam tempos difíceis para a One Small Step? O ano começou bem, o volume de trabalho e de negócios melhorou significativamente face ao ano de 2010. Agora entramos no período de férias, em que o volume de trabalho e o número de contactos diminui. E depois? Haverá um novo arranque em Outubro como tem sido norma nos últimos anos? Ou será que a crise se vai começar a fazer sentir?<br />
<br />
E aqui entramos nos desafios. Não podemos ficar sentados à espera que novos projectos venham ter connosco. Desculpas com a crise e os tempos difíceis não resolvem eventuais problemas ou faltas de trabalho. Temos de ser capazes de ir à procurar do nosso sucesso. Agora, mais do que nunca, temos de ser capazes de atrair novos Clientes, novos projectos, novos desafios. Até agora temos feito um bom trabalho. Quer a angariar Clientes, quer a manter os que nos contactam. A nossa atitude junto dos Clientes é muito vezes elogiada e por várias vezes foi factor decisivo na conquista de projectos. Para mim este é um motivo de orgulho. Mas o passado não garante o futuro; dá-nos força, dá-nos ânimo, mas não garante resultados.<br />
<br />
Neste momentos tenho um aliado de peso. O meu imenso e inabalável optimismo, que me faz sempre acreditar que tudo vai correr bem. Por isso, parabéns One Small Step!!! Parabéns Jorge! Parabéns Vera, Catarina, Ricardo e Tony! Vamos construir o nosso sucesso!<br />
]]></description>
          <pubDate>Fri, 22 Jul 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>MARKETING MIX NOS SERVIÇOS </title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_MarketingMixnosServicos.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_MarketingMixnosServicos.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O Marketing Mix é formado por um conjunto de variáveis definidas de forma a implementar a estratégia operacional da empresa. A definição das variáveis do Marketing Mix deve responder à seguinte questão: Como é que a empresa vai actuar no mercado?<br />
<br />
Habitualmente ouvimos falar na definição dos 4 P’s do Marketing Mix (<i>Product, Price, Place e Promotion</i>), mas nas empresas que comercializam serviços a realidade é diferente e o Marketing Mix duplica os P’s, passando para 8 (<i>Product, Place & Time, Process, Productivity & Quality, People, Promotion & Education, Physical Evidence e Price</i>):<br />
<br />
<b>Elementos do Produto</b> (<i>Product Elements</i>)<br />
A empresa deve ter em conta todas as componentes do desempenho do serviço. Devem ser seleccionadas as características do serviço principal e o pacote de serviços complementares que o envolvem, tendo em conta os benefícios e o grau de desempenho dos serviços concorrentes. <br />
<br />
<b>Lugar e Tempo</b> (<i>Place & Time</i>) <br />
É necessário definir quando (tempo de entrega), onde (local) e como (meios) o serviço será entregue/prestado aos Clientes. <br />
Esta definição pode envolver canais de distribuição físicos e/ou electrónicos, dependendo da natureza do serviço que está a ser fornecido. <br />
As empresas podem entregar o serviço directamente aos Clientes ou podem trabalhar com empresas intermediárias.<br />
<br />
<b>Processo</b> (<i>Process</i>)<br />
Série de procedimentos necessários para uma entrega eficaz do serviço. Estes procedimentos são definidos pela empresa e devem ser cumpridos com rigor. <br />
É provável que processos mal concebidos criem uma insatisfação nos Clientes devido a atrasos na entrega, excesso de burocracia, mau atendimento do apoio ao Cliente, etc. Da mesma forma, processos deficientes dificultam o bom desempenho do pessoal de contacto, resultam em baixa produtividade e aumentam a probabilidade de falhas nos serviços. <br />
<br />
<b>Produtividade e Qualidade</b> (<i>Productivity & Quality</i>) <br />
Produtividade – capacidade que a empresa tem em prestar serviços em tempo útil e com o mínimo de custos possíveis mantendo as características de qualidade exigidas e percebidas pelos Clientes. <br />
Qualidade – O grau em que um serviço satisfaz as necessidades, desejos e expectativas dos Clientes. <br />
Produtividade e Qualidade não devem ser vistas em separado uma vez que uma boa produtividade é essencial para manter os custos controlados mas é necessário estar atento para que isso não se traduza numa redução do nível de qualidade dos serviços. <br />
A qualidade do serviço é essencial para a diferenciação deste e para aumentar a fidelidade do Cliente.  <br />
<br />
<b>Pessoas</b> (<i>People</i>)<br />
Qualquer pessoa envolvida, directa ou indirectamente na produção/entrega do serviço. <br />
É muito importante compreender o que o Cliente procura, mas é igualmente importante saber interagir com os Clientes e ter em conta as necessidades individuais de cada um. O Cliente procura cada vez mais um atendimento personalizado. <br />
É no momento de interacção com o prestador de serviços que o Cliente tem a percepção da qualidade do serviço, avaliando as pessoas que lhe estão a fornecer o mesmo. Neste campo é importante que as empresas invistam na formação e motivação dos seus profissionais. <br />
<br />
<b>Promoção e Educação</b> (<i>Promotion & Education</i>)<br />
Tal como no marketing de produtos também nos serviços a comunicação tem um papel fundamental para despertar no Cliente a preferência por determinados serviços em detrimento de outros. <br />
Nenhum plano de marketing tem sucesso sem uma boa estratégia de comunicação, que promova os benefícios do serviço mas também eduque os Clientes sobre o mesmo. <br />
No marketing de serviços, grande parte da comunicação é, por natureza, educacional, particularmente para Clientes novos. É fundamental realçar os benefícios do serviço, onde e quando obtê-lo e como participar nos processos.<br />
<br />
<b>Evidência Física</b> (<i>Physical Evidence</i>) <br />
Ambiente onde é entregue/prestado o serviço. <br />
Características visuais ou outras características tangíveis que ofereçam evidências da qualidade do serviço. A aparência dos edifícios, o local onde se inserem, a decoração do espaço, a sinalização, o vestuário dos profissionais, tudo isto influencia a percepção do Cliente sobre a qualidade do serviço. <br />
Por outro lado também é necessário tornar o serviço, de alguma forma, mais real para o consumidor. Por isso estão incluídos neste ponto materiais promocionais e/ou informativos que mostrem os serviços e informações relevantes para o consumidor.<br />
<br />
<b>Preço</b> (<i>Price</i>)<br />
Neste ponto a empresa não define apenas um preço de venda ao público e condições de compra, é também necessário ter em conta outros custos nos quais os Clientes possam incorrer para obterem benefícios do serviço, como é o caso do tempo, esforço físico e intelectual, entre outros.<br />
<br />
Os serviços são essencialmente intangíveis e por isso devem estar associados a algo tangível. A definição cuidada de todas estas variáveis é crucial para uma boa prestação dos serviços uma vez que estes são produzidos e consumidos simultaneamente. <br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 11 Jul 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>UMA NOVA REDE SOCIAL, OU ESPÉCIE DE...</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_umanovaredesocialouespeciede.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_umanovaredesocialouespeciede.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Após cerca de um ano de trabalho em absoluto sigilo chega finalmente da parte da Google um novo conceito de rede social para apresentar aos internautas.<br />
<br />
Depois do Google Buzz ter ficado aquém das expectativas sobretudo quando o objectivo era poder competir de forma equilibrada com o rival Facebook, a Google não desiste e arrisca mais uma vez, aproveitando também o decrescendo de popularidade de algumas redes sociais (Myspace por ex.).<br />
<br />
Segundo a empresa líder de pesquisas, não se trata de um mero serviço social mas sim de uma espécie de complemento a toda a plataforma Google, assim se justifica o nome para o novo produto:  “Google +”.<br />
<br />
Mas poderá realmente esta nova rede social ser um adversário à altura do Facebook? Conhecendo as capacidades da Google não seria de todo inesperado que tal acontecesse até porque o serviço de Mark Zuckerberg  contém alguns aspectos negativos para os utilizadores. A possibilidade de facilmente se criar um perfil falso (de uma celebridade por exemplo), além das frequentes alterações no funcionamento da conta do utilizador que acontecem sem que este seja avisado, são alguns exemplos.<br />
<br />
Por seu lado o Google + aposta ainda numa maior privacidade e segurança de dados . É possível ao utilizador ‘X’ pertencer a um círculo de amigos do utilizador ‘Y’, sem que seja obrigatório ao utilizador ‘Y’ pertencer a determinado círculo de amigos do utilizador ‘X’.  Isto porque existe a opção de criar grupos de amigos separados (ex.: Trabalho, Faculdade ). Além disso cada vez que o utilizador pretende partilhar algo pode decidir quais os círculos de amigos que poderão ver a informação partilhada.<br />
<br />
Existem ainda várias funcionalidades onde se destacam  a ferramenta ‘hangouts’ que permite uma interessante videoconferência em grupo ou a área de pesquisa ‘sparks’ que engloba formas de pesquisa na internet cujos formulários estão directamente embebidos na plataforma Google +.<br />
<br />
Actualmente apenas é possível aceder à ferramenta através de convites disponibilizados pela empresa a personalidades e jornalistas do mundo da informática, mas espera-se que dentro de meses o serviço possa ser acedido por qualquer pessoa.<br />
<br />
É possível assistir a uma demonstração do produto em <a href='http://www.google.com/+/demo/' target='_blank'>http://www.google.com/+/demo/</a><br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 6 Jul 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>REDESIGN</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Redesign.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Redesign.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O processo de redesign pode ser bastante complexo. Trata-se da reformulação de algo já existente que por diversas razões necessita de renovação.<br />
<br />
Quando nos é proposto um projecto de redesign, para um website, existem vários aspectos a considerar além dos aspectos técnicos presentes no desenvolvimento e concepção. Este processo envolve muito mais do que a reformulação de conceitos visuais, mais modernos e actuais.<br />
<br />
<b>- Definir Objectivos</b><br />
Para além das melhorias de usabilidade e navegação é necessário estabelecer um conjunto claro de objectivos principais para o projecto.<br />
Nesta fase é bastante importante a comunicação com o Cliente. Reservar algum tempo para definir quais as metas específicas e quais os factores-chave que precisam de atenção não é "perda" de tempo, muito pelo contrário. Quando são definidas as razões para o redesign e quais os aspectos mais importantes do website para o negócio, fica mais claro perceber qual o trabalho que tem de ser desenvolvido para responder às necessidades do Cliente.<br />
<br />
<b>- Avaliar o Website Actual</b><br />
Quais os aspectos mais eficazes e os menos eficazes? Está o website apropriado para a área de negócio em que se insere?<br />
Normalmente todos os websites têm os seus pontos fortes e fracos. É natural que os pontos fortes sejam reaproveitados e incorporados na renovação. Esta distinção ajuda a seleccionar novos elementos para o design.<br />
Cada área de negócio possui as suas próprias características e tendências. Por esta razão, é igualmente importante avaliar a concorrência. Determinar quais os pontos em comum nos websites dos líderes de mercado da mesma área de negócio, ajuda a definir características que possam ser determinantes na concepção de um website apropriado para a área de negócio e favorável para os utilizadores.<br />
<br />
<b>- Avaliar o Utilizador</b><br />
Quem são os utilizadores actuais?<br />
Ao contrário do que acontece quando se desenvolve um website novo, um website já existente e alvo de renovação já possui utilizadores regulares que o visitam e que esperam encontrar certos elementos e características.<br />
Deve-se ter em conta a forma como o utilizador navega no website para não quebrar os padrões de utilização e sensação de familiaridade que conquistou com o uso regular do mesmo. Afinal não são só as expectativas do Cliente que estão em causa mas também as do utilizador. <br />
<br />
É necessário pensar nestes factores como parte integrante do todo o processo de redesign. É preciso ter em conta a experiência do utilizador enquanto navega, se é intuitiva e funcional e se se adequa aos conteúdos existentes.<br />
Renovar um website está longe de ser uma ciência exacta. É preciso planear bem e fazer as perguntas certas. O que faz um utilizador visitar o website com frequência? O que é que o website possui que possa interessar aos utilizadores? Como posso tornar o website <i>user-friendly</i> sem pôr em causa a identidade da empresa?<br />
Explorar estas condicionantes não só ajuda a que os utilizadores actuais continuem com uma boa impressão do website/empresa como poderá desempenhar um papel determinante no aparecimento de novos utilizadores.]]></description>
          <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>SPEED DIAL BROWSERS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_SpeedDialBrowsers.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_SpeedDialBrowsers.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O futuro aponta para que os equipamentos móveis se tornem o meio dominante nas acções que envolvem processamento de informação e um dos aspectos fundamentais do sucesso destes passa pelo característico <i>desktop</i> repleto de Aplicações (App’s).<br />
<br />
Estou convencido que num futuro próximo os utilizadores vão querer ter <i>browsers</i> do tipo <i>Speed Dial</i> nos seus <i>PC’s</i> e <i>Laptop’s</i>, de modo a replicar a interface a que se habituaram a usar nos equipamentos móveis. Em vez de serem os <i>browsers</i> de <i>PC</i> a condicionar a forma como os dispositivos móveis evoluem tudo indica que afinal vai ser o contrário.<br />
<br />
Em vez da tradicional <i>homepage</i> os utilizadores vão querer ter à sua disposição uma interface multi-aplicação como a que já utilizam nos <i>tablets</i> e telemóveis.<br />
Por isso, abrir um <i>browser</i> com uma única <i>homepage</i> será em breve algo do passado. As vantagens de ter 25 App’s, no caso do Opera, disponíveis assim que se abre o <i>browser</i> serão suficientes para não querer voltar ao funcionamento convencional.<br />
<br />
Quando este formato se tornar <i>standard</i>, as empresas atentas a estes aspectos estarão melhor preparadas para enfrentar essa mudança. Podendo assim preparar antecipadamente os <i>websites</i> dos seus Clientes para os novos <i>browsers</i>.<br />
Cada vez mais os <i>websites</i> têm uma versão mobile e a tendência é também evoluírem no sentido de funcionarem mais como Aplicações.<br />
<br />
Por enquanto a melhor forma de nos prepararmos para esta mudança, no que diz respeito aos ícones, é combinar os requisitos dos dispositivos <i>touch-screen</i> da Apple com a versão <i>Speed Dial</i> do Opera. A Apple recomenda a utilização de um PNG com 57 x 57 pixels para os ícones de <i>touch-screen</i>, enquanto o Opera necessita de pelo menos 114 x 114 pixels. Como o Opera reconhece o código HTML dos <i>touch-screen</i> da Apple a solução passa por criar ícones com 114 x 114 pixels e utilizar o código dos <i>touch-screen</i> Apple. Deste modo o PNG de 114 x 114 permite escalonar o ícone para os diferentes dispositivos. O iPhone 4 utiliza o formato de 114 x 114 enquanto que para os mais antigos o PNG terá de ser reduzido para 57 x 57 e no iPad  para 72 x 72 pixels.<br />
<br />
Para assegurar a compatibilidade, uma vez que é previsível que em breve tanto o Chrome como o Firefox incorporem também mecanismos para que o utilizador customize a sua interface <i>Speed Dial</i>, devemos seguir estas indicações, criando ícones para cada dispositivo. Deste modo poderemos tirar partido das características de cada um.<br />
<br />
Neste momento o <i>Speed Dial</i> já funciona nos dispositivos <i>touch-screen</i> da Apple e no Opera mas acredito que em poucos meses estará também a funcionar no Opera Mobile e no Opera Mini. Não me espantaria que em menos de um ano o mesmo código <i>HTML</i> estivesse também suportado pelos restantes <i>browsers</i>...<br />
]]></description>
          <pubDate>Tue, 14 Jun 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>UM NOVO BACK-OFFICE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Umnovoback-office.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Umnovoback-office.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Num post anterior falei sobre a estratégia da One Small Step na contratação de recém-licenciados. A necessidade de ideias novas, de actualização tecnológica. A isto junta-se, claro, o entusiasmo e o empenho que colocam em cada tarefa e em cada actividade.<br />
<br />
Neste momento é com agrado, e algum orgulho, que observo e acompanho o trabalho desenvolvido pelos Colaboradores da One Small Step. E é ainda mais gratificante vê-los tomar a iniciativa de melhorar processos e ferramentas da Empresa. Um exemplo dessa iniciativa foi a reformulação da ferramenta de back-office da One Small Step. A ferramenta foi totalmente reformulada tendo como objectivos diminuir o tempo de desenvolvimento de novos projectos e aumentar a facilidade de utilização por parte dos nossos Clientes.<br />
<br />
Esta revolução promovida pelos colaboradores da One Small Step fez-me reflectir sobre um problema que muitas vezes afecta as empresas. A resistência que existe a que os processos e as aplicações sejam feitas de outra forma e com novas tecnologias. Esta resistência muitas vezes nasce no facto de que quem gere e coordena, muitas vezes os mesmos que definiram e implementaram os processos e as aplicações no passado, não domina a tecnologia trazida pelos mais novos. Esta resistência, para além de desmotivar os que querem contribuir com os seus conhecimentos, traduz-se num bloqueio à inovação e à adaptação às novas tecnologias, num entrave ao crescimento e à competitividade da própria empresa.<br />
<br />
Para a One Small Step a adaptação a novos processos e a novas tecnologias é um objectivo sempre presente. É algo que nos permite melhorar a nossa resposta aos desafios que nos são colocados pelos nossos Clientes.]]></description>
          <pubDate>Mon, 6 Jun 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>LEGISLATIVAS NAS REDES SOCIAIS!</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_LegislativasnasRedesSociais!.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_LegislativasnasRedesSociais!.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Barack Obama foi o impulsionador do uso das redes sociais como suporte de campanha eleitoral e parte da sua vitória como Presidente dos EUA foi atribuída a esta forma inovadora de “falar” com o “povo”. Por conseguinte um pouco por todo o mundo os políticos renderam-se ao twitter, facebook, youtube e tantas outras redes sociais.<br />
<br />
Portugal não é excepção e prova disso é que grande parte dos partidos candidatos às legislativas de 2011 estão a usar as redes sociais como mais um meio de comunicar com os eleitores.<br />
As redes sociais apresentam-se como um meio moderno, simples, directo e sem censuras para fazer campanha.<br />
Aqui os meios de comunicação tradicionais, como rádio, televisão ou jornais não podem manipular a informação transmitida. Aliás os candidatos, ao usarem as redes sociais, não só estão a comunicar ao povo português as suas ideias mas também o estão a comunicar aos meios de comunicação tradicionais uma vez que, para estes, estas são já uma fonte de informação primordial.<br />
<br />
A ideia de que as redes sociais são um meio mais barato pode, em alguns casos, ser errónea uma vez que não basta estar, é preciso saber estar.<br />
Os candidatos a primeiro-ministro têm de ter em atenção que como canal directo de interacção com os eleitores este meio de comunicação, quando mal usado, pode significar uma derrota absoluta.<br />
Para que não existam percalços  é bom que recorram a equipas especializadas neste meio, que os ajudem a criar e gerir os seus perfis de forma clara, simples e profissional.<br />
<br />
Por outro lado, na realidade, este pode ser um meio de comunicação mais barato basta que  os partidos assumam, por sua conta e risco, a gestão das suas presenças. Este facto permite ao partidos mais pequenos colocarem-se ao nível dos maiores, ou pelo menos tão acessíveis como estes. <br />
À excepção  dos poucos minutos que lhes são dados pelos canais televisivos no tempo de antena (obrigatório), pouco ou nada se ouve sobre os partidos minoritários. Apenas partidos com maior expressão têm espaço nos meios tradicionais. <br />
Essa realidade mudou com as redes sociais e parece que neste meio são os partidos mais pequenos que mais arriscam e inovam. <br />
<br />
Para juntar a todas estas vantagens temos ainda os estudos que mostram que o número de internautas não pára de crescer e que o uso das redes sociais é cada vez mais uma das principais “tarefas” destes quando estão a “navegar”.<br />
<br />
As redes sociais são um fenómeno do século XXI e não escapam nem aos nossos mais tradicionais políticos.<br />
]]></description>
          <pubDate>Tue, 31 May 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>ECONOMIA E INTERNET </title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_EconomiaeInternet.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_EconomiaeInternet.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Muito provavelmente desde a revolução industrial inglesa que o tecido empresarial de toda a parte do globo não experienciava uma revitalização tão profunda ao nível da comunicação, prestação de serviços e venda de produtos como a que hoje se pode testemunhar. A responsabilidade desse novo vigor atribui-se obviamente à internet.<br />
<br />
A facilidade de acesso a novos mercados e clientes com reduzido esforço financeiro permitiu uma alargada expansão de empresas que durante anos e até décadas registaram um crescimento demasiado comedido. Também a localização física da empresa representa cada vez menos importância na quantidade de produtos vendidos ou serviços prestados, e o facto de estarem disponíveis 24 horas por dia aumenta a eficácia de vendas.<br />
<br />
Segundo um estudo divulgado na passada terça-feira pela McKinsey (empresa de consultoria) deve-se à internet cerca de 3,4% do PIB de 13 das maiores economias mundiais pertencentes a países como Suécia, Estados Unidos, Japão ou Alemanha.<br />
<br />
Apesar de toda  a investigação, inovação tecnológica e investimento que se associam ao fenómeno da internet, é incrível como esta dispõe de um conjunto de ferramentas acessíveis das quais qualquer pessoa ou empresa consegue beneficiar, apelando à convergência de meios e atenuando o fosso competitivo entre grandes empresas e pequenas empresas. <br />
<br />
Algumas dessas empresas pertencem mesmo ao mercado tradicional, o que por si só já cria uma dicotomia interessante entre tradição e inovação.  <br />
Pode-se dizer que se a internet fosse uma pessoa muito possivelmente sobressairiam nela humildade e civismo social.<br />
<br />
Prevê-se que para o futuro a tendência será a de tentar propagar o comércio electrónico em redes sociais como o Facebook devido ao grande número de utilizadores, à credibilidade e a uma relação social mais informal para com os clientes.<br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 25 May 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>DESIGN PARA TOUCHSCREENS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Designparatouchscreens.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Designparatouchscreens.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O trabalho de um designer é produzir a melhor experiência possível. Para isso acontecer, a concepção e desenvolvimento de um website e/ou aplicação deve ter em conta o contexto e ambiente no qual os utilizadores vão interagir.<br />
<br />
Quando falamos de dispositivos <i>touchscreen</i> pensamos logo em factores como interactividade, flexibilidade e usabilidade. <br />
O design de interfaces para <i>touchscreens</i> é algo novo e complicado, principalmente quando desenvolvemos para um público habituado a um cursor e um rato. A forma como os utilizadores interagem com estes dispositivos é completamente diferente. Existe uma ligação directa aos objectos, rapidez de navegação e continuidade de movimentos.<br />
<br />
Por essas razões é que desenhar um website ou aplicação representa novos desafios e algumas limitações.<br />
Por exemplo, o estado <i>hover</i> deixa de ser suportado. Isto é, o designer deixa de poder contar com esse estado para identificar um link ao utilizador. Alguns menus deixam de ser viáveis, como é o caso dos menus <i>drop-down</i>.<br />
A solução passa por utilizar menus escondidos que aparecem após um toque longo ou que deslizem quando o utilizador puxa manualmente, como se fosse uma gaveta.<br />
<br />
Outra questão é a fraca precisão. Quando se projecta para <i>touchscreens</i> convém ter em conta o tamanho dos objectos. É frustrante quando tentamos aceder a uma área e não conseguimos porque o botão é demasiado pequeno ou está muito perto do limite do visor.<br />
<br />
Os websites e aplicações devem ser mais flexíveis. São vários os tamanhos de visualização que nos são apresentados hoje em dia, tanto em modo <i>landscape</i> como <i>portrait</i>. A prática consiste em utilizar grelhas e sistemas modulares que se "moldem" ao dispositivo que o utilizador está a usar. Alguns <i>touchscreen</i> têm inclusivamente um sistema de detecção de rotação que aplica um novo estilo de página, dependendo da rotação do ecrã.<br />
<br />
Quais são as mudanças que podemos esperar para o futuro?<br />
Os <i>touchscreens</i> já não são só para os <i>smartphones</i>. Introduziram-se outros dispositivos como os <i>tablets</i> e já há alguns <i>desktops</i> que permitem este tipo de funcionalidade.<br />
Com um maior número de <i>touchscreens</i> no mercado a forma de desenvolver websites e aplicações irá alterar-se de modo a acompanhar as mudanças tecnológicas e consequentemente os comportamentos dos utilizadores.]]></description>
          <pubDate>Mon, 16 May 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>RESPONSABILIDADE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Responsabilidade.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Responsabilidade.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Quando pertencemos a uma empresa, somos mais do que colaboradores. Permitindo-me a comparação, somos parte de um corpo. E se uma das partes do corpo falha, todo o corpo sofre. <br />
<br />
Esta analogia serve para dizer que um colaborador é uma parte importante de uma empresa. Com esta importância vem responsabilidade, tanto para a empresa como para o colaborador. Isto porque, do meu ponto de vista, a empresa deve defender sempre o seu colaborador e tentar que este se sinta sempre bem, física e psicologicamente. Ao colaborador cabe defender, em todo e qualquer momento, a sua entidade empregadora, e estar pronto para qualquer desafio.<br />
<br />
Falo neste assunto porque vieram a público, esta semana, notícias de um “erro” por parte de um funcionário de uma empresa de Multimédia que, “acidentalmente”, enviou uma newsletter para a concorrência. As consequências, talvez exageradas no caso em questão, poderiam por em causa concorrência ou informação privilegiada em casos mais sérios. <br />
Ora, esta troca de newsletters não deixou de fazer estragos. Fez com que a empresa perdesse um importante cliente e, provavelmente, um colaborador, quem sabe, bastante qualificado, além do próprio prejuízo para a sua imagem através das notícias divulgadas.<br />
<br />
É necessário termos sempre presente, colaboradores e empresas, a responsabilidade que cabe a cada parte, mas também ao todo. Isto porque muitas vezes os colaboradores não percebem que um “pequeno” desvio da política da empresa pode colocar todos em risco. Desde o seu posto de trabalho, o dos seus colegas, e a própria empresa. Às empresas cabe perceber e dar condições para que os colaboradores estejam sempre concentrados e disponíveis a 100%. <br />
<br />
Se houver sempre, tal como acredito que há na empresa cujas cores defendo, um esforço e luta diária para que todos estejamos satisfeitos, incluindo os Clientes, todo o trabalho será facilitado.]]></description>
          <pubDate>Thu, 12 May 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>WEB FONTS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebFonts.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebFonts.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O processo criativo habitualmente leva a que os designers se preocupem demasiado com o grafismo das páginas e com os efeitos aplicados a cada elemento, descuidando por vezes o tipo de fonte e a formatação de títulos e textos. O texto é afinal de contas o principal veículo da mensagem que queremos transmitir e como tal deve ser alvo de uma atenção especial.<br />
<br />
Discutir este assunto envolve uma série de aspectos técnicos. Além do tipo de fonte, serifada, sem serifas, há todo um leque de acertos que podem influenciar a forma como vamos interagir com o utilizador do website. A forma e o local onde usamos Bolds, o espaçamento entre linhas, o tipo de alinhamento, etc...<br />
<br />
O que mais condiciona o aspecto global dos textos é a fonte que se escolhe. Infelizmente não há muitas fontes que sejam comuns aos sistemas operativos de PC e Mac o que limita ainda mais o número de fontes disponíveis. A pensar nisso a Google criou um serviço que vem colmatar em parte esta limitação, alojando online um vasto leque de fontes, dando assim a possibilidade de adoptar fontes mesmo sem estarem previamente instaladas no computador que usamos para aceder aos websites. Além do Google existem outros serviços semelhantes online e também algumas técnicas para contornar esta limitação.<br />
<br />
Pela facilidade de leitura, pela elegância e qualidade do seu design, fontes como a Arial, Verdana e Times New Roman foram usadas exaustivamente. Este uso intensivo teve como consequência um desgaste evidente destas e de outras fontes, mas também trouxe alguma monotonia aos websites que as utilizam.<br />
Como habitualmente se deve evitar a utilização de muitas fontes em simultâneo, os elementos para as distinguir podem passar também pela alteração da cor de fundo ou por elementos adicionais, tais como sublinhados, ícones ou outros.<br />
<br />
Em termos gráficos é comum ver-se os títulos adaptados ao grafismo ou cores do website. Este destaque serve também para guiar o utilizador pelas diferentes áreas. O texto por seu lado deve formar blocos com um alinhamento fácil de seguir e assim facilitar a leitura. Os Links devem ter um tratamento que torne fácil a sua identificação, quer seja pelo tamanho, cor ou intensidade.<br />
<br />
A fonte em si pode também condicionar a interpretação que se faz de um determinado conteúdo. Por exemplo, as fontes serifadas como a Times New Roman transmitem confiança e profissionalismo, são por isso muito usadas em jornais e revistas para reforçar a credibilidade do conteúdo.<br />
Para um Blog, em contrapartida, fontes maiores e texto mais espaçado ajudam a que o leitor possa saltar linhas que não lhe interessem e possa mesmo assim ficar com uma ideia do assunto.<br />
<br />
Combinar diferentes fontes tem obviamente os seus benefícios, mas pode não ser tão simples como parece. Utilizar fontes de diferentes famílias permite estabelecer um equilíbrio entre o que é título, o que é clicável e o texto em si. É um processo delicado, mas com a prática e as ferramentas adequadas os resultados podem ser surpreendentes.]]></description>
          <pubDate>Mon, 2 May 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>MARKETING INFANTIL</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_MarketingInfantil.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_MarketingInfantil.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Ao longo dos anos, não só existiram mudanças sociais, políticas e económicas como também se identificaram mudanças no papel das crianças na sociedade.<br />
Mais informadas, decididas e com capacidade de influenciar as decisões da família, as crianças começaram a ser vistas pelas empresas como um público-alvo que merece uma atenção especial.<br />
<br />
Cada vez mais as crianças começam desde muito pequenas a saber utilizar um computador, um telemóvel ou jogar um vídeo-jogo.<br />
São elas que decidem o que querem vestir, os brinquedos que querem ter e os canais que pretendem ver.<br />
<br />
A criança, apesar de não ser quem compra directamente, tem um papel preponderante no processo de decisão de compra de uma família, seja como influenciadora, como decisora ou como consumidora. <br />
Quer na compra de brinquedos, de roupa, de produtos alimentares, quer na decisão das férias ou até da compra de um novo carro as crianças têm sempre uma palavra a dizer e cada vez mais os pais têm-nas em conta nas suas decisões. <br />
<br />
Esta mudança é também consequência de uma outra, a do papel dos pais. Existe um aumento do número de crianças com pais separados, filhos de mães solteiras, ou que passam pouco tempo com os pais devido ao trabalho destes e por isso todos eles tentam compensar a ausência com um comportamento mais permissivo relativamente às exigências dos filhos.<br />
<br />
Ao aperceberem-se do papel de decisor que as crianças desempenham no seio das famílias as marcas começaram a delinear estratégias para comunicar directamente com elas. Apareceram as mascotes, os canais exclusivamente infantis, os cromos e brindes nos produtos, os festivais dedicados a crianças, etc.<br />
Mesmo as marcas para adultos tentam chegar a este público mais novo associando mascotes a produtos que não são directamente para eles, como por exemplo, o caso da <i>Comfort </i> ou do <i>Skip</i>.<br />
<br />
Apesar do público infantil ser facilmente influenciável através dos anúncios, que adora pelas músicas e cores, e das mascotes, que admira pelas formas e movimento, isso não é sinónimo de uma estratégia de marketing mais fácil de delinear.<br />
As crianças são exigentes, sabem perfeitamente o que são marcas e o que são imitações, são críticas, se não gostam não têm problema nenhum em dizê-lo e são genuínas, não consomem só porque parece bem.<br />
<br />
Com o evoluir dos tempos as crianças passaram a ser não só o melhor do mundo para as famílias mas também para as empresas.<br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 20 Apr 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>NET-ARTE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_NET-ARTE.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_NET-ARTE.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Sendo <i>arte</i> uma palavra de morfologia simples e de leitura fácil consegue contudo ser uma palavra/conceito extremamente vasto, difícil de definir e ambíguo, tanto para os artistas, como para os não-artistas, idem para os que pensam que são artistas e não o são como também para os que são verdadeiros artistas e não o sabem.<br />
<br />
Embora a <i>net-arte</i> seja um conceito tão ou mais abstracto do que a própria arte em si penso que é unânime afirmar que ela existe  e respira de boa saúde, vários  metros cúbicos de bytes ao dia. Tendo possivelmente começado com a <i>ascii art</i>, entende-se por <i>net-arte</i>  a execução de uma obra artística em formato digital distribuída via Internet e que na maior parte dos casos requer uma acentuada envolvência e interacção do utilizador. Hoje em dia existem  imensas aplicações na Web que nos empolgam mais do que várias instalações artísticas. <br />
<br />
É também  importante diferenciar  <i>net-arte</i> e divulgação de arte (através do poder comunicacional da Web) para que seja possível uma melhor definição das mesmas num futuro próximo.<br />
Um bom exemplo de divulgação e exploração de arte é o <i>googleartproject</i> no qual é possível visitar vários museus e centros de arte internacionais, todos eles distanciados entre si por poucos cliques, mas que não acrescenta nada de artístico ao tipo de arte erudita que no site podemos explorar. <br />
Um verdadeiro exemplo de <i>net-arte</i> pode ser consultado e apreciado por exemplo neste site: <a target="_blank" href="http://www.neave.com">www.neave.com</a>.<br />
Ideal mesmo é conjugar os dois conceitos (<i>net-arte</i> e divulgação de arte) daí que hoje em dia um fenómeno artístico como por exemplo  a publicação de um livro, filme ou o lançamento de um álbum necessite de uma complexa neblina de marketing, arte  e criatividade em si envolta  que não era necessária ainda há poucos anos atrás.<br />
<br />
É  fácil apercebermo-nos que nunca se incentivou tanto a criatividade  e originalidade como hoje.  Sem dúvida que o mundo da Web foi um dos grandes responsáveis. Pode-se então  dizer que além da Web ter sido ela própria uma nova forma de arte, veio também estimular todos os outros tipos de arte já existentes reinventando-os em alguns casos e facilitando o conhecimento da existência dos mesmos tendo por base a facilidade comunicacional que existe no universo online.<br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 13 Apr 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>DESIGN MAIS COMPETITIVO EM PLATAFORMAS DE E-COMMERCE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_DesignmaiscompetitivoemplataformasdeE-Commerce.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_DesignmaiscompetitivoemplataformasdeE-Commerce.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O crescente acesso a computadores e a maior disponibilidade e segurança de redes de alta velocidade ajudaram a criar e a melhorar os ambientes de compras online.<br />
Actualmente verificamos um "novo" tipo de utilizador, o utilizador-consumidor. Este aparecimento deve-se, em parte, ao aumento de utilizadores conscientes das potencialidades de procura e oferta que o mundo Web tem para oferecer.<br />
<br />
De acordo com o relatório anual de 2010 do Bareme Internet, o estudo de base do Netpanel que a Marktest lançou, mostra que a utilização de Internet em Portugal continental aumentou nos últimos 14 anos. Em 2010, 2.204.000 lares já possuiam acesso à Internet a partir de computadore(s), um número que passou de 2,4% em 1997 para 63%.<br />
Em 2009, um em cada cinco portugueses já fazia compras de produtos ou serviços através da Internet, número 10 vezes superior ao observado em 2000.<br />
Estes resultados indicam os recentes hábitos dos portugueses e reforçam o crescimento pessoal e empresarial nesta área.<br />
<br />
As evidentes vantagens do comércio electrónico desenvolveram novas oportunidades de negócio. Imagine a sua loja aberta 24 horas por dia ou a possibilidade de fazer compras na comodidade da sua casa. Estes são alguns dos muitos benefícios garantidos por estes sistemas online.<br />
<br />
Apesar de ser uma área ainda em expansão, torna-se cada vez mais difícil converter uma visita online numa venda. O número de lojas online cresce todos os dias e, consequentemente, a competitividade entre elas também. Os consumidores têm agora mais hipótese de escolha e devido a algum cepticismo e variedade de produtos e serviços, as empresas devem privilegiar um design claro e profissional nas suas lojas de comércio online.<br />
<br />
Por exemplo, quando são apresentados produtos para venda é conveniente que estes apresentem imagens cuidadas e informação detalhada. As informações e imagens relacionadas com o que se quer vender são cruciais, pois o utilizador normalmente determina se o produto ou serviço corresponde às suas necessidades e preferências através desses elementos.<br />
As zonas de maior relevância e diferenciação neste género de websites são: a área de cliente (registo, login, zona privada de informação e encomendas), o carrinho de compras e a zona de checkout, isto é, a zona onde se finaliza a encomenda e respectivo pagamento.<br />
<br />
Todos os produtos devem conter uma zona de adicionar ao carrinho. A esta zona é chamado o "pedido de acção" que tem como função ajudar na tomada de decisão por parte de quem navega pela loja online. O processo parece simples mas em qualquer altura o utilizador deverá conseguir adicionar produtos à sua lista de compras, rever todos os produtos que seleccionou, eliminar ou alterar a sua encomenda e voltar de seguida para a página de produtos ou seguir para a finalização da mesma, se assim o desejar.<br />
<br />
Para que todo este processo seja intuitivo e acessível é importante que o utilizador tenha sempre o controle das suas acções, podendo finalizar ou cancelar a sua encomenda a qualquer momento. Outro aspecto que deve estar sempre claro e evidente é a fase em que o utilizador se encontra no processo de compra. Por esta razão, a zona de checkout é normalmente organizada por etapas. Os indicadores de processo são óptimos em termos de usabilidade, pois conferem ao utilizador segurança e controle que este precisa para assegurar confiança à sua compra.<br />
<br />
Desde o primeiro contacto o utilizador deve conseguir navegar com facilidade e segurança. Mantenha o conteúdo priorizado e organizado por áreas. Facilite o acesso à informação, seja ela do produto, das zonas e tempos de entrega ou dos métodos de pagamento. Deixe sempre bem visíveis as condições de compra e os contactos disponíveis para o caso de o utilizador ter alguma questão a colocar.<br />
Desenvolva um layout simples, com funções claras e sem distracções e verá que as suas visitas se convertem em compras.]]></description>
          <pubDate>Mon, 4 Apr 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>MOTIVAÇÃO E ESPÍRITO DE EQUIPA</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_MotivacaoeEspiritodeEquipa.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_MotivacaoeEspiritodeEquipa.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Os projectos passam por várias fases desde que nos chegam até que são entregues, por isso é necessária uma gestão atenta para que os mesmos sejam concluídos a tempo, com a desejada qualidade e dentro do valor estipulado. Nenhum destes pontos pode ser alcançado sem o envolvimento e a colaboração da equipa de projecto. A forma como alcançamos esse envolvimento pode passar por diferentes abordagens.<br />
 <br />
Indicar que tarefas há para fazer e como executá-las é umas das formas! Esta postura leva geralmente a que os membros da equipa discordem das opções tomadas ou executem simplesmente o que lhes é pedido e nada mais. <br />
<br />
Podemos também explicar o que é necessário fazer e procurar “vender” a ideia de como pode ser concretizado. Esta abordagem resulta em colaboradores mais cooperantes, que realizam as tarefas porque acreditam nos benefícios da solução. <br />
<br />
Em alternativa podemos procurar uma solução em conjunto com os membros da nossa equipa. Esta abordagem resulta geralmente numa equipa mais motivada, além de que a partilha de ideias gera também novas ideias permitindo por vezes encontrar mais do que uma solução. Os colaboradores sentem assim que o trabalho é mais “seu”. O gestor define os objectivos mas a forma como são alcançados é estabelecida pela equipa. <br />
<br />
Um gestor experiente deve saber conjugar e equilibrar as diferentes abordagens de acordo com a situação e a experiência da equipa. Conhecer bem a nossa equipa permite-nos fazer uma distribuição adequada das tarefas tendo em conta as capacidades e preferências de cada colaborador, porque desta forma o colaborador faz o que sabe fazer melhor e também o que gosta mais de fazer. Pela mesma razão, exercer pressão para que certos colaboradores se especializem numa determinada área, só porque a empresa necessita de adquirir conhecimento nessa área, não deve ser a solução para colmatar essa lacuna.<br />
<br />
Partilhar os objectivos da empresa e da equipa com os membros da mesma, demonstra confiança e ajuda a perceber os objectivos de cada elemento, sendo assim mais fácil conduzi-los numa direcção que possa ser benéfica para ambas as partes. Criar uma atmosfera em que os membros da equipa se sintam motivados leva a que se tornem pro-activos e procurem resolver os problemas sem que seja necessário pedir-lhes isso, porque sentem que estão a contribuir para um bem comum.<br />
<br />
A falta de confiança é sem dúvida o maior obstáculo para uma equipa motivada. Construir essa confiança e partilhar objectivos é fundamental para o sucesso de uma equipa. A equipa precisa acreditar que o seu gestor se preocupa com eles e luta também pelos seus interesses.  <br />
<br />
A comunicação é um elemento chave em qualquer empresa e pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso desta. Os colaboradores devem saber exactamente o que se espera deles. Por vezes as coisas não correm bem, mas discutir e encontrar soluções em conjunto é um bom sinal de vitalidade e solidez de uma equipa.<br />
<br />
Vigiar o trabalho de cada colaborador e emitir opinião sobre tudo, ou tentar estar envolvido em todas as decisões pode ser contraproducente. Devemos deixar a nossa equipa mostrar o que vale e mostrarmo-nos disponíveis para ajudar e orientar sempre que os elementos da equipa precisarem.]]></description>
          <pubDate>Tue, 22 Mar 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>CRESCER</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Crescer.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Crescer.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Em tempos de crise a One Small Step cresceu mais um bocadinho. Tal como já tinha referido no meu último post, a equipa de Desenvolvimento de Software precisava de crescer para poder melhorar a sua capacidade de resposta e para poder voltar a pegar em alguns projectos internos há muito parados.<br />
No passado dia 15 de Fevereiro demos as boas vindas ao Tony, o mais recente membro da equipa One Small Step.<br />
<br />
Não posso deixar de referir o orgulho que sinto cada vez que a equipa de colaboradores cresce. Orgulho por ver que o projecto que eu e o Jorge iniciámos em 2005 consegue atrair e motivar pessoas, orgulho porque todas as nossas apostas até agora se revelaram boas apostas.  <br />
<br />
A entrada do Tony trouxe mais um desafio. A equipa de desenvolvimento aumentou, o número de projectos em desenvolvimento também. Há projectos externos, projectos internos, projectos em Clientes. Os projectos também cresceram e muitos exigem a colaboração de vários elementos da One Small Step. A Comunicação entre os colaboradores da One Small Step assume neste momento um papel determinante no sucesso da nossa empresa e dos nossos projectos. Os procedimentos internos foram revistos e refinados ao longo destas semanas, desde a entrada do Tony. Neste momento temos as ferramentas necessárias para uma gestão eficaz da nossa equipa de colaboradores e dos nossos projectos.<br />
<br />
Continuar a crescer é o grande desafio da One Small Step e é ao mesmo tempo o seu grande objectivo. Crescer sustentadamente, com segurança, mas sempre... crescer!]]></description>
          <pubDate>Wed, 16 Mar 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>A COMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS AO LONGO DO PROCESSO DE COMPRA DO CONSUMIDOR</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_AComunicacaodasEmpresasaolongodoProcessodeCompradoConsumidor.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_AComunicacaodasEmpresasaolongodoProcessodeCompradoConsumidor.htm</guid>
  				<description><![CDATA[A estratégia de comunicação de uma empresa deve ser definida tendo em conta, não só os diferentes tipos de público-alvo desta, mas também, as diferentes etapas do processo de decisão de compra no qual esse público se encontra.  <br />
<br />
Um comprador passa por 5 fases no processo de compra de um produto ou serviço e em todas elas a comunicação realizada pelas empresas deve estar presente mas com diferentes abordagens.<br />
<br />
Numa primeira fase existe um <b>reconhecimento do problema</b> que vai dar início ao processo de compra. Um estímulo interno ou externo despoleta o reconhecimento de uma necessidade que se encontrava latente. <br />
Nesta fase a comunicação das empresas vai actuar como um estímulo externo. Um anúncio de televisão, uma acção de telemarketing, um <i>outdoor</i> vão mostrar ao público-alvo que estes têm um determinado problema ou necessidade e que existe uma solução.  <br />
<br />
O indivíduo ao sentir esta necessidade/problema passa à fase seguinte, a de <b>procura de informação</b> sobre a solução para satisfazer essa necessidade ou resolver esse problema. <br />
O Cliente está cada vez mais autónomo nesta recolha de informação e gosta que essa autonomia seja respeitada por isso temos de estar onde sabemos que ele poderá procurar a informação mas sem nos impormos. <br />
Nesta etapa é importante fornecer informação útil e de fácil acesso ao utilizador, quer através de publicidade em motores de pesquisa <i>(Pay-Per-Click)</i>, quer através do website da empresa, que deve estar actualizado e com conteúdos relevantes, ou ainda através do envio de informação por <i>email</i> se a primeira fase passou por uma acção de telemarketing.  <br />
<br />
Após a recolha de informações o consumidor começa a <b>avaliar as alternativas</b> encontradas. O valor de cada alternativa será tanto maior quanto maior for o nível de satisfação que a alternativa oferece em relação ao atributo mais valorizado pelo consumidor.<br />
É nesta fase que o consumidor pode entrar em contacto com as empresas para solicitar esclarecimentos ou até uma proposta, se tal acontecer estas devem dar-lhe a maior atenção e mostrar-lhe que estão disponíveis para esclarecer todas as suas questões. A visita de um comercial, o envio de informação complementar como casos de sucesso de outros Clientes que adquiriram a mesma solução são formas eficazes de comunicar nesta etapa do processo de decisão de compra.  <br />
<br />
Com as alternativas avaliadas é chegada a hora da <b>decisão de compra</b>. Aqui é importante que os testemunhos de antigos Clientes e a comunicação feita sobre as empresas em fóruns e redes sociais sejam favoráveis.  <br />
Os consumidores para decidirem a alternativa a escolher são muitas vezes influenciados por opiniões de outros consumidores, por isso é importante que a empresa sirva bem os seus Clientes e comunique com eles para que estes se tornem fiéis seguidores da marca.<br />
<br />
Depois de decidir e adquirir uma solução o comprador chega à última fase, a do <b>comportamento pós-compra</b>. O Cliente irá avaliar a sua compra e passará por um nível de satisfação ou insatisfação.  <br />
Nesta fase é importante que a empresa comunique com o Cliente para aferir o seu nível de satisfação, com o objectivo de o tornar um Cliente fiel e um bom testemunho da marca.  <br />
A comunicação passará numa primeira fase pelo contacto do “Apoio ao Cliente” para saber se está tudo a correr conforme o esperado e quais as melhorias possíveis na sua opinião e numa 2ª fase pelo envio de informação periódica sobre as novidades da empresa para manter o Cliente informado e quem sabe despertar uma nova necessidade. <br />
<br />
Num universo cada vez mais completo de informação e de alternativas para qualquer necessidade ou problema uma definição correcta da forma de comunicar da empresa em cada fase do processo de decisão de compra do consumidor é o factor diferenciador.<br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 9 Mar 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>WORLD W. WEB (1991-????)</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_WorldWWeb(1991-).htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_WorldWWeb(1991-).htm</guid>
  				<description><![CDATA[De maneira a enaltecer as minhas faculdades de ser humano, é usual para mim sensibilizar-me com muitos dos casos de morte pré-anunciados que circulam nos meios de comunicação social.<br />
Ainda para mais quando o enfermo está directamente relacionado com a minha área de trabalho e partilhamos idades muito próximas.<br />
<br />
Para ser mais objectivo,  nunca me ocorreu que a <i>World Wide Web</i> tal como hoje a conhecemos ("http://...") corresse o risco de desaparecer (pelo menos a curto prazo), até porque  actualmente ela  está em constante transformação e evolução, além do mais sabe-se que ainda falta integrar em pleno tecnologias como o HTML5 ou o css3, e na volta desencadear-se-à uma "Web 3.0".<br />
<br />
Mas voltando à parte que me sensibiliza, apercebi-me dessa tal hipótese de declínio da Web ao ler na <i>Super Interessante</i> de Novembro 2010 um artigo que aludia para um possível decréscimo gradual do uso da mesma em prol de múltiplas aplicações (para dispositivos móveis na sua maioria) também elas alicerçadas na internet. Por sua vez o artigo utilizava como referência uma entrevista de <i>Chris Anderson</i> (escritor/jornalista norte-americano) à revista <i>Wired</i>. <br />
<br />
Reflectindo sobre o assunto cedo se percebe que através dessas aplicações as pessoas conseguem obter grande parte da informação desejada que outrora obteriam na web de forma fácil e até usufruem de tecnologias de obtenção de informação quase exclusivas, como é o exemplo da realidade aumentada. O utilizador fica ainda mais satisfeito por serem dispositivos com sistemas que correm com uma eficácia acima da média pois não são projectados para um uso universal como é o caso da <i>Web</i>.<br />
<br />
Mas será que essas são razões suficientes para podermos dizer que a Web se irá tornar obsoleta dentro de pouco tempo? Na minha opinião, não. Pelo menos estas razões ainda não são suficientes.<br />
Sobretudo quando o nível de restrições é muito elevado nesse tipo de aplicações e o facto de haver vários modelos de dispositivos aumenta consideravelmente os custos de implementação para empresas que decidam investir  neste campo , contrastando com  o universo “open-free” e <i>standard</i> da web no qual elas preferem explorar novos conceitos.<br />
Além do mais a Web na sua maioria é  grátis para o utilizador comum não tendo que pagar por aplicações para obter informação.<br />
<br />
<a href="http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=277:bem-vindo-a-cidade-30&catid=12:artigos&Itemid=86" target="_blank" >"O fim da Web" , Super Interessante (Novembro 2010)</a><br />
<br />
<br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 2 Mar 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>METODOLOGIA EM PRINT DESIGN</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_MetodologiaemPrintDesign.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_MetodologiaemPrintDesign.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Quando nos é proposto um projecto de print design, ou seja, um projecto que tem como destino final a impressão e distribuição institucional e/ou publicitária, é nosso dever assegurar que todo o conteúdo criativo estará presente e correctamente projectado, revisto e impresso.<br />
<br />
Alguns Clientes preferem deixar a cargo das agências de comunicação todo o processo de preparação e contacto com as gráficas para produzirem o material pedido.<br />
<br />
Inicialmente é apresentado o orçamento para a criação das peças gráficas, mas é também nesta fase que se deve perceber qual o investimento que o Cliente pretende dispor para todo o projecto, isto porquê?<br />
É fácil perceber que todas as escolhas gráficas nestes projectos são pensadas para ser, no final, impressas.<br />
O formato, o número de cores utilizadas, o papel escolhido ou mesmo o processo de impressão e acabamentos especiais podem vir a encarecer o trabalho. Por esta razão, é crucial a comunicação entre o Cliente e a agência de comunicação.<br />
<br />
Habitualmente, as gráficas  utilizam  diferentes softwares com diferentes configurações das que utilizamos, sendo por isso conveniente preparar as artes finais para impressão. <br />
São vários os procedimentos, desde o básico (miras de corte, marcas de registro…) até à preparação para verniz localizado e conversão de cores. O objectivo é minimizar a possibilidade de erros na fase de impressão.<br />
<br />
Outro factor de igual importância é a relação que a agência tem com as gráficas com que trabalha.<br />
De forma simplificada, nós desenvolvemos e preparamos os catálogos, as embalagens, flyers, brochuras, etc.., mas é a gráfica que produz. A comunicação que temos com as gráficas garante o acompanhamento do trabalho até à sua forma final.<br />
<br />
A verdade é que se somos profissionalmente competentes para criar e desenvolver, também esperamos que as gráficas o sejam na sua área, a de produção. A maioria coopera com as agências de comunicação, podendo aconselhar uma nova técnica ou um novo material. É claro que cabe igualmente ao designer saber que materiais ou técnicas dispõe para os diversos trabalhos, mas uma boa arte final depende em parte da relação entre ambas as partes.<br />
<br />
No final, os objectivos são os mesmos. Todas as partes envolvidas pretendem resultados positivos. O Cliente que quer que o seu projecto “brilhe” entre os restantes, a gráfica que ganha prestígio e nome por ter produzido um trabalho único e a agência que, mais uma vez, soube interpretar, criar e desenvolver uma ideia que no final ganhou identidade própria.]]></description>
          <pubDate>Mon, 21 Feb 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>SOFTWARE COMERCIAL VS SOFTWARE POR MEDIDA</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_SoftwareComercialVSSoftwarePorMedida.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_SoftwareComercialVSSoftwarePorMedida.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Para quem trabalha com sistemas informáticos, é comum encontrar-se limitações ao nível do software.<br />
<br />
Quando compramos um determinado produto nem sempre são avaliadas todas as suas potencialidades, e os problemas nem sequer são mencionados. Muitas vezes só nos damos conta das suas limitações através do seu uso.<br />
<br />
A vantagem de comprar um determinado software vendido para todo o mercado é, sem dúvida, o preço. O que nem sempre significa um ganho efectivo na produtividade da empresa. Um dos principais problemas é que o produto poderá ser demasiado genérico para o mercado para o qual foi desenvolvido, tornando-se demasiado complexo em alguns casos, e demasiado simples noutros.<br />
<br />
É nestas situações que o software por medida pode ajudar. O facto de ser um software desenvolvido para uma função, alinhado com especificações claras e comunicação entre quem desenvolve e quem utiliza, cria, desde logo, uma situação benéfica para ambas as partes. <br />
<br />
O processo de desenvolvimento torna-se mais simples quanto maior, e mais pertinente, for o número de informações prestadas. Para a entidade contratante, o produto apresentará a solução para as lacunas evidenciadas, além de tornar os processos de facturação, gestão, ou outros, ainda mais simples.]]></description>
          <pubDate>Thu, 17 Feb 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>PUBLICIDADE ONLINE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_PublicidadeOnline.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_PublicidadeOnline.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Quando se fala de publicidade online a maioria das pessoas estão interessadas no retorno que podem obter mas raramente estão dispostas a aceitar o impacto visual desta nos seus websites.<br />
Pop-up's que surgem de forma inesperada, banners com muitos elementos em movimento e anúncios com som são alguns dos suportes que criaram uma má reputação da publicidade online.<br />
As únicas soluções que ainda são toleradas baseam-se em elementos estáticos, texto ou imagens. Os banner's estáticos funcionam porque são discretos, mas têm a desvantagem dos utilizadores os ignorarem.<br />
Mesmo aceitando o compromisso estético, os utilizadores demonstram cada vez menos interesse nos anúncios que rodeiam a informação dos websites. Então como podemos beneficiar com a publicidade online?<br />
<br />
A publicidade contribui para a notoriedade e credibilidade das marcas. Os utilizadores valorizam o que lhes é familiar e os anúncios têm essa capacidade de tornar algo quotidiano. Além deste sentimento de confiança, determinadas marcas podem ainda acrescentar credibilidade aos websites que lhes servem de suporte o que é bom para ambas as partes.<br />
A publicidade pode também reforçar o sentido de comunidade se vários websites forem alvo da mesma campanha. Este sentido de comunidade, como já referimos antes, é fundamental para o sucesso de algumas marcas.<br />
<br />
Regra geral quando um utilizador está a navegar na internet sente que está a desempenhar uma tarefa sobre a qual tem controlo. Se alguém quer informação sobre um determinado produto ou serviço basta fazer uma pesquisa.<br />
Ao contrário do que acontece com a publicidade convencional o utilizador escolhe quando e como quer obter a informação. Por isso em vez de forçarmos o utilizador a ver os nossos anúncios, mesmo quando não necessita dos nossos produtos, devemos procurar estar no local certo no momento em que o utilizador está mais disponível.<br />
<br />
Adoptando uma abordagem ligeiramente diferente podemos modificar a percepção do nosso público-alvo e com isto a taxa de aceitação das nossas campanhas.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 7 Feb 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>EXPECTATIVAS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Expectativas.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Expectativas.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Expectativas<br />
<br />
O ano de 2010 foi um ano de riscos e de apostas. Em Abril decidimos manter na equipa de colaboradores a Catarina e o Ricardo, que terminavam nesse mês o estágio profissional. A componente emocional pesou na decisão e todos, incluindo a Catarina e o Ricardo, estávamos conscientes do risco envolvido e do trabalho que era necessário desenvolver.<br />
No final do ano verificámos com agrado que o risco compensou e que a aposta foi ganha.<br />
<br />
O ano de 2011 começou com boas perspectivas em termos de projectos e novos trabalhos e a equipa da One Small Step está prestes a crescer mais um bocadinho. Durante o mês de Fevereiro a One Small Step contará com mais um programador na sua equipa de colaboradores. Este novo reforço vai permitir melhorar a nossa capacidade de resposta a novos desafios ao mesmo tempo que possibilita voltar a pegar em alguns projectos internos que ficaram "na gaveta" durante 2010.<br />
<br />
Apesar da crise em que o nosso país se encontra mergulhado o ano de 2011 tem tudo para ser um ano de crescimento para a One Small Step e, por conseguinte, também para os seus colaboradores e Clientes.]]></description>
          <pubDate>Wed, 2 Feb 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>BACK LINKS A QUALQUER CUSTO? </title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Backlinksaqualquercusto.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Backlinksaqualquercusto.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Os especialistas de SEO perceberam desde cedo a importância dos back links para o aumento do pagerank e para a melhoria da posição de um website na pesquisa orgânica dos motores de pesquisa. <br />
Back links são links para um website, podendo estes ser internos ou externos. Existem os links construídos pelo webmaster de um website, linkando de uma página do website para outra do mesmo e os links presentes em outros websites.  <br />
<br />
A pergunta que se impõe é: valerá a pena fazer de tudo para a obtenção do maior número de links para o website? Justificarão os fins, os meios utilizados para lá chegar?  <br />
<br />
Alguns webmasters, preocupados com a obtenção rápida de resultados entram em esquemas de compra ou troca de links, links esses duvidosos e muitas vezes sem qualquer relação com o website. No início pode existir uma melhoria do pagerank e da posição nos motores de pesquisa mas é algo que irá durar pouco tempo e o risco de penalização por parte do Google é muito elevado.  <br />
<br />
Os motores de pesquisa pretendem dar ao utilizador uma experiência optimizada nas suas pesquisas, mostrando nos primeiros resultados de pesquisa o conteúdo mais relevante para os termos utilizados, e por isso estão sempre atentos a tentativas de contornar as regras melhorando os seus algoritmos na detecção dessas estratégias maliciosas.  <br />
<br />
Uma estratégia eficaz de back links passa por uma boa base de links para um website, links baseados na qualidade e na relevância. Os back links devem ser links em websites, blogs, fóruns em que o conteúdo esteja relacionado com o website para o qual o link direcciona.  A melhor forma de conseguir links de relevância é construindo conteúdo de qualidade e único. <br />
O que interessa a um website não é a quantidade mas sim a qualidade dos links que para ele direccionam. <br />
Os resultados não serão imediatos mas serão mais eficazes e duradouros. ]]></description>
          <pubDate>Mon, 24 Jan 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>DESIGN DE REVISTAS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_DesigndeRevistas.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_DesigndeRevistas.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Após vários anos de crescente popularidade, muitos foram os que previram que a televisão ou mesmo a internet acabaria com as revistas impressas.<br />
Para contrariar esta previsão, as revistas em formato impresso foram-se adaptando, seleccionando e organizando a informação que muitas vezes se encontra online mas de um modo mais disperso.<br />
<br />
A palavra "revista" tem origem árabe e significa armazém. Sob a forma de pedaços de informação, de artigos e fotografias, as revistas dos nossos dias exibem elementos de estilo e tendências da nossa actualidade de forma mais contemporânea. Esta adaptação, face a um mundo cada vez mais tecnológico, é crucial para a vida e sobrevivência deste formato.<br />
É neste contexto que a tarefa do designer é dupla. Primeiro, deve conferir expressão e personalidade aos diversos elementos, para que estes possam ser reconhecidos pelo leitor fidelizando-o à publicação. Em segundo, os elementos reunidos devem ser organizados para que o leitor possa encontrar os assuntos nos quais está interessado no "armazém".<br />
<br />
São várias as razões pelas quais é pouco provável que as revistas em formato impresso desapareçam. Estamos a falar de pequenos hábitos que ocupam um lugar especial na cultura popular de diversos leitores. Penso que enquanto existir um grupo de pessoas interessado num determinado assunto, vai sempre existir uma revista.<br />
<br />
O porquê do formato impresso quando existem várias edições online?!<br />
É um pouco como a questão dos livros se sobreporem às constantes ameaças que o download digital implica. Algumas pessoas continuam a desfrutar do formato impresso de um modo que não desfrutam dos média digitais, pelo menos no que diz respeito a hábitos de leitura.<br />
A impressão tem ainda a vantagem, principalmente em edições periódicas, de permitir coleccionar os vários números tirando partido da sensação de tacto e volume. Este sentido de colecção parece, pelo menos, mais permanente do que os ficheiros arquivados num disco rigído.<br />
<br />
Outra das razões reside no factor tecnologia. O mundo virtual enaltece as actividades que um dia serão reconhecidas como artes. Estes produtos manuais e impressos serão cada vez mais desejáveis porque são também mais raros e consequentemente mais valiosos. No final, apesar da difícil competição com os média digitais em termos de interactividade, os leitores continuam a retirar mais prazer das suas revistas enquanto objectos físicos e únicos.<br />
<br />
Aqui ficam algumas sugestões de revistas impressas na área de design:<br />
<a href="http://www.computerarts.com.pt/" target="_blank">Computer Arts Portugal</a><br />
<a href="http://www.computerarts.co.uk/" target="_blank">Computer Arts UK</a><br />
<a href="http://www.netmag.co.uk/" target="_blank">Practical Webdesign</a><br />
<a href="http://www.webdesignermag.co.uk/" target="_blank">Web Designer</a>]]></description>
          <pubDate>Mon, 17 Jan 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>OS TESTES SÃO UMA CONSTANTE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_ostestessaoumaconstante.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_ostestessaoumaconstante.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Quando se desenvolve para a Internet todos os cuidados são poucos. É necessário prever o comportamento dos utilizadores, entender o funcionamento dos alojamentos, e precaver-nos contra potenciais "hackers". Contudo, e apesar de todos os cuidados, nem sempre as coisas correm da forma que idealizámos. <br />
<br />
Quando surgem problemas é necessário fazer uma análise cuidada para perceber a origem destes. Se da parte dos servidores de alojamento, se do website. Se os problemas surgem pelo website temos que procurar a sua origem. Na base de dados, nos formulários, no back-office, etc... <br />
<br />
Para ajudar a resolver estes problemas toda a ajuda é bem-vinda, inclusivé a do Cliente. Todos os detalhes das acções que possam ter provocado ou ajudado a provocar qualquer tipo de erro poderão ajudar a diagnosticar o problema. Caso o problema seja apenas detectado pelo Cliente é fundamental que este descreva em detalhe os passos que originaram esse mesmo problema. Quanto mais pormenores reunirmos, maiores são as probabilidade de reproduzirmos esse mesmo erro e consequentemente menos tempo levará a ser corrigido, com os benefícios óbvios para o Cliente.<br />
<br />
No mundo da Internet ninguém está seguro. Os websites são cada vez mais alvos de ataques das mais diferentes formas como consequência da sua maior ou menor visibilidade. É por isso muito importante existir interacção entre as empresas que desenvolvem e alojam os websites, sobretudo na fase de testes, mas também após a implementação como medida preventiva.]]></description>
          <pubDate>Wed, 12 Jan 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>PLANEAMENTO & GESTÃO</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Planeamento.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Planeamento.htm</guid>
  				<description><![CDATA[A gestão do tempo é um dos maiores desafios para os Designers e por isso um dos factores determinantes para o sucesso ou fracasso dos projectos em que estão envolvidos.<br />
<br />
Uma das formas mais comuns de desperdiçar tempo é não ter um planeamento e prioridades para as tarefas do dia-a-dia.<br />
<br />
Fazer esta gestão do tempo não é difícil e é geralmente uma questão de hábito. No final de cada semana analisar os projectos em curso e fazer uma lista das tarefas que é necessário completar na semana seguinte, pegando depois nessa lista e dividindo-a pelos dias da semana respeitando as prioridades de cada tarefa é uma das abordagens possíveis.<br />
Por outro lado todos temos consciência que há horas do dia em que rendemos mais e outras em que temos maior dificuldade em concentrar-nos. É portanto importante fazer o planeamento de modo a colocar as tarefas que requerem maior concentração ou criatividade nos períodos em que somos mais eficientes. As restantes horas devemos ocupá-las com tarefas rotineiras.<br />
<br />
Devemos ter em atenção que há muitas tarefas que apesar de necessárias funcionam muitas vezes como distrações pelo que é aconselhável restringi-las ou concentrá-las num determinado período do dia. Em vez de mantermos o e-mail aberto o dia todo e consultar cada mensagem no momento em que a recebemos, podemos em vez disso abri-lo apenas no início do dia, a seguir ao almoço e no final do dia.<br />
<br />
Uma prática comum nos Designers é trabalhar muitas horas seguidas, principalmente quando os prazos são mais apertados. Embora esse pareça o único caminho para conseguir terminar os projectos a tempo e horas nem sempre é a solução mais eficaz. Reduzir o número de horas que se trabalha obriga também a organizar melhor o tempo e a estabelecer prioridades. Ter uma hora de saída definida ajuda a que se procure optimizar o tempo de modo a concluir as tarefas que foram definidas para esse dia. Reduzir o número de horas de trabalho ajuda assim a manter a “frescura” indispensável para preservar a criatividade e a capacidade de nos concentrarmos. Ao reduzir o número de horas devemos ter o cuidado de manter as horas em que o nosso rendimento é superior.<br />
<br />
É também indispensável avaliar a forma como utilizamos as horas de trabalho pois só assim conseguimos identificar falhas e introduzir melhorias. Como todos sabemos é fácil desenvolver hábitos e mesmo sem dar por isso ficar preso a formas de trabalhar que por vezes não são as mais eficazes.<br />
<br />
Como gerimos o tempo depende essencialmente da forma como gostamos de trabalhar e da nossa capacidade para analisar e reajustar os nossos processos. <br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 5 Jan 2011 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>MARKETING NATALÍCIO </title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_MarketingNatalicio.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_MarketingNatalicio.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Muitas são as vezes em que ouvimos dizer que o Natal é apenas uma época de consumismo e de incentivo ao comércio desviando-se daquilo que deveria ser na realidade, uma época de amor, partilha e solidariedade.  <br />
<br />
Em todo lado existem luzes a brilhar, músicas a tocar e promoções a acontecer. Todo o comércio parece preparar-se durante o ano inteiro para esta época na qual até o horário de funcionamento é alargado. <br />
Os consumidores são “bombardeados” com sms’s e emails que, com a desculpa de desejarem Boas Festas, aproveitam para anunciar um desconto único para um Cliente especial.  <br />
As montras decoradas ao pormenor oferecem cupões e promoções.<br />
A televisão e as revistas “ajudam”  nas escolhas dos consumidores passando anúncios de brinquedos fantásticos, perfumes mais cheirosos e bombons deliciosos.  <br />
O ambiente é todo ele de festa e como que num fenómeno inexplicável toda a gente entra numa azáfama total entre a compra dos presentes, dos doces e do bacalhau.  <br />
<br />
Se por um lado é verdade que nesta época somos atingidos por um comportamento de consumo excessivo, desculpando o mesmo com o facto de estarmos imbuídos pelo espírito natalício. Por outro lado não é menos verdade que esta é também a época do ano em que se realizam mais campanhas de solidariedade e que se atingem os mais elevados níveis de sucesso.  <br />
<br />
Parece que estamos mais disponíveis para comprar mas também para ajudar o próximo e contribuirmos com o que podemos para que pessoas mais carenciadas possam ter um Natal melhor.  <br />
O Comércio alia-se a instituições de solidariedade, as figuras mais mediáticas da sociedade dão a cara pelas campanhas e junto com os media são realizados grandes eventos, tudo com o objectivo de angariar fundos para as instituições.  <br />
<br />
Não só o marketing infantil, o marketing digital ou o marketing directo estão presentes na época Natalícia como também o marketing social mostra a sua importância, devolvendo ao Natal o amor, paz, entreajuda e partilha que o caracteriza.]]></description>
          <pubDate>Mon, 20 Dec 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>USER EXPERIENCE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_UserExperience.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_UserExperience.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Afinal o que significa o termo "user experience"?<br />
User experience ou UX traduz-se na forma como uma pessoa experiencia um sistema de interacção entre humano-computador, como por exemplo um website ou uma aplicação.<br />
Apesar desta explicação simplificada, são muitas as empresas que ainda se questionam sobre o que isto é na realidade e como é crucial para o seu sucesso. A verdade é que não existe uma forma linear de explicar a dinâmica entre um indivíduo e um sistema porque ambas as partes se desenvolvem com o tempo. Existem no entanto alguns factores que influenciam essa experiência e que se distribuem em três categorias principais: contexto (situação), necessidades dos utilizadores e o conteúdo do sistema.<br />
<br />
O que é que influencia a user experience?<br />
Factores como a usabilidade, o design/interface, a utilidade, acessibilidade e performance, são preponderantes na avaliação e estudo dos comportamentos dos utilizadores face a um sistema.<br />
Estes são apenas componentes que ajudam na avaliação de uma experiência. Por exemplo, a usabilidade muitas vezes confundida com UX é apenas uma pequena parte do puzzle que avalia a eficiência da interface e se esta é userfriendly.<br />
<br />
Porque é que é importante?<br />
Porque combina as necessidades dos utilizadores e as metas/objectivos das empresas. Isto é, não só estuda os comportamentos dos utilizadores, como aborda questões de interactividade (pergunta/resposta) entre ambas as partes.<br />
No caso de um website, um simples melhoramento face a estudos de comportamento e antigas experiências pode significar muitas mais visitas diárias ou conversões.<br />
Segundo a UX, um dos conceitos determinantes na construção de qualquer sistema é a experiência que queremos proporcionar às pessoas que o irão utilizar, e se no final a experiência for agradável é bem provável que a repitam.<br />
<br />
Source: <a href="http://userexperienceproject.blogspot.com/2007/04/user-experience-wheel.html" target="_blank">The User Experience Wheel</a>]]></description>
          <pubDate>Mon, 13 Dec 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>BRANDING</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Branding.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Branding.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Branding é mais que uma simples abordagem gráfica à imagem corporativa de uma empresa.<br />
<br />
Habitualmente visto como a componente gráfica, o Branding deve também ser encarado como uma forma de estudo e planeamento para atingir os objectivos definidos pela marca. É importante perceber que estas duas vertentes são indissociáveis. Por um lado temos a componente gráfica, onde englobamos o logótipo, as fontes e as cores e por outro lado a vertente estratégica, composta pela marca, a qualidade dos produtos ou serviços, a comunidade envolvente e a cultura da empresa.<br />
<br />
O elemento com maior protagonismo é o logótipo por isso é desenhado de forma a que possa ser reconhecido imediatamente, porque é assim que os utilizadores geralmente identificam a empresa. O logótipo permite distinguir uma deteminada empresa das suas concorrentes, mas este só por si não tem valor intrínseco, pelo menos até que a marca lhe adicione valor.<br />
 <br />
Muitas vezes relegada para segundo plano a escolha de uma fonte “limpa” pode fazer toda a diferença. Uma fonte bem desenhada e apropriada pode ser suficiente para criar o sentimento de que há algo de especial num determinado produto. Uma das fontes com maior sucesso e utilizada exaustivamente é a Helvetica. Com mais de 50 anos, a Helvetica mudou a forma de ver a tipografia, mostrando a designers e utilizadores que a simplicidade é uma qualidade. Habitualmente as organizações com maior exposição optam por fontes Sans-Serif, por serem mais simples e sofrerem visualmente menos desgaste com o passar do tempo. Se a empresa for um pouco mais conservadora a utilização de uma fonte Serifada poderá ser mais adequada por reflectir um design mais clássico. Com a escolha acertada da fonte, a empresa deve conseguir realçar a mensagem que pretende passar.<br />
<br />
As cores escolhidas podem também realçar a forma como a empresa encara os seus negócios. Tal como os restantes elementos estas devem reforçar a filosofia e estratégia adoptadas. Na abordagem ao tema da teoria da cor devem ser consideradas diferentes combinações e interpretações. Pelos vistos o nosso cérebro não evoluiu no sentido de valorizar as cores primárias ou básicas, preferindo cores mais naturais e combinações menos vulgares.<br />
<br />
O nominativo também pode funcionar como marca pois comunica numa linguagem universal a estratégia adoptada. A função da imagem corporativa não é fazer apenas com que uma empresa seja escolhida em detrimento de outra, mas procurar que os potenciais clientes a vejam como a única solução para as suas necessidades. Por isso é imprescindível que os objectivos fundamentais estejam bem definidos desde o início. Estes reflectem as características da empresa, a sua filosofia e os seus processos e imagem. Um nome forte ajuda a desenvolver esta credibilidade e a motivar Clientes.<br />
<br />
A qualidade é outro aspecto determinante para conseguir alcançar os objectivos estabelecidos. Esta qualidade deve estar bem patente em todos os aspectos da empresa, na forma como gere os negócios, nos produtos ou serviços e na forma como lida com os Clientes ou potenciais Clientes. Uma empresa que fornece produtos ou serviços de qualidade tem maiores probabilidades de fazer com que os clientes voltem uma e outra vez e passem palavra sobre o valor destes. <br />
<br />
Este comportamento fomenta o surgimento de comunidades. As empresas maiores têm tendência em descuidar a importância das comunidades em volta da sua marca. A primeira empresa a reconhecer a sua importância foi a Apple, criando uma enorme comunidade de entusiastas em redor dos seus produtos, o que veio a revelar-se um sucesso incontestável.<br />
<br />
A comunidade está intimamente ligada com a cultura da empresa, mas não é a mesma coisa. A cultura da empresa passa pelos gostos, comportamentos, conhecimento e valores que são partilhados e apreciados pela comunidade. Ainda assim, ter uma comunidade construída em redor dos nossos produtos não significa necessariamente que a nossa comunidade tem uma cultura saudável. A cultura é acima de tudo o resultado das políticas da empresa e da forma como interage com a sua comunidade.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 29 Nov 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>EQUILÍBRIO ENTRE CLIENTES</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_EquilibrioentreClientes.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_EquilibrioentreClientes.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Na gestão de uma empresa a excessiva dependência de um Cliente ou de um Fornecedor é sempre algo que deve ser evitado. A dependência de um Cliente pode colocar a empresa em risco caso a parceria termine. A dependência de um Fornecedor pode colocar em causa o cumprimento de prazos e a qualidade dos produtos e serviços entregues em caso de atraso do Fornecedor ou, num caso mais extremo, de necessidade de substituir pontualmente o mesmo Fornecedor.<br />
<br />
Recentemente a One Small Step aumentou a colaboração que mantém com um Cliente. O número de colaboradores da One Small Step afectos a esta colaboração aumentou e há boas perspectivas de voltar a aumentar em 2011.<br />
<br />
A colaboração com o nosso Cliente é, tudo o indica, uma colaboração a longo prazo. Mas na gestão de uma empresa, tal como na vida, nunca sabemos o que o futuro reserva e é necessário estar preparado para eventuais surpresas, principalmente para as "más" surpresas.<br />
<br />
Este vai ser o grande desafio da One Small Step para o próximo ano. Apostar nesta colaboração pela estabilidade que garante mas ao mesmo tempo crescer noutras áreas para conseguir alcançar um saudável equilíbrio entre os vários Clientes e áreas de intervenção da empresa.]]></description>
          <pubDate>Mon, 22 Nov 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>DISPLAY VS SEARCH</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_DisplayVSSearch.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_DisplayVSSearch.htm</guid>
  				<description><![CDATA[São vários os suportes que permitem publicitar uma marca, desde a televisão à internet, passando pela rádio, imprensa e publicidade exterior.<br />
Quase todos estes suportes colocam ao dispor do anunciante várias formas de se publicitar. Se por um lado a rádio é um suporte pouco rico neste campo, colocando apenas a possibilidade de anúncios de som, por outro lado a internet apresenta um vasto leque de opções. <br />
<br />
Duas dessas opções são o <i>Display</i> e o <i>Search</i>.<br />
Por <i>Display</i> entenda-se os anúncios gráficos de vários formatos, como por exemplo um <i>mrec</i>, publicados em <i>websites</i> cujo o conteúdo interessa a determinado tipo de utilizadores que o anunciante tem como público-alvo da sua campanha.<br />
Estes anúncios são óptimos para promover a marca, aumentar notoriedade, criar <i>share of voice</i> mas menos eficazes na criação de respostas efectivas. O anúncio pode estar direccionado para o público-alvo de determinado <i>website</i> mas naquele momento o utilizador pode estar apenas a navegar pelo <i>website</i> ou a recolher informação e não à procura do produto ou serviço que está a ser anunciado. <br />
Há quem defenda que os resultados a longo prazo deste tipo de publicidade têm vindo a melhorar. O utilizador quando é alvo do anúncio não interage com este mas posteriormente toma uma acção por se lembrar do mesmo.<br />
<br />
Quando o objectivo da campanha é conseguir a concretização directa do negócio o <i>Search</i> mostra-se uma opção mais acertada. Anúncios contextualizados que aparecem ao utilizador na altura certa, à hora certa. Este procura determinado produto ou serviço e as campanhas de que é alvo são sobre o que procura ajudando-o na sua pesquisa e não o fazendo perder tempo. Este tipo de anúncios tem uma taxa de conversão bastante elevada e, quando comparado com o <i>Display</i>, é melhor a conseguir uma acção directa do utilizador, mas não serve quando o objectivo é a promoção da marca.<br />
<br />
Serão estas duas formas de comunicar indissociáveis e opções distintas tomadas uma em detrimento da outra? Não serão elas complementares e mais eficazes quando utilizadas em simultâneo?<br />
A resposta a esta pergunta é a combinação do <i>Display</i> e do <i>Search</i> no mesmo plano de comunicação, levando a sua utilização em simultâneo a um aumento das vendas totais.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 15 Nov 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>A IMPORTÂNCIA DA COR</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_AimportanciadaCor.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_AimportanciadaCor.htm</guid>
  				<description><![CDATA[A cor é parte fundamental de qualquer plano comunicacional.<br />
O que vemos e as escolhas que fazemos diariamente são em parte influenciadas pela disposição cromática do que nos envolve, e é por isso que a importância das cores não é meramente representativa mas determinante em quase tudo o que fazemos.<br />
<br />
A forma como as cores são interpretadas por diferentes pessoas, grupos ou culturas e como se podem combinar para criar ambientes e sensações são infinitas. O estudo de combinações, o significado das cores e a própria ciência da teoria da cor, são alguns dos factores que devem estar presentes na vida de um designer.<br />
O esquema de cores ajuda a projectar a posição, mensagem e valores de uma empresa. Se esse uso não for o adequado a mensagem pretendida vai ser provavelmente mal interpretada, enfatizando algo que não se quer destacar.<br />
<br />
Em projectos de web design o resultado final, dito de sucesso, está directamente relacionado com a escolha e combinação das cores. O planeamento cromático deve apresentar um resultado coerente face ao restante marketing e publicidade. Assim sendo, a maioria das empresas escolhe um esquema de cores que usa constantemente no seu material publicitário, beneficiando do sentimento de familiaridade. Mesmo os Clientes que entram pela 1ª vez no  website relacionam determinados aspectos gráficos de forma intuitiva desde que seja utilizada a palete de cores corporativas.<br />
<br />
Certamente que já lhe aconteceu reconhecer uma determinada marca pela sua cor ou um certo logótipo pelo seu conjunto de cores.<br />
Quando isto acontece o mundo das cores deixa de ser tão subjectivo como se pensa inicialmente. É possível controlar as expectativas das pessoas face a uma empresa, pelo simples facto de se uniformizar os elementos cromáticos determinantes na imagem corporativa, seja em websites, revistas, folhetos ou mesmo em catálogos.<br />
<br />
...e como falamos de cores apresento aqui uma pequena referência/guia para o significado das cores. Isto não representa qualquer regra uniformizada em termos culturais, mas ajuda a ter uma pequena ideia do que está geralmente associado a cada cor.<br />
<br />
<b>Vermelho</b> - Paixão, Amor, Raiva, Prosperidade<br />
<b>Laranja</b> - Energia, Felicidade, Vitalidade, Mudança<br />
<b>Amarelo</b> -  Felicidade, Esperança, Alegria, Madrugada<br />
<b>Verde</b> - Crescimento, Abundância, Natureza, Harmonia<br />
<b>Azul</b> - Calma, Responsabilidade, Tradição, Confiança<br />
<b>Púrpura</b> - Criatividade, Realeza, Riqueza, Romance, Luxo<br />
<b>Preto</b> - Mistério, Elegância, Poder, Moderno<br />
<b>Cinzento</b> - Melancolia, Conservador, Formal, Profissional<br />
<b>Branco</b> - Pureza, Limpeza, Virtude, Inocência<br />
<b>Castanho</b> - Natureza, Confiança, Segurança, Terra<br />
<b>Bege</b> - Conservador, Neutralidade, Flexibilidade<br />
<b>Marfim</b> - Calma, Elegância, Pureza<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 8 Nov 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title> OS DESAFIOS DE UMA NEWSLETTER PARA UM PROGRAMADOR</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_OsdesafiosdeumaNewsletterparaumprogramador.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_OsdesafiosdeumaNewsletterparaumprogramador.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Uma das peças mais importantes na comunicação das empresas é a Newsletter. Representam muitas vezes uma peça fundamental na divulgação de serviços, actividades e notícias. Enquanto utilizadores da Internet subscrevemos as Newsletters pelas mais diversas razões. A principal talvez seja mantermo-nos actualizados sem qualquer esforço extra. <br />
<br />
No entanto, ocasionalmente, recebemos as Newsletters mal formatadas, com imagens demasiado grandes ou com dimensões descontextualizadas. Estes problemas surgem porque, como não existem regras definidas para a programação de Newsletters para email, cada sistema de correio electrónico interpreta o código HTML e CSS à sua própria maneira, ignorando muitos dos comandos utilizados.<br />
<br />
É neste momento que se levantam os desafios para os programadores. Além de ser necessário um trabalho coordenado com os designers, é necessário conhecer as limitações dos diversos serviços de email (gmail, hotmail, outlook, thunderbird, entre outros) para que, no processo de criação das Newsletters, tudo seja tido em conta e se reduza ao mínimo os problemas que poderão surgir.<br />
<br />
Em suma, quando a criação de uma Newsletter envolve programação, é necessário um trabalho extra para satisfazer as necessidades dos Clientes, implementar o resultado do processo criativo e garantir ao utilizador final um resultado satisfatório.]]></description>
          <pubDate>Tue, 2 Nov 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>WEB DESIGN - PEGADA ECOLÓGICA</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebDesign-PegadaEcologica.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebDesign-PegadaEcologica.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Tornar o nosso planeta mais “verde” e contribuir para a construção de uma consciência global mais ecológica é uma preocupação que se estende hoje em dia a praticamente todas as áreas, portanto não será de estranhar que nos questionemos sobre a pertinência de um webdesign mais ecológico.<br />
 <br />
Os web designers e web developers são responsáveis por uma parte importante da forma como a internet se desenvolve. Serão os nossos processos de criação e desenvolvimento os mais adequados? Será que não podiam e deviam ser mais ecológicos?<br />
Não estamos apenas a falar em optimização da velocidade de download das páginas. Será que ao privilegiarmos a componente estética não estaremos a prejudicar a eficiência energética dos nossos websites? Mas quanto é que custa a internet em termos energéticos, é mensurável?<br />
 <br />
Segundo os estudos realizados pelo Google as emissões de CO2 produzidas com 10.000 pesquisas equivalem a uma viagem de 8 km’s num automóvel médio americano.<br />
 <br />
Uma ironia curiosa desta, relativamente nova, preocupação com a eficiência energética é que à medida que a tecnologia permite cada vez maior largura de banda nos acessos ADSL, os web designers e web developers desenvolvem websites cada vez mais pesados e complexos.<br />
O que é indiscutível é que este websites mais complexos não vão passar despercebidos por esta nova postura energética. Os ficheiros que criamos para construir estes websites são guardados em servidores, acedidos por computadores pessoais e interligados por extensas e complexas redes de comunicação. Tudo isto necessita energia para alojar, arrefecer, colocar em funcionamento e distribuir os dados que constituem um website.<br />
 <br />
Os estudos mais recentes indicam que visualizar uma página simples gera cerca de 20mg de CO2 por segundo. Isto aumenta dramaticamente para 300mg por segundo quando vemos websites com conteúdos mais complexos, como vídeos e animações.<br />
 <br />
Mas como podemos contribuir para reduzir as emissões e melhorar a eficiência energética?<br />
Podemos começar por manter os nossos websites “limpos” e organizados. Ao fazê-lo podemos solicitar que os organismos competentes certifiquem os nossos websites afixando assim o selo de certificação energética.<br />
Como web designers há também outros aspectos que podemos ter em atenção, usar paletes de cores de baixo consumo por exemplo. Algumas destas paletes reivindicam um consumo de 3 a 4 watts superior a uma página completamente preta!<br />
Já pensaram nos ficheiros que ficam esquecidos nos servidores após a conclusão de um website? Depois de concluído o processo de desenvolvimento há invariavelmente ficheiros de JavaScript, Html, PHP e gráficos que deixam de ser necessários, isso representa em termos globais uma enorme quantidade de dados redundantes, armazenados em servidores e data centers em todo o mundo, que necessitam de alimentação e refrigeração.<br />
 <br />
Alguns poderão pensar que isto é um problema que não nos diz respeito, mas de certo modo tanto os fornecedores de serviços, como os Clientes, pagam taxas pelo alojamento dos seus websites em função do espaço e tráfego que estes necessitam.<br />
Todos nós trabalhamos de forma isolada no nosso cantinho sem por vezes termos consciência que ao mesmo tempo trabalhamos em conjunto na construção da que está destinada a ser a maior infraestrutura de sempre, a internet!<br />
]]></description>
          <pubDate>Tue, 26 Oct 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>TESTES DE ACEITAÇÃO</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Testesdeaceitacao.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Testesdeaceitacao.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Durante o desenvolvimento de um projecto é importante envolver o Cliente e obter o seu feedback relativamente às decisões que vão sendo tomadas. No entanto, nem sempre é possível dar a conhecer o produto ao Cliente antes da conclusão do projecto. Se tomarmos como exemplo um website, dificilmente o Cliente poderá testar as suas funcionalidades antes da entrega da versão final.<br />
 <br />
Como forma de garantir ao Cliente que o projecto não termina com a entrega desta versão final, a One Small Step coloca nas propostas que apresenta um período, normalmente de trinta dias, durante o qual o projecto se encontra em testes no Cliente - os testes de aceitação. <br />
Esta definição de um período de testes no Cliente tem na verdade dois objectivos. Por um lado visa dar a garantia ao Cliente que não vai ficar sozinho após a conclusão do desenvolvimento. Por outro lado procura levar o Cliente a realizar estes testes para que possa validar que a solução entregue corresponde às suas necessidades e expectativas. <br />
 <br />
Do nosso ponto vista estes testes são essenciais e é muito importante que sejam executados pelo Cliente nesta fase, porque tudo está ainda fresco. Se os testes de aceitação, relativamente às decisões tomadas e às opções de implementação, só forem realizados mais tarde, eventuais correcções ou alterações serão mais demoradas e mais difíceis de fazer. Quer porque vai ser necessário relembrar muitos aspectos do projecto, quer porque a equipa de projecto já estará desfeita e os seus elementos ocupados noutros projectos e portanto com menor disponibilidade para "regressar" a um projecto anterior.<br />
 <br />
Os testes de aceitação são uma fase importante do projecto que não deve ser encarada apenas como uma formalidade contratual.]]></description>
          <pubDate>Wed, 20 Oct 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>WEB ANALYTICS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebAnalytics.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebAnalytics.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O seu website já está online. Será que isso basta para se destacar da concorrência? Será que está a obter o máximo retorno do investimento que fez? Para responder a estas questões é necessário analisar a evolução do website e o comportamento dos utilizadores quando navegam no mesmo.<br />
Ao solicitar e adjudicar a criação de um website para o seu negócio deve ter em mente não só a necessidade primária de marcar presença na internet, mas também definir os objectivos que pretende alcançar, sejam eles obter novos clientes, reter e acrescentar valor aos Clientes actuais ou concretizar vendas. Como tal, é de extrema importância medir e acompanhar a evolução das estatísticas do seu website.<br />
<br />
Quantas visitas tem em média por dia?<br />
Quais as palavras-chave que angariam mais visitantes?<br />
Quais as páginas que retêm mais tempo os visitantes?<br />
Quais as melhores fontes de tráfego?<br />
Estas são questões às quais uma ferramenta de <i>Web Analytics</i>, como o <i>Google Analytics</i>, pode dar resposta ajudando a redefinir estratégias e a alcançar os objectivos estabelecidos.<br />
<br />
As ferramentas de <i>Web Analytics</i> permitem-lhe acompanhar não só o sucesso da estrutura e conteúdo do seu website mas também de todas as suas campanhas de web marketing. Envio de emails, perfis das redes sociais, newsletters, banners,...todas estas campanhas de comunicação online podem, e devem, ser monitorizadas por ferramentas de <i>Web Analytics</i> tornando claros os seus resultados e o retorno que trazem ao seu negócio.<br />
<br />
Engana-se se pensa que o <i>Web Analytics</i> interessa apenas a negócios de grande dimensão. Todos os responsáveis por negócios com presença online necessitam ter uma visão global e simultaneamente detalhada do seu website como forma de analisarem o impacto das suas estratégias de web marketing. Saber os resultados de um investimento e introduzir ajustes ou correcções é fundamental para o sucesso de qualquer negócio.<br />
]]></description>
          <pubDate>Tue, 12 Oct 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>FAN PAGES NO FACEBOOK</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_FanPagesnoFacebook.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_FanPagesnoFacebook.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O <i>Facebook</i> é claramente a maior rede social da actualidade.<br />
Esta rede desempenha um papel dominante na actividade global e diária de milhões de utilizadores, tornando-se num recurso vencedor tanto a nível pessoal como profissional.<br />
<br />
A crescente popularidade desta plataforma chamou a atenção das grandes e pequenas empresas que viram neste espaço, de massivo poder comunicacional, a oportunidade de promover os seus produtos e serviços a um baixo custo de investimento.<br />
<br />
Uma das grandes vantagens de se ter uma página no <i>Facebook</i> é a possível interacção e diálogo com os utilizadores, ao mesmo tempo que se promove e divulga a própria entidade.<br />
Este contacto já está bem presente por quem navega pelo "mundo" do <i>Facebook</i>. Facilmente encontramos promoções, passatempos, atendimento ao cliente, ou mesmo quem faça recrutamento através desta plataforma.<br />
<br />
Na maioria dos websites tradicionais a chave para atrair potenciais Clientes está na diferenciação. Esta abordagem também se aplica ao <i>Facebook</i>. <br />
Customizar as páginas das empresas ou <i>"fan pages"</i> é o primeiro passo para atrair novos seguidores e para se destacar das restantes páginas que promovem os mesmos produtos ou serviços. <br />
Ou seja, dinamizar a informação recorrendo ao uso de aplicações criativas, como é o caso das <i>"landing pages"</i> ou das <i>"tabs"</i> personalizadas, pode ajudar na divulgação da sua empresa e aumentar o número de seguidores que recebem automaticamente todas as notícias e actualizações da sua página.<br />
<br />
<b>Informações Adicionais</b><br />
01 - Intro One Small Step<br />
02 - Intro TECAD<br />
<br />
<a href="http://www.facebook.com/onesstep" target="_blank">Página Facebook - One Small Step</a><br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 4 Oct 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>PEQUENOS GRANDES DILEMAS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Pequenosgrandjesdjilemas.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Pequenosgrandjesdjilemas.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Enquanto utilizadores, ao navegarmos na Internet, já nos apercebemos que uma determinada página não é apresentada correctamente num ou noutro “browser”. Estas limitações devem-se muitas vezes à versão do software que estamos a utilizar, mas não só.<br />
<br />
A <a href="http://www.w3c.org" target="_blank">W3C (World Wide Web Consortium)</a> é uma entidade que, a nível mundial, tenta padronizar as boas práticas de desenvolvimento, de acessibilidade, entre outras.<br />
<br />
A grande vantagem da padronização é que, no limite, uma página desenvolvida para um determinado “browser” irá ser bem interpretada por um seu concorrente. Infelizmente, e apesar dos padrões existentes, não acredito que um dia seja possível apresentar uma página correctamente em todos os “browsers” sem um pouco de trabalho extra para os programadores. Isto porque, da parte de quem desenvolve o “software”, há a necessidade de incorporar funcionalidades que os distingam da concorrência, levando a que algumas normas sejam ignoradas.<br />
<br />
No meio desta guerra entre empresas os programadores sofrem vários dilemas, como por exemplo as versões dos “browsers” a suportar. Actualmente, Mozilla Firefox, Google Chrome ou Apple Safari são actualizados constantemente. Estas actualizações permitem que os utilizadores tenham a versão mais recente e segura garantindo que as páginas mais avançadas da Internet serão bem apresentadas nos seus computadores. <br />
<br />
Por outro lado o IE da Microsoft sofre do problema inverso, ou seja, falta de actualizações constantes, o que faz com que uma versão desactualizada seja muito utilizada. <br />
<br />
Na One Small Step testamos as páginas que desenvolvemos nos browsers mais comuns, como forma de colmatar as limitações muitas vezes impostas pelo próprio software.<br />
<br />
O objectivo é o utilizador final não perceber as diferenças quando visita os websites, quer seja no IE, Firefox ou Safari.]]></description>
          <pubDate>Tue, 28 Sep 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>O FUTURO DA INTERNET</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_OFuturodjaInternet.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_OFuturodjaInternet.htm</guid>
  				<description><![CDATA[A internet é um suporte que evoluiu, e continua a evoluir, a um ritmo alucinante. Ajudou a transformar o planeta na “Aldeia Global” que é hoje e afastou-nos da comunicação em suporte impresso de uma forma que não julgávamos possível há poucos anos atrás.<br />
<br />
Actualmente os seus “perigos” são tão evidentes como o seu potencial para crescer e alargar os nossos horizontes nas mais diversas áreas. O debate sobre a continuidade da internet como a conhecemos, disponível e de livre acesso para todos, está na ordem do dia. Adivinha-se uma “guerra” entre a “open web” e uma versão de internet mais controlada, com um nível de segurança superior mas sem a liberdade que lhe reconhecemos actualmente.<br />
<br />
É evidente que há um sentimento crescente de que a “open web” é um suporte com diversos riscos. A recente vaga de websites de WordPress “violados” revelou o aproveitamento menos escrupuloso de algumas vulnerabilidades do PHP, afectando dezenas de reconhecidos web designers e bloggers.<br />
<br />
Uma consequência desta desconfiança relativamente à vulnerabilidade da internet é o surgimento de produtos como o iPad e a Xbox. Estes  produtos não permitem a utilização de software nem modificações desenvolvidos por terceiros a não ser que se tratem de parceiros aprovados pela marca. Esta tendência aponta um possível caminho para a internet do futuro. <br />
<br />
Um aumento da segurança geralmente significa uma restrição do conteúdo, ou ainda pior a limitação da liberdade, que é o motor de um certo estilo de inovação que tem impulsionado a evolução da internet e por consequência todo o nosso futuro digital. A internet no presente permite que um estudante universitário de 17 anos com uma ideia para um website o coloque online em 3 ou 4 dias e facilmente se torne numa rede social usada por milhões. É desta inovação e do impulso que esta pode trazer à internet que estamos a falar.<br />
<br />
Se as ameaças actuais que recaem sobre a internet determinarem o fim desta, tal como a conhecemos, e fizerem surgir uma nova internet governada por organismos como a Apple ou a Microsoft, este género de liberdade e inerente inovação poderão ter os dias contados.<br />
<br />
Vemos a internet como um meio inovador e como gerador de inovação, pois será necessária inovação para que siga no sentido desejado. Talvez sejam necessárias regras e acordos para regular a “open web”, para que não fiquemos com a impressão de que fechámos as nossas tecnologias num cofre  simplesmente para proteger o futuro.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 20 Sep 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>EXPECTATIVAS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Expectativas.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Expectativas.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Uma tarefa sempre complicada na gestão de uma Empresa é a gestão de expectativas. E porque estamos a falar de pessoas a tarefa ganha um nível de complexidade adicional. Os sócios da Empresa têm expectativas, os Colaboradores da Empresa têm expectativas, os Clientes têm expectativas... e estas expectativas nem sempre são evidentes.<br />
<br />
Comecemos pelos sócios da Empresa. Quais as suas expectativas? Resposta imediata... Lucro. A imagem mais comum do empresário é a de alguém que quer cobrar o máximo possível ao Cliente, pagando o mínimo possível ao Colaborador. Mas nem sempre é assim. Claro que existe sempre a expectativa do lucro... mas há outras. Há a expectativa de que o Cliente fique satisfeito com o trabalho realizado e que regresse com novos pedidos. Há a expectativa de que o Colaborador se sinta bem na Empresa e que lá queira continuar a trabalhar. E há claro a expectativa de que as estratégias definidas e de que as decisões tomadas no dia-a-dia contribuam para satisfazer as expectativas de todas as partes envolvidas.<br />
<br />
E os Clientes, quais as suas expectativas? Aqui o esteriótipo aponta para alguém que quer pagar o mínimo possível conseguindo englobar no projecto tudo e mais alguma coisa. Mas as expectativas do Cliente não se limitam ao custo. Já aqui falei em posts anteriores numa expectativa muitas vezes negligenciada... a atenção. O Cliente gosta de ser bem atendido, gosta de sentir que o seu problema ou pedido merece a devida atenção e de que não é apenas mais um. Depois há a expectativa do prazo e a expectativa de flexibilidade por parte do fornecedor para novos requisitos ou alterações aos já existentes durante a execução dos projectos.<br />
<br />
E quais são as expectativas dos Colaboradores? Ganhar o mais que puder fazendo o mínimo que conseguir. Mais uma vez esta imagem esconde outras expectativas. Muitas vezes a principal expectativa do Colaborador é conseguir fazer aquilo que gosta num ambiente onde se sinta bem. Outras expectativas passam por ter um empregador que oiça as suas ideias e que lhe atribua responsabilidade e algum poder de decisão, ou a de poder trabalhar com Clientes que compreendam que o trabalho a executar nem sempre é tão simples como parece à primeira vista.<br />
<br />
Como se pode ver nesta análise muito superficial sobre o tema as expectativas das várias partes parecem inconciliáveis. Se todas as partes mostrarem sensibilidade e abertura para perceber e respeitar as expectativas dos outros a tarefa de gerir as várias expectativas fica bem mais simples. Mas o actor principal aqui é claramente a Empresa na pessoa dos seus gestores. Porquê? Porque são os únicos que têm o poder de tomar decisões que afectam directamente todas as partes envolvidas. É ao gestor que cabe gerir estas expectativas e encontrar o ponto de equilíbrio que permita levar os projectos e a Empresa a bom porto.]]></description>
          <pubDate>Tue, 14 Sep 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>MARKETING PESSOAL</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_MarketingPessoal.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_MarketingPessoal.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O marketing não se aplica apenas a produtos e serviços mas também às pessoas.<br />
Tal como uma estratégia de marketing tradicional para um produto ou serviço a estratégia de marketing pessoal passa por uma análise da situação actual, interna e externa (análise <i>SWOT</i>), e pela definição de objectivos e acções a implementar para atingir os mesmos.<br />
<br />
De forma a definirmos a nossa estratégia de marketing pessoal devemos passar por um conhecimento de quem somos, das nossas forças e fraquezas, de como os outros nos vêem, de onde estamos, para onde queremos ir e como fazê-lo.<br />
<br />
Assim como as empresas, também nós pessoas, temos uma missão, valores e políticas de actuação na sociedade. No meio em que vivemos e trabalhamos existem oportunidades e ameaças e por isso é necessário que a nossa existência no mundo não seja vivida ao acaso mas tenha objectivos definidos, acções planeadas e resultados positivos.<br />
<br />
Tomar consciência das nossas competências, saber o que exigem os diferentes contextos em que actuamos diariamente e qual a melhor forma de promover as nossas mais-valias em cada um deles é resultado de uma boa estratégia de marketing pessoal.<br />
<br />
Um bom exemplo da necessidade de planear as acções de marketing pessoal são as redes sociais, estas são óptimas para a pessoa se dar a conhecer e promover mas são também perigosas se o indivíduo não souber exactamente como o deve fazer. Colocar fotos menos próprias ou informação desadequada pode destruir a imagem que os outros têm de nós. <br />
Muitas são já as empresas que procuram os seus futuros colaboradores através das redes sociais e os candidatos mesmo sem saberem estão a ser analisados pelo que escreveram em <i>blogs</i> ou comentaram no <i>Facebook</i>.<br />
<br />
Num ambiente cada vez mais competitivo é de extrema importância que a forma como nos promovemos na sociedade seja organizada, planeada e controlada por nós. Temos de nos saber posicionar na vida pessoal e profissional para alcançar o sucesso.<br />
<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 6 Sep 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>REVOLUTION 99-09</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Revolution99-09.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Revolution99-09.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Esta exposição procura mostrar "as visões" dos designers portugueses nas categorias de design gráfico e de produto deste 1999 até 2009. <i>Revolution 99-09</i> apresenta projectos e conceitos originais que fizeram parte da nossa revolução nos últimos 10 anos, celebrando o dinamismo e vivacidade do design português.<br />
<br />
Observam-se mais do que apenas palavras e imagens. São referências temporais e de autor. São as nossas referências culturais que fazem parte da nossa afirmação nacional, mas que acima de tudo comunicam ao nível global e nos colocam no panorama internacional.<br />
<br />
Com mais de 420 peças de 70 designers e estúdios, esta "viagem" pelo universo nacional aborda a forma como as linguagens gráficas nativas se foram entranhando no nosso dia-a-dia e propõe abrir caminho à reflexão dessas mesmas linguagens. O que há uns anos atrás não tinha a visibilidade merecida faz agora parte da nossa tradição.<br />
<br />
São dois os pisos onde se dividem as duas categorias presentes. Na área de design gráfico são apresentadas peças de vários formatos e contextos, entre cartazes, convites, brochuras e exemplos de design editorial (peças de grande distribuição), até ao design de fontes e <i>packaging</i>. Na área de design de produto são apresentados vários projectos de diversos materiais e escalas, que se destacam pela sua concepção e inspiração.<br />
<br />
Esta exposição de entrada gratuita, organizada pela ExperimentaDesign, permanece até dia 5 de Setembro no Palácio Quintela (Rua do Alecrim, Chiado). Sobram-lhe ainda alguns dias...experimente.<br />
<br />
<b>Informações Adicionais</b><br />
01 - Entrada<br />
02 - Flúor (EXD'03 Convite VIP - 2003)<br />
03 - Nuno Coelho (Flyers Compact Discothèque - 2003/2007)<br />
04 - Musa Worklab (Musabook the pack flyers e postais - 2005)<br />
05 - Martino & Jaña (Jornal Guimarães Jazz - 2008)<br />
06 - Pacifica (Boletim Daily News Offf - 2009)<br />
07 - Pacifica (Cartaz TED X - 2009)<br />
08 - Geral]]></description>
          <pubDate>Mon, 30 Aug 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>CORRIDA AO MOBILE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_CorridjaaoMobile.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_CorridjaaoMobile.htm</guid>
  				<description><![CDATA[A utilização da Internet móvel é cada vez mais uma realidade difícil de ignorar. E nesta corrida não há tempo a perder.<br />
<br />
eBay e Amazon são dois exemplos de empresas de comércio electrónico que lideram no universo móvel, gerando anualmente milhares de milhões em negócios efectuados através de dispositivos móveis.<br />
<br />
Num estudo efectuado recentemente pela Adobe, dedicado ao comércio electrónico,  verificou-se que as empresas estão cada vez mais a investir neste mercado.<br />
<br />
Segundo o primeiro estudo criado pela empresa sobre comércio móvel, o Adobe Scene7 Mobile Commerce conclui que 80% das empresas já têm ou pretendem ter um site móvel contra 8% que preferem investir em aplicações para download. Outra conclusão refere que as promoções obtiveram 75% das preferências das empresas como estratégia de negócio a adoptar.<br />
<br />
Nos Estados Unidos, por exemplo, o número de telemóveis vendidos não pára de crescer e, embora o número de minutos gastos em chamadas tenha estagnado, o número de acessos à Internet não pára de aumentar.<br />
<br />
Outros dados apontam para um crescimento constante nos próximos anos, o que levará a que em 2020 os acessos à Internet sejam feitos maioritariamente através de dispositivos móveis.<br />
<br />
Enquanto Cliente poderia pensar que o número de pessoas que irão aceder ao meu site não compensaria o investimento! Talvez. A verdade é que ainda há muito trabalho pela frente até que a Internet móvel ultrapasse o número de visitas através do computador de casa, mas os dados disponíveis actualmente indicam que um investimento nesta fase pode representar uma vitória. Quer pelo retorno financeiro, quer pelas quotas de mercado que se atingem. Um novo segmento de mercado estará disponível e os primeiros a chegar terão uma clara vantagem.<br />
 <br />
Do meu ponto de vista, a visibilidade é dos pontos mais importantes para qualquer negócio e não há maior visibilidade do que estar na palma da mão do Cliente final.<br />
<br />
Entre nesta corrida.<br />
<br />
Estudo <a href="https://www1.scene7.com/registration/s7mobilerpt.asp?src=Adobe2010Mobile_PR&id=70180000000jrW6"  target="_blank">Adobe Scene7 2010 Mobile Commerce Survey</a><br />
Estudo <a href="http://www.pewinternet.org/Reports/2008/The-Future-of-the-Internet-III.aspx" target="_blank">The Future of the Internet III</a><br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 23 Aug 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>RELAÇÃO COM O CLIENTE V</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_RelacaocomoClienteV.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_RelacaocomoClienteV.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Uma vez terminado o desenvolvimento do projecto chegou a altura de apresentar o produto desenvolvido ao Cliente e de o instalar para que o Cliente possa começar a tirar partido do investimento realizado. À primeira vista o projecto chegou ao fim, mas na realidade apenas entrou numa nova fase. Uma fase por vezes crítica e que irá influenciar a forma como o Cliente vai avaliar a colaboração com o fornecedor.<br />
<br />
Quando o Cliente começar a usar o produto desenvolvido vai ter dúvidas, pode não conseguir usar uma funcionalidade, pode encontrar um erro, pode chegar à conclusão que precisa de novas funcionalidades, ... Muitas vezes há a tendência por parte dos fornecedores para negligenciarem esta fase do projecto. Ou porque o tempo efectivamente consumido pelo projecto ultrapassou o tempo estimado e orçamentado inicialmente, ou porque tiveram de começar um outro projecto e não têm recursos disponíveis, ... E o Cliente fica com um produto que não consegue usar em pleno, que tem problemas ou que, do seu ponto de vista, está incompleto. E pior do que isso, faz uma avaliação negativa do fornecedor e tentará encontrar um outro que lhe resolva o problema. Escusado será dizer que o fornecedor original não será recomendado a terceiros e corre o risco de ser criticado em fóruns e blogues da especialidade.<br />
<br />
Para evitar esta eventual perda de oportunidades de negócio e de credibilidade é importante que os fornecedores se preparem para esta fase do projecto. Aqui é importante ser pró-activo e mostrar ao Cliente que a atenção que lhe foi dedicada durante o desenvolvimento do projecto não chegou ao fim. Iniciativas como demonstrar a forma de utilizar o produto, acompanhar o Cliente durante as primeiras utilizações aconselhando-o sobre boas práticas ou erros a evitar são importantes e reforçam a confiança do Cliente. Esta relação de confiança é importante na hora de apresentar ao Cliente uma proposta para um contrato de manutenção ou um novo orçamento para as funcionalidades adicionais que o Cliente pretende ver desenvolvidas.<br />
<br />
O esforço dispendido pelo fornecedor durante o período pós-venda do produto tem um retorno muitas vezes negligenciado. A imagem e a credibilidade saem reforçadas e a avaliação final por parte do Cliente é positiva. Estes factores são decisivos na hora de o Cliente recomendar o fornecedor a amigos ou parceiros de negócio e farão com que o Cliente se lembra do fornecedor sempre que precisar de novos produtos ou serviços.]]></description>
          <pubDate>Mon, 9 Aug 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>O PÚBLICO FEMININO NA INTERNET!</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Opublicofemininonainternet!.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Opublicofemininonainternet!.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Primeiro emancipou-se política e socialmente, depois afirmou-se no mundo quer a nível profissional, quer a nível financeiro e nos últimos anos o público feminino tem vindo a marcar a sua posição na internet e no modo como utiliza a mesma.<br />
Cada vez mais as mulheres usam a internet não só para obterem e divulgarem informação e opiniões mas também para adquirirem produtos.<br />
<br />
Segundo um estudo da comScore realizado a nível mundial, as mulheres gastam mais 20% do tempo em sites de compras do que os homens dominando assim as compras online.<br />
As mulheres passam em média 25 horas por mês na internet e já ultrapassaram o sexo masculino no que diz respeito ao tempo passado nas redes sociais. Despendem mais de 5 horas por mês nestes websites contra cerca de 4 horas despendidas pelo público masculino.<br />
Segundo este mesmo estudo da comScore no passado mês de Maio 75,8% das mulheres acederam às redes sociais contra 69,7% dos homens.<br />
<br />
Esta realidade traz às marcas com um target maioritariamente, ou exclusivamente, feminino novos desafios e oportunidades. Estas marcas necessitam de marcar a sua presença na internet através de websites, páginas nas redes sociais, passatempos online, parcerias com blogs femininos, publicidade em portais direccionados para o target feminino.<br />
<br />
Algumas marcas já despertaram para esta realidade e outras começam agora a confrontarem-se com este fenómeno e por esta razão assiste-se a um crescimento do número de lojas online de vestuário, calçado, acessórios de moda. Assiste-se também a um aumento da criação de blogs femininos e à proliferação de páginas de facebook que promovem passatempos para este target.<br />
<br />
Marcas como La Redoute, Yves Rocher, entre outras, que até há poucos anos vendiam exclusivamente por catálogo abriram as portas à internet e aproveitaram as potencialidades e oportunidades que um site e-commerce lhes podia oferecer, chegando assim a mais mulheres e tendo uma nova e forte fonte de rendimento que se suspeita a curto/médio prazo passe a ser a principal.<br />
<br />
As marcas não devem esquecer que a mulher é uma forte consumidora mas muitas vezes é também uma grande influenciadora nas compras feitas pelo público masculino. <br />
A mulher está a mudar as estratégias de marketing e comunicação das empresas e aquelas que ignorarem estas mudanças irão perder uma quota importante do mercado.<br />
]]></description>
          <pubDate>Tue, 3 Aug 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>HOME PAGE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_HomePage.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_HomePage.htm</guid>
  				<description><![CDATA[São cada vez mais as empresas que querem criar ou aumentar a sua imagem comunicacional e presença na internet. <br />
Sejam elas pequenas, médias ou grandes o objectivo é na maioria dos casos comum. Todas elas querem informar e vender os seus serviços a um maior número de pessoas para competirem entre si e ganhar um lugar de destaque no mercado em que estão inseridas.<br />
<br />
A necessidade de comunicar é a razão principal dos websites existirem. Estes possibilitam às empresas novas formas de publicitarem os seus serviços e novidades a potenciais Clientes, bem como aos seus Clientes habituais. É por essa razão que são tão importantes na estratégia de imagem de uma empresa.<br />
<br />
A primeira impressão nasce do que vemos. Os nossos olhos processam vários elementos visuais ao mesmo tempo e é com esses que formamos opiniões acerca das pessoas. Com os websites acontece a mesma coisa. A home page de um website equivale à capa de uma revista ou primeira folha de um jornal. Funciona como cartão-de-visita, assumindo um papel importante no primeiro contacto e experiência de qualquer utilizador.<br />
<br />
Devido ao seu papel de destaque, existem alguns factores que se devem ter em conta antes de se definir qualquer protótipo da home page:<br />
<br />
- O texto só é lido depois de um “scan” geral à página;<br />
- Deve conter informação significativa que faça o utilizador interessar-se (notícias, destaques, imagens, curiosidades, tópicos…etc.);<br />
- O espaço branco funciona como elemento gráfico;<br />
- A forma e a função devem andar sempre juntas;<br />
- “Less is more” – não deve ser uma página carregada de informação;<br />
- Deve ser alvo de diversas actualizações para se manter activa e dinâmica;<br />
- Deve responder às perguntas mais comuns dos utilizadores (o que é isto?... o que é que fazem?...etc.)<br />
<br />
Graficamente, esta página deve conter elementos de destaque, que saltem à vista e que façam valer todo o potencial da empresa. Desenhar a home page com especial atenção à experiência do utilizador é meio caminho andado para conseguir captar o seu interesse e possível navegação pelo resto do site. A utilização de recursos como headlines dominantes, slideshows, ícones, imagens e espaços brancos ajudam a criar pontos de foco e de compreensão, influenciando no final a satisfação do utilizador como possível Cliente no futuro.<br />
<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>EVOLUÇÃO DA LINGUAGEM</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Evolucaodjalinguagem.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Evolucaodjalinguagem.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Na Internet não se fala apenas Português, Inglês ou outra língua cultural. Quem "usa" a Internet, fala em HTML, em CSS e em muitas outras linguagens. E embora Língua e Linguagem sejam coisas distintas, a verdade é que nas linguagens que se usam, também existem regras.<br />
<br />
Todos os dias assistimos ao aparecimento de novos mecanismos e serviços no mundo da Internet. Para que tal seja possível, utilizam-se linguagens como o HTML e as CSS. Neste momento, as regras destas linguagens estão a mudar e estamos a assistir ao aparecimento do HTML5 e das CSS3.<br />
<br />
O HTML5 será a nova versão do HTML, provavelmente, a mais importante porção de código interpretado pelos nossos navegadores (browsers).<br />
Esta evolução irá permitir aos programadores criar novas e ainda mais impressionantes formas de apresentar o conteúdo ao utilizador. O objectivo principal será, no longo prazo, tornar o mundo web o mais parecido possível com o ambiente de trabalho que utilizamos todos os dias, Windows, Linux ou MacOS.<br />
<br />
Um pouco mais adiantada do que HTML5 está a evolução das CSS que irá permitir mais e melhor formatação de estilos, o que irá, naturalmente, permitir uma experiência visual ao mais alto nível. Gráficos em 2D/3D, efeitos de rotação, movimento e transição, serão agora também possíveis com as CSS3.<br />
<br />
Mas não se pense que tudo são vantagens. à data deste post, os browsers mais utilizados são:<br />
<br />
IE8 - 15.7%<br />
IE7 - 8.1%<br />
IE6 - 7.2%<br />
Firefox - 46.6%<br />
Chrome - 15.9%<br />
Safari - 3.6%<br />
Opera - 2.1%<br />
<br />
fonte - W3Schools<br />
<br />
Isto significa que, embora as CSS3 já estejam a ser reconhecidas por alguns browsers e o HTML5 só chegue entre 2011 e 2012, o processo de adaptação a estas novas vantagens pelos utilizadores será lento, uma vez que os browsers mais antigos não reconhecerão muitos dos selectores agora introduzidos. E mesmo sendo disponibilizadas actualizações constantes, nem todos os utilizadores as instalam.<br />
<br />
Em suma, está-se neste momento a assistir a uma das mais importantes revoluções e evoluções no mundo web. Devemos, utilizadores, programadores, empresas e clientes, apanhar este comboio e manter os nossos browsers actualizados para desfrutarmos deste novo mundo.]]></description>
          <pubDate>Mon, 19 Jul 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>IMPORTÂNCIA DAS IMAGENS EM WEBDESIGN</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Importanciadjasimagensemwebdjesign.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Importanciadjasimagensemwebdjesign.htm</guid>
  				<description><![CDATA[As imagens são o suporte ideal para ilustrar as vantagens ou benefícios de um produto ou difundir a filosofia de uma Marca.<br />
Estas despertam emoções mais facilmente que os textos e conseguem comunicar sentimentos e sensações de forma mais imediata . Podem ser usadas para informar mas também para provocar ou inspirar. Esta vertente emocional pode ser importante para o sucesso de alguns produtos.<br />
<br />
O conteúdo ou a mensagem das imagens é também mais fácil de memorizar e perdura habitualmente mais tempo na memória que o dos slogans.<br />
Quando seleccionamos imagens para os nossos produtos devemos dar destaque aos aspectos inovadores pois desta forma facilmente expomos as vantagens sobre os produtos concorrentes.<br />
<br />
Por vezes mostrando o produto em funcionamento damos destaque a funcionalidades que de outra forma seria difícil colocar em evidência. Para isso devemos primeiro procurar entender as necessidades dos potenciais Clientes de modo a poder mostrar-lhes o que procuram.<br />
<br />
As fotografias são uma excelente forma de traduzir conceitos que são geralmente difíceis de passar se a mensagem for exclusivamente escrita. Conceitos como exclusividade, tradição e prestígio são idealmente acompanhados por imagens que reflectem esse sentimento.<br />
<br />
Deve também existir a preocupação em dar às fotografias um aspecto profissional e consistente. Este aspecto é determinante quando se trata de galerias com vários produtos. Nesta situação o fundo das mesmas deve ser limpo de modo a chamar a atenção apenas para o produto. Igualmente importante é a consistência entre as diferentes imagens da galeria, pois assim torna-se mais fácil analisar e comparar os produtos de uma determinada categoria.<br />
Devemos por isso aproveitar o facto de as fotografias dos produtos poderem ser feitas num ambiente controlado (iluminação, fundos, planos, ângulos, etc...) para fazer com que os produtos fiquem favorecidos e despertem um desejo de posse.<br />
Por outro lado outros produtos beneficiam do facto de os mostrarmos a ser utilizados, principalmente se enquadrados no ambiente para o qual foram desenvolvidos.<br />
<br />
Comprar através da internet tem benefícios mas também algumas desvantagens, nomeadamente no que se refere a avaliar a dimensão e aspecto real dos produtos. Fotografias que estabeleçam comparação com objectos do nosso quotidiano ajudam a criar uma noção de escala, tal como fotografias de detalhe para mostrar texturas e materiais podem ajudar a perceber a qualidade dos acabamentos.<br />
<br />
Apesar da internet ter melhorado substancialmente no que respeita à velocidade de acesso devemos manter a preocupação em produzir fotografias de qualidade mas que sejam tão leves quanto possível. Este aspecto é tão importante quanto maior for o número de fotografias a disponibilizar, como é o caso de galerias ou produtos divididos por categorias.<br />
Nas lojas online devemos privilegiar mecanismos que promovam a interacção, permitindo fazer zoom e mostrar diferentes ângulos do mesmo produto.<br />
<br />
A fotografia desempenha um papel crucial no sucesso dos seus produtos. Muitas das vezes a escolha das mesmas recai quase exclusivamente sobre o Designer. Achamos que a experiência do profissional da área deve influenciar esta escolha pois o conhecimento profundo do produto é fundamental para realçar o que tem de melhor e o que o destingue da concorrência.<br />
<br />
Se tomarmos consciência destes aspectos estaremos a libertar as imagens de uma função meramente decorativa, atribuindo-lhes assim um papel decisivo no momento da escolha de um produto.<br />
]]></description>
          <pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>RELAÇÃO COM O CLIENTE IV - A IMPORTÂNCIA DAS PARCERIAS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_RelacaocomoClienteIV-Aimportanciadjasparcerias.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_RelacaocomoClienteIV-Aimportanciadjasparcerias.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Nos últimos posts que publiquei apresentei alguns aspectos importantes sobre o relacionamento entre os fornecedores de serviços e os seus Clientes. Nem de propósito posso agora apresentar um exemplo concreto dos benefícios dessa relação.<br />
 <br />
Um dos últimos projectos da One Small Step foi a renovação do website da TECAD. O Cliente pretendia actualizar o seu website, tirando partido das tecnologias habitualmente relacionadas com a denominada Web 2.0 e transformá-lo no centro da comunidade de parceiros da empresa. Fruto do bom relacionamento estabelecido com o nosso Cliente durante o desenvolvimento do projecto este convidou-nos para colaborar na sua revista eUAU!, uma revista bimensal que é distribuída pela TECAD aos seus parceiros de negócio. A One Small Step vai iniciar a sua colaboração no próximo número da revista assegurando uma coluna sobre temas relacionados com a actividade da empresa.<br />
 <br />
Este convite vem apenas confirmar que a aposta efectuada pela One Small Step num bom relacionamento com os seus Clientes tem um retorno e que este, potencialmente, poderá ser superior ao representado pelo projecto inicial. Ao entrar nesta comunidade de parceiros da TECAD a One Small Step passa a ter acesso a um conjunto de empresas e de decisores a que muito provavelmente não seria fácil chegar.<br />
 <br />
Este acontecimento extremamente importante para a One Small Step, e que acontece numa altura em que a empresa completa o seu quinto ano de actividade, vem confirmar que demos mais um pequeno passo na direcção certa e que as parcerias são fundamentais para expandir a actividade das empresas. Ao iniciar e desenvolver um projecto as empresas devem ter presente que podem estar apenas no início de uma parceria que as pode levar muito longe, e que juntas poderão chegar onde dificilmente chegariam individualmente.]]></description>
          <pubDate>Mon, 5 Jul 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>PUBLICIDADE ONLINE VS PUBLICIDADE OFFLINE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_PublicidjadjeOnlinevsPublicidjadjeOffline.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_PublicidjadjeOnlinevsPublicidjadjeOffline.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Ao longo dos tempos temos assistido à diminuição do investimento, por parte das empresas, em publicidade offline e a uma crescente aposta na publicidade online. Esta mudança no plano de comunicação das empresas deve-se às mudanças que ocorreram no comportamento do público-alvo.<br />
<br />
Segundo um estudo recente da Microsoft, em Portugal existem mais de 4 milhões de utilizadores de internet que passam 34% do seu tempo online, tempo superior ao que passam a ler material impresso, a ver filmes ou a jogar videojogos. Este estudo apresenta também um crescimento da popularidade do pc e telemóvel como ecrãs alternativos à televisão.<br />
<br />
Uma vez que o público-alvo mudou de comportamento e está agora mais presente noutro meio de comunicação, a Internet, as empresas migram também a sua publicidade de uma plataforma para outra de forma a acompanharem as novas tendências. As empresas estão conscientes destas mudanças de comportamento dos consumidores e também elas se adaptam, assiste-se então a um aumento do e-commerce acompanhado de um aumento de campanhas online.<br />
<br />
A internet é um meio mais barato do que os media tradicionais e as campanhas online são mais segmentadas, permitem melhor monitoramento e um maior retorno do investimento. São campanhas direccionadas para pessoas que realmente procuram os produtos, logo com maior probabilidade de se tornarem Clientes. Este tipo de publicidade permite também uma maior interactividade entre a publicidade e o público-alvo o que a torna mais apelativa.<br />
Todas estas características permitem às empresas de menor dimensão competirem com as suas congéneres com maior poder económico.<br />
<br />
O futuro será a aposta total em publicidade online através de email marketing, presença nas redes sociais, campanhas pay per click, redes de afiliação e um sem fim de possibilidades que estão ainda por surgir...<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>O VALOR DA INSPIRAÇÃO</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_OValordjaInspiracao.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_OValordjaInspiracao.htm</guid>
  				<description><![CDATA[No processo de elaboração e desenvolvimento de um projecto gráfico distinguem-se várias etapas básicas. Uma das etapas mais decisivas e importantes é a da investigação que compreende o acumular de informação e reflexão criativa de forma a integrar uma orientação gráfica específica.<br />
<br />
É nesta fase inicial que se torna necessário e crucial gerir os recursos existentes para potenciar, com sucesso, a identidade de uma empresa e transformá-la em sinais gráficos que facilitem a sua leitura, identificação e associação a determinados valores reconhecidos pelo público-alvo.<br />
<br />
Quando é lançado um novo desafio o valor da inspiração conquista um novo e elevado papel. Esta ferramenta é vital para qualquer designer, sem ela a originalidade acaba por se perder e o fio condutor e coeso no resultado final desaparece. Por esta razão, é que é preciso reconhecer que o tempo despendido na procura de inspiração não é "perda de tempo" e que faz parte integrante do processo criativo.<br />
<br />
Cada designer transporta consigo diferentes experiências e gostos únicos que o ajudam a definir-se enquanto criativo na procura de ideias e conceitos. Não existe uma fórmula exacta, cada um inspira-se das mais variadas maneiras. Na moda, em viagens, na música, na arquitectura ou fotografia, em filmes ou na natureza, no dia-a-dia ou mesmo em outros artistas. O importante é ir conhecendo novos meios de comunicação e de expressão.<br />
<br />
Sempre que nos surge um projecto novo traçamos o perfil do Cliente de forma a perceber os seus objectivos. Investigamos a concorrência e quais os pontos em comum às empresas ou instituições do mesmo ramo. É a partir da informação recolhida e analisada que se procuram respostas criativas que produzam um efeito dirigido a cada Cliente.<br />
<br />
O constante trabalho de investigação e pesquisa desenvolve, de forma natural, a inspiração e consequentemente as ideias que nos permitem criar elementos de relevo na comunicação de uma empresa.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 21 Jun 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>DO ESTAR PARA O APARECER...</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_DoEstarparaoAparecer.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_DoEstarparaoAparecer.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Com a crescente evolução tecnológica, surgem novos desafios para as empresas. "Estar" deixará de ser suficiente, e "Aparecer" irá tornar-se obrigatório.<br />
<br />
Há não muito tempo assistimos ao lançamento do iPhone e do iPad, e assistimos ao crescente desenvolvimento de aplicações para este tipo de dispositivos. Só a App Store (Loja de aplicações) da Apple, conta com 225000 aplicações e cerca de 5 mil milhões de downloads desde que está disponível. Esta foi uma primeira revolução.<br />
<br />
Assiste-se neste momento a uma nova revolução no mundo da Internet. Depois da evolução ao nível gráfico e aplicacional que a Internet está a sofrer com a introdução do HTML5, CSS3 e IPv.6, iremos em breve ter a oportunidade de assistir a mais uma revolução , a criação da GoogleTV. E este é apenas mais um dos projectos que pretende levar até à sua Sala de Estar todas as vantagens da Internet.<br />
<br />
Com estes desenvolvimentos abriram-se novas oportunidades mas também novos desafios. Oportunidades porque existem cada vez mais pessoas Online em tempo real. Desafios porque quem não for encontrado será como se não existisse. Com a crescente massificação de produtos que disponibilizam este serviço, a Internet e respectivos conteúdos estarão acessíveis de forma mais simples e a uma velocidade quase instantânea virtualmente em qualquer lugar. Manter os seus negócios e a sua vida actualizada em tempo real será um processo cada vez mais comum, que passará do ecrã do computador para a palma da sua mão e, em breve, para o ecrã a tela do seu televisor. Mas manter-se actualizado não será suficiente. É necessário dar o próximo passo. Destacar-se!<br />
<br />
Tomando consciência da crescente importância que a Internet tem e cada vez mais terá nas nossas vidas, torna-se imperativo ganhar destaque neste mundo. Neste momento já não é suficiente estar na Internet, é imprescindível "aparecer". "Aparecer" sempre que alguém pesquisa algo. Isto porque as pessoas nem sempre recorrem a empresas que conhecem.]]></description>
          <pubDate>Mon, 14 Jun 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>LINHA EDITORIAL DO PORTFÓLIO?</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_LinhaedjitorialdjoPortfolio.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_LinhaedjitorialdjoPortfolio.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Como seria de esperar numa empresa com uma forte componente de Design existe uma especial preocupação com a forma como a nossa imagem se desenvolve. Uma parte importante dessa imagem é comunicada através do Portfólio que vamos construindo ao longo do tempo.<br />
<br />
Com o nosso Portfólio temos procurado passar os princípios que de certo modo aplicamos a todos os projectos. Esses princípios são essencialmente a criação de soluções simples, minimalistas por vezes e tão fáceis de compreender ou utilizar quanto possível.<br />
<br />
No entanto existe também a preocupação de adicionar ao mesmo Portfólio soluções desenvolvidas para Clientes de reconhecida notoriedade. Como será fácil de comprender a credibilidade destas empresas atribui à One Small Step o estatuto de empresa com capacidade para executar determinados projectos. Os potenciais Clientes veêm nesse reconhecimento mais uma garantia de qualidade e capacidade para executar os seus projectos.<br />
<br />
O dilema surge quando um Cliente com projecção ou reconhecimento público conduz o projecto de forma a que o resultado final acaba por ser uma solução com a qual não nos identificamos. Será a notoriedade de alguns Clientes mais eficaz a médio/longo prazo que um Portfólio consistente e fiel à linha gráfica que defendemos?<br />
<br />
Em meu entender não, pois só respeitando a linha editorial que definimos para o Portfólio e em parte também para os trabalhos, é que conseguiremos  fazer com que futuros Clientes saibam o que esperar de nós quando nos apresentam um pedido de desenvolvimento. <br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 9 Jun 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>RELAÇÃO COM O CLIENTE III</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_RelacaocomoClienteIII.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_RelacaocomoClienteIII.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O desenvolvimento do projecto começou. A equipa de desenvolvimento tem um conjunto de requisitos bem definido e aprovado pelo Cliente e há um prazo acordado entre as partes findo o qual o desenvolvimento do projecto terá de estar terminado.<br />
Durante o desenvolvimento do projecto é importante manter o Cliente informado sobre o mesmo. Esta comunicação com o Cliente pode ser, como já foi apresentado num artigo anterior, determinante para o sucesso do projecto.<br />
 <br />
Nem sempre se justifica que a comunicação do Cliente seja presencial. Muitas vezes não se justifica a marcação de uma reunião cuja duração será inferior ao tempo de deslocação para a mesma. Um email ou um telefonema muitas vezes é suficiente para manter o Cliente a par do desenvolvimento do projecto. O email tem a vantagem de ser algo escrito, algo que pode ser recuperado mais tarde. O telefonema tem a vantagem de ser mais pessoal. Caso haja alguma decisão a tomar por parte do Cliente, ou caso a empresa necessite de informar o Cliente sobre algo relacionado com o projecto, o contacto deverá ser por email. Mesmo que o Cliente após receber o email telefone a comunicar a sua decisão a empresa deverá de seguida enviar um email a confirmar a decisão tomada. Deste modo a decisão fica registada por escrito.<br />
 <br />
Uma reunião deverá ser solicitada pela empresa sempre que aconteça algo com impacto nos requisitos acordados, nos prazos acordados ou nos custos aprovados. Da mesma forma, o Cliente deverá solicitar uma reunião sempre que surja um novo requisito. Estas situações devem ser comunicadas à outra parte presencialmente para garantir que existe a oportunidade de justificar o ocorrido. Se a empresa se limitar a enviar um email ao Cliente dizendo "olhe, aconteceu aqui um problema e isto vai demorar mais uma semana" está a abrir a porta a especulações e a julgamentos de intenções que podem ser nefastos para o relacionamento futuro. Muitas vezes é difícil comunicar estes problemas cara a cara, mas os benefícios a longo prazo são inegáveis.<br />
 <br />
A periodicidade destes contactos depende muito da duração do desenvolvimento. Será que um projecto cujo prazo previsto para o desenvolvimento é de uma semana merece um contacto antes da entrega da solução? Sim, merece. Nem que seja um email na véspera da entrega a informar que no dia seguinte, tal como acordado, o projecto será entregue.<br />
Projectos com um tempo de desenvolvimento mais longo deverão ter contactos periódicos. Se tudo estiver a correr bem um email a cada duas ou três semanas é suficiente para manter o Cliente actualizado e para lhe dar a oportunidade de responder caso tenha alguma questão ou algum novo requisito que deseje incluir no projecto. <br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 31 May 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>AS MARCAS E OS BLOGS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_AsMarcaseosBlogs.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_AsMarcaseosBlogs.htm</guid>
  				<description><![CDATA[As empresas ao longo dos tempos têm-se apercebido de algumas mudanças no comportamento dos consumidores, mudanças essas proporcionadas pela <i>Web 2.0</i> na qual o indivíduo tem um papel activo na criação e disseminação da informação.<br />
<br />
O crescente aumento de <i>blogs</i> pessoais, nos quais as pessoas falam sobre temas específicos ou somente do seu dia-a-dia, são um desafio para as empresas pois são um meio no qual não conseguem controlar o que é dito sobre elas. Experiências positivas e negativas com determinadas marcas são escritas e discutidas entre os diversos visitantes de um <i> blog</i>. Se por um lado esta é uma forma de publicidade gratuita, por outro é uma publicidade que foge ao controlo das marcas que cada vez mais têm necessidade de estar permanentemente atentas ao que se diz sobre elas quer em <i> blogs</i> , quer em fóruns, quer em redes sociais.<br />
<br />
Em 2009 um estudo da Nielsen revelou que 90% das pessoas confiam nas recomendações de conhecidos e 70% confiam em opiniões gerais de consumidores publicadas online, apenas 33% confiam em <i> banners</i>  publicitários.<br />
<br />
Perante este cenário as empresas recorreram não só à criação de <i> blogs</i>  empresariais, numa tentativa de se mostrarem mais acessíveis e disponíveis aos consumidores, mas também à associação a <i> bloggers</i>  influentes junto dos seus potenciais Clientes.<br />
<br />
As marcas mais atentas perceberam que em vez de uma ameaça esta realidade poderia ser uma oportunidade e associaram-se a <i> blogs</i>  através de passatempos, quer em <i> blogs</i>  de determinada temática quer simplesmente em <i> blogs</i>  com sucesso junto dos utilizadores.<br />
<br />
Passatempos como ofertas de viagens, roupa, tratamentos de beleza, etc estão presentes em vários <i> blogs</i> . Uma estratégia bem pensada uma vez que os leitores vão associar o <i> blogger</i>  de que tanto gostam e com quem se identificam àquela marca e vão também eles associar-se a ela.<br />
<br />
Os passatempos pressupõem quase sempre uma acção no <i> website</i> , ou no perfil corporativo da empresa numa qualquer rede social levando assim o leitor a conhecer e interagir com a marca se quiser habilitar-se ao prémio.<br />
Esta estratégia de comunicação revela inteligência por parte das marcas pois é de custo bastante reduzido, possivelmente nulo, e permite um aumento da notoriedade e fiabilidade perante o consumidor, ao mesmo tempo que possibilita alguma influência sobre o que é dito sobre elas neste meio.<br />
<br />
Como diz o ditado “Se não os podes vencer, junta-te a eles!”.]]></description>
          <pubDate>Mon, 24 May 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>SISTEMA MODULAR</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_SistemaModjular.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_SistemaModjular.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Diariamente, milhares de designers enfrentam novos desafios no que respeita à disposição de espaços e ordenação de informação.<br />
Uma das práticas essenciais para obter um layout equilibrado e funcional é o uso de um sistema de grelhas. A sua utilização permite que o resultado final se apresente bem ordenado e fiel aos objectivos comunicacionais.<br />
<br />
O sistema de grelhas é aplicado em diversos suportes como jornais, folhetos, revistas, catálogos, televisão e em websites. A incorporação de todos os elementos gráficos neste tipo de sistema cria um sentido de planificação e de clareza. Essa estrutura matemática concede ao layout uma ordem definida, que aumentará a credibilidade e confiança face à informação nele contida.<br />
<br />
No caso dos websites as grelhas permitem criar uma identidade visual com base na ordenação de colunas, linhas e espaços. Quando um projecto possui muita informação, é primordial que esta estrutura esteja bem definida, pois é importante que o utilizador consiga navegar pelos muitos caminhos de forma fluida, sem ter de pensar ou procurar muito.<br />
Outra das razões para o uso de grelhas num projecto de webdesign é facilitar a projecção do mesmo. Um designer facilita o trabalho de um programador se utilizar uma base bem pensada para o corte dos elementos.<br />
<br />
Então mas as grelhas tornam os sites enfadonhos e sempre iguais?!<br />
Não necessariamente. As grelhas ajudam a estabelecer regras para a navegação de um site, mas não precisam ser rígidas. Ordem não precisa ser sinónimo de inflexibilidade, e com o domínio das grelhas é possível estabelecer um ritmo visual que capte a atenção do utilizador e que ao mesmo tempo crie uma linha de continuidade.<br />
<br />
O propósito da utilização de uma estrutura baseada numa grelha lógica é o de facilitar a hierarquização de títulos, subtítulos, textos e imagens, permitindo assim uma fácil e rápida leitura, bem como o entendimento da mensagem por parte dos utilizadores.]]></description>
          <pubDate>Mon, 17 May 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>ESTAREMOS A ASSISTIR AO FIM DO FLASH?</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_EstaremosaassistiraofimdjoFlash.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_EstaremosaassistiraofimdjoFlash.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Até há pouco tempo atrás se quiséssemos um website com um grafismo elaborado e uma forte componente de interactividade teríamos que recorrer a Flash, mas com a evolução dos browsers e a proliferação de bibliotecas de JavaScript a tendência não só se inverteu como tem vindo a anunciar o fim do Flash. Embora tenha permitido alargar durante muito tempo o número de funcionalidades disponíveis nos websites, actualmente os benefícios da utilização do Flash não são tão evidentes pois, aos poucos, designers e programadores têm vindo a aperceber-se das capacidades do HTML5 e das CSS3 e das vantagens da sua utilização.<br />
<br />
Porque passámos a aceder à internet a partir de outros equipamentos, como os telemóveis e os netbooks,  utilizar os Standards da Web faz ainda mais sentido dada a superioridade destas linguagens no que respeita à compatibilidade entre diferentes browsers.<br />
Outro aspecto que reforçou esta tendência foi o aparecimento do iPad e a falta de suporte da Apple ao Flash, neste equipamento e também no iPhone. Este facto veio agravar ainda mais a relação entre a Apple e a Adobe. Com a posição da Apple e com a sua crescente cota de mercado nestes equipamentos torna-se cada vez mais difícil defender soluções que assentem exclusivamente em Flash porque isso significaria deixar de fora um grande número de utilizadores.<br />
<br />
Por outro lado aquilo que em tempos podia apenas ser disponibilizado com recurso a Flash é possível fazer agora de forma simples e rápida com JavaScript, tal como Slideshows, Lightboxes e outros elementos gráficos utilizados para enriquecer a navegação dos websites. Além destes elementos os Videos têm sido o principal impulsionador destas linguagens uma vez que até recentemente só podiam ser disponibilizados de forma eficaz por intermédio de Flash. A viragem deu-se no momento em que o Youtube adoptou a componente de video do HTML5, ainda que em versão Beta, permitindo aos browsers mais recentes contornar a utilização do plug-in do Flash.<br />
<br />
Terá a Adobe capacidade de inverter esta tendência e criar novas capacidades e necessidades para a utilização do Flash?<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 3 May 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>RELAÇÃO COM O CLIENTE II</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_RelacaocomoClienteII.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_RelacaocomoClienteII.htm</guid>
  				<description><![CDATA[No post anterior sobre este assunto foi abordada a importância de uma boa relação com o Cliente durante a fase de especificação do projecto.<br />
Uma vez aprovados os requisitos, o desenvolvimento do projecto pode começar. Por norma nesta fase perde-se o contacto com o Cliente. A equipa de desenvolvimento implementa o projecto de acordo com o documento de requisitos e nem quer ouvir falar em contactos com o Cliente com receio de novas funcionalidades ou de alterações aos requisitos. E o Cliente por norma aguarda até ao final do prazo de desenvolvimento para perguntar como é que estão a decorrer os trabalhos. A menos que queira pedir novas funcionalidades ou alterações aos requisitos, claro!<br />
<br />
Durante o desenvolvimento do projecto cabe ao prestador do serviço manter o contacto com o Cliente. E este contacto é normalmente proveitoso. Por um lado aumenta o reconhecimento por parte do Cliente, que gosta da atenção que merece. Isto coloca o Cliente mais à-vontade e antecipa os eventuais pedidos de alteração. E se aparentemente se está a abrir a porta a problemas, na realidade está-se a minorar esses mesmos problemas. Quanto mais cedo o Cliente pedir as alterações melhor. E quanto mais à-vontade se sentir mais cedo as pede, o que diminui consideravelmente o impacto no desenvolvimento. Se não houver contacto com o Cliente durante o desenvolvimento este pedido pode só surgir no momento em que se anuncia que o projecto está pronto, com as consequências que se adivinham em termos de tempo, custo do projecto e motivação da equipa de desenvolvimento.<br />
<br />
Por outro lado muitas vezes durante o desenvolvimento dos projectos surgem problemas. Funcionalidades não tão fáceis de implementar como o previsto, especificidades que obrigam a deixar cair requisitos sob pena de a duração e o custo do projecto dispararem, imponderáveis que provocam atrasos no projecto. Se houver um contacto regular com o Cliente estes problemas podem ser comunicados mais cedo e com menor impacto junto do Cliente. Por um lado porque é o prestador de serviços que toma a iniciativa de avisar, por outro lado porque o Cliente não toma conhecimento deles quando já não há nada a fazer.<br />
<br />
Na One Small Step estamos a dar passos no sentido de nos aproximarmos cada vez mais dos nossos Clientes. Um dos projectos internos em curso é a definição de processos de comunicação que permitam melhorar a relação entre a empresa e os Clientes. A imagem com que o Cliente fica da One Small Step e a avaliação que faz do projecto são decisivos na hora de voltar a contactar a empresa para um novo serviço, ou na hora de recomendar, ou não, a One Small Step a terceiros.<br />
<br />
Num próximo post serão abordadas a forma e a periodicidade que esta comunicação com o Cliente pode assumir.]]></description>
          <pubDate>Wed, 28 Apr 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>COMUNICAR COM O CLIENTE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_ComunicarcomoCliente.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_ComunicarcomoCliente.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Os Clientes são a variável mais importante de um negócio. É a pensar neles que uma empresa desenvolve os seus produtos/serviços e define a estratégia de comunicação.<br />
<br />
Para que essa estratégia produza resultados é preciso ter em conta que os Clientes têm necessidades diferentes e têm um valor diferente para a empresa, é por isso indispensável segmentar.<br />
<br />
Os Clientes devem ser diferenciados de acordo com a frequência de compra, com o tipo de produtos que adquirem e com o grau de fidelização.<br />
<br />
Após a identificação, segmentação e definição da relação que a empresa pretende com os diferentes tipos de Cliente há que escolher os meios de comunicação a utilizar.<br />
<br />
Diferentes Clientes impõe a escolha de diferentes meios e de diferentes mensagens.<br />
<br />
Uma empresa deve delinear uma estratégia de comunicação integrada, fazendo uso dos diversos meios para atingir os actuais e potenciais Clientes. Uma campanha multicanal, através de newsletters, emails, fax, redes sociais, sms, telemarketing é tão eficaz quanto maior for o conhecimento que a empresa detém sobre as preferências dos seus Clientes.<br />
<br />
A empresa deve ter informação de quais os meios preferidos dos Clientes e quais os que apresentam uma melhor relação custo benefício.<br />
<br />
Para que uma estratégia multicanal tenha sucesso impõe-se que a empresa possua uma base de dados bem definida, completa e actualizada que garanta que a comunicação feita ao Cliente é a mais adequada e que não se repete nos diversos meios de comunicação utilizados. O importante é que os diferentes meios se complementem e não apresentem repetições excessivas ao Cliente, este último tem de perceber valor nas diferentes mensagens que recebe.<br />
<br />
As campanhas multicanal devem ser uma preocupação de todas as empresas sejam elas pequenas, médias ou grandes. Todas elas têm como principal objectivo angariar e fidelizar Clientes e por isso devem conhecê-los e comunicar com eles da forma mais eficaz.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 19 Apr 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>COMUNICAÇÃO VISUAL</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_ComunicacaoVisual.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_ComunicacaoVisual.htm</guid>
  				<description><![CDATA[A representação gráfica faz parte dos sistemas de signos que o homem construiu para reter, compreender e comunicar as observações que lhe são necessárias.<br />
<br />
A comunicação visual baseia-se na visão, na forma como percepcionamos o mundo e o que nos rodeia. O reconhecimento e potencial deste sentido já conta com uma longa história, pois era com a ajuda visual que o homem primitivo transmitia as suas mensagens, usando sinais e símbolos gráficos.<br />
Ao longo do tempo, a forma de comunicar sofreu mutações, tanto a nível estético, moral, político ou cultural.<br />
<br />
Crescemos habituados a ver e a descodificar mensagens em meros segundos. A cidade moderna absorve diariamente milhares de mensagens, através de cartazes, painéis de sinalização e informativos, logótipos e outras formas de arte urbana.<br />
É através do exercício constante de descodificação que somos moldados, quase que inconscientemente, a distinguir sinais de forma automática, seja pela sua cor, configuração ou posicionamento. Temos o caso da <i>McDonald’s</i> e os seus famosos arcos amarelos; da <i>CoCa-Cola</i> e as suas “curvas” mundialmente conhecidas; da <i>Absolut Vodka</i> com a sua imagem centrada na garrafa; dos anúncios da <i>Benetton</i> que abordam questões declaradamente culturais, até à simples sinalética que vemos para identificar um hospital, zona de deficientes ou mesmo um sinal de perigo.<br />
<br />
Este fenómeno natural e humano é permitido porque vivemos em constante comunicação, porque precisamos e porque de alguma forma já faz parte da nossa cultura. O trabalho de moldar activamente o nosso pensamento resulta da constante manipulação visual, que nos induz a acreditar e a aceitar cada símbolo como parte integrante da nossa vida.<br />
<br />
Este é o poder do design como sub-cultura. O confronto com produtos de informação e comunicação através dos meios envolventes. A forma como uma mensagem é conduzida segundo as referências de cada linguagem e cultura visual, funcionando como ponte entre diferentes expressões ou níveis de comunicação.]]></description>
          <pubDate>Mon, 12 Apr 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>O MUNDO DAS APLICAÇÕES MÓVEIS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Omundjodjasaplicacoesmoveis.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Omundjodjasaplicacoesmoveis.htm</guid>
  				<description><![CDATA[IPhone, HTC e Blackberry são nomes cada vez mais comuns para o utilizador final. Além do dispositivo em si, existem inúmeras vantagens associadas a estes devido ao crescente número de aplicações disponíveis.<br />
<br />
Uma aplicação é um programa que corre no aparelho móvel graças ao seu sistema operativo. Uma das principais vantagens deste tipo de plataformas é que permite colocar ao dispor do utilizador ferramentas que lhe proporcionem uma melhor gestão do seu tempo e do seu negócio.<br />
<br />
Hoje em dia, muito graças ao crescimento exponencial da Internet, é possível encontrar tarifários vantajosos que se traduzirão, quando conjugados com software capaz, numa mais valia para o cliente. Imagine as vantagens associadas à gestão da sua empresa na palma da sua mão. Mais do que responder a e-mails, poder receber ou gerar relatórios, criar uma newsletter no comboio ou enquanto está preso no trânsito, tudo em tempo real.<br />
<br />
Coloque-se numa situação em que se desloca a uma feira onde existem centenas de stands e milhares de visitantes. Agora imagine que lhe é disponibilizada uma aplicação que após instalação lhe permite ter um mapa na palma da sua mão com todas as indicações possíveis e imaginárias, nomes e direcções para ir até determinado stand, hora e resumo de eventos, tudo à distância de um clique!<br />
<br />
Enquanto programador encaro estes exemplos como uma pequena amostra das potencialidades destes dispositivos e das aplicações para eles criadas, preparando-me no dia-a-dia para as necessidades dos clientes e da empresa.<br />
Num mundo em constante evolução, onde se assiste todos os dias ao lançamento de novos produtos (como o iPad, por exemplo), penso ser importante abranger o maior leque de opções possíveis, sobretudo quando todas estão relacionadas com o mundo da Internet.<br />
<br />
Assim sendo, ao se apostar na formação dos colaboradores consegue-se uma empresa com conhecimento, capaz de prestar um serviço cada vez melhor aos seus clientes.]]></description>
          <pubDate>Wed, 7 Apr 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>O CONTEÚDO FAZ A DIFERENÇA</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Oconteudjofazadjiferenca.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Oconteudjofazadjiferenca.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Um dos aspectos determinantes para o sucesso de um website é a qualidade dos seus conteúdos, nomeadamente dos seus textos.<br />
 <br />
Ao certo ninguém sabe qual o método pelo qual os motores de pesquisa classificam os websites. Sabemos que o SEO (Search Engine Optimization) é uma parte importante dessa equação, mas facilmente percebemos que há outros aspectos que podem influenciar de forma significativa a posição de um determinado website na pesquisa natural. <br />
 <br />
Os textos são um desses elementos que podem contribuir para obter um bom posicionamento nas pesquisas e assim melhorar o Page Rank da sua página.<br />
Mas não se trata apenas de ganhar visibilidade, é necessário fidelizar os leitores e para tal é fundamental que o que se escreve seja relevante e se possível original.<br />
Alguém que consegue passar para o seu website os seus valores, ambições e ideais está também a torná-lo “pessoal” e único. <br />
Isto leva a que o leitor se identifique com o produto ou serviço e aprenda a respeitá-lo e a segui-lo.<br />
 <br />
É aconselhável que os textos do seu website sejam elaborados por um profissional que conheça as necessidades de SEO (Search Engine Optimization) e tenha em atenção as particularidades deste, mas que consiga também passar a sua mensagem de forma interessante, sucinta e objectiva.<br />
 <br />
Para que os textos do seu website funcionem de forma adequada deve ter em atenção o seguinte:<br />
- Deve actualizá-los 2 a 3 vezes por mês.<br />
- Evitar tanto quanto possível os erros ortográficos.<br />
- Escrever parágrafos curtos, no máximo com 3 a 4 frases.<br />
- Construir frases curtas, com pouco mais de dez palavras.<br />
- Utilizar listas, seja com bullets ou com números.<br />
- Dar especial atenção à relevância do conteúdo, o mesmo é dizer que o texto deve conter várias palavras relacionadas com as keywords que o leitor pesquisa.<br />
 <br />
A maioria dos leitores quando confrontados com um texto de fraca qualidade ou sem a informação que lhe interessa fecha a página e procura o que pretende noutro website. E assim poderá perder um potencial Cliente.]]></description>
          <pubDate>Thu, 1 Apr 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>RELAÇÃO COM O CLIENTE</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_RelacaocomoCliente.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_RelacaocomoCliente.htm</guid>
  				<description><![CDATA[O sucesso de uma empresa de serviços depende, entre outros factores, de uma boa relação com os Clientes. Um dos factores determinantes para essa boa relação é a forma como se comunica com o Cliente durante as várias fases do desenvolvimento dos projectos. <br />
<br />
Tudo começa na capacidade de saber ouvir o Cliente quando este nos explica o que pretende. Por vezes o Cliente deixa ao nosso cuidado algumas decisões; outras vezes, felizmente raras, o Cliente deixa tudo nas nossas mãos justificando-se com o facto de termos mais experiência e de estarmos mais habituados "a estas coisas". <br />
<br />
Nesta fase é fundamental deixar o Cliente explicar a sua ideia. Mesmo quando percebemos à partida que o Cliente está a ir por um caminho "impossível" devemos deixá-lo expor as suas ideias. Só depois é que se deve explicar os nossos pontos de vista, que podem levar o Cliente à conclusão que está a pedir o impossível. Mas é sempre melhor deixar que seja o Cliente a chegar a essa conclusão. Responder logo "isso é impossível" vai fazer com que o Cliente se retraia o que terá como consequência que nunca vamos conseguir saber exactamente o que o Cliente pretende.<br />
<br />
Após estas conversas iniciais é importante pôr tudo no papel. A elaboração de uma acta de reunião é normalmente uma boa decisão. O Cliente expôs as suas ideias nas suas palavras e na acta terá oportunidade de aferir se a empresa as percebeu correctamente. Ao aprovar a acta o Cliente está a aprovar o levantamento de requisitos e o âmbito do projecto está bem definido. Por outro lado evitam-se esquecimentos e tentativas de introdução de novos pedidos a meio do desenvolvimento. Se está na acta a empresa tem de entregar; se não está na acta o Cliente não pode pedir que seja entregue.<br />
<br />
Por fim, para fechar esta etapa do desenvolvimento do projecto e sempre que se justifique, é necessário apresentar ao Cliente uma maquete do que vai ser desenvolvido. Uma empresa como a One Small Step aposta forte no design cuidado dos trabalhos. Quer se trate do desenvolvimento de uma aplicação Web, quer se trate do desenvolvimento de uma peça de comunicação em suporte físico, o design do produto final tem de ser do agrado do Cliente. E muitas vezes é neste momento que o Cliente se apercebe de que afinal precisa de incluir mais alguns requisitos no projecto.<br />
<br />
Iniciar o desenvolvimento de um projecto sem ter um documento de requisitos e objectivos a atingir e sem o Cliente ter aprovado a maquete do trabalho é um erro que pode ter consequências nefastas. O Cliente pode não ficar satisfeito com o resultado final, a empresa pode ficar nas mãos com um projecto que nunca mais acaba porque falta sempre mais qualquer coisa e ambas as partes vão culpar sempre a outra pelo sucedido, quando no fundo o que falhou foi a Comunicação na fase inicial do projecto. Ambas as partes são responsáveis pela qualidade da Comunicação, mas se a empresa tiver um processo de Comunicação bem definido e implementado tudo fica mais fácil.<br />
<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 22 Mar 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>A IMPORTÂNCIA DO PLANO DE MARKETING</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_AImportanciadjoPlanodjeMarketing.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_AImportanciadjoPlanodjeMarketing.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Nos dias que correm o consumidor está cada vez mais informado e exigente. Já não é um simples espectador do que as empresas têm e querem dizer mas interage e relaciona-se com as marcas, sendo quem direcciona as acções das empresas.<br />
 <br />
As principais fontes de informação já não são os mass media e as marcas mais conhecidas não são as que estão nos topos das prateleiras ou em horário nobre na tv. Hoje em dia os consumidores utilizam outros meios de comunicação e o que é dito sobre as empresas e as marcas já não está sob o controlo total das mesmas.<br />
 O consumidor não se coibe de dizer aquilo que pensa nos meios que tem ao seu dispor como por exemplo blogs, redes sociais, fóruns, etc. Não só os consumidores estão mais exigentes, como assistimos a uma mudança constante dos produtos e serviços e a uma crescente concorrência.<br />
 <br />
Para sobreviver no mercado actual é essencial que qualquer empresa,  grande, média ou pequena, tenha uma estratégia bem definida para fazer face ao ambiente cada vez mais competitivo e é necessário definir objectivos  e tácticas realistas. É neste âmbito que o Marketing, e principalmente a elaboração de um plano de marketing, é fulcral em qualquer empresa, independentemente do tipo ou tamanho, tendo as empresas apenas que adequar as técnicas aos recursos disponíveis.<br />
 <br />
É preciso conhecer o mercado, a empresa, os produtos/serviços e principalmente o Cliente, e é preciso ter mecanismos de controlo e planos de contigência para quando algo foge ao planeado. Tudo isto permite uma satisfação simultânea das necessidades do Cliente e da própria empresa. <br />
 <br />
Uma estratégia bem definida aliada a uma táctica eficaz leva ao alcançar dos objectivos e ao sucesso. No caso da One Small Step o plano de Marketing assume redobrada importância uma vez que a empresa pretende fazer de 2010 um ano de crescimento e de expansão do seu negócio e da sua base de Clientes.<br />
 <br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 15 Mar 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>O PAPEL DA TIPOGRAFIA</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_OPapeldjaTipografia.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_OPapeldjaTipografia.htm</guid>
  				<description><![CDATA[A tipografia é um dos elementos mais complexos e importantes no trabalho de um designer.<br />
O seu papel é fundamental na criação de uma linguagem visual própria e única, de forma a possibilitar às pessoas tornarem-se leitores e participantes nas mensagens que esta serve.<br />
 <br />
O que começou através da invenção dos caracteres móveis, de Johann Gensfleish, como moldes manuais para a fundição de letras soltas de chumbo transformou-se no que é agora um espectro infinito de possibilidades impressas e digitais.<br />
De diferentes culturas e formas de pensar, modas e estilos que a crescente tecnologia possibilitou, surge-nos um vasto universo tipográfico.<br />
 <br />
Um projecto final de sucesso está sempre aliado à utilização cuidada dos elementos tipográficos. É importante conhecer a família de fontes e sua classificação para conseguir alcançar uma melhor interpretação da mesma. Qual o tipo, o estilo de letra, o estilo da caixa, o tamanho da letra, a entrelinha e o alinhamento são alguns dos factores a ter em conta.<br />
As regras que nos ajudam a definir técnicas e formas de trabalhar não são rígidas mas servem para guiar os designers e facilitar a legibilidade da mensagem final.<br />
Cada designer tem disponível um leque infindável de fontes, mas é comum existirem tipos preferidos, normalmente categorizados como os mais influentes e notórios.<br />
Pessoalmente não dispenso alguns tipos, como o caso da família <i>Helvetica</i> (Max Miedinger), <i>Bodoni</i> (Giambattista Bodoni), <i>Centaur</i> (Bruce Rogers), <i>Garamond</i> (Claude Garamond), <i>Lucida</i> (Charles Bigelow), entre poucas outras.<br />
 <br />
Sendo a tipografia uma das artes visuais tradicionais utilizadas como parte integrante da comunicação, e sendo o designer um mediador entre sociedade e seus reflexos visuais, é importante facilitar o elo de ligação entre o que se comunica e como se comunica de forma eficaz.<br />
 <br />
A imagem apresentada mostra 100 famílias tipográficas, algumas das mais populares e importantes de todos os tempos. Esta representação gráfica assemelha-se à tabela periódica dos elementos químicos, agrupando as diversas fontes por família e classificação tipográfica.<br />
Source: BehanceNetwork]]></description>
          <pubDate>Mon, 8 Mar 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>VANTAGENS EM PROGRAMAR COM RECURSO A BIBLIOTECAS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Vantagensemprogramarcomrecursoabibliotecas.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Vantagensemprogramarcomrecursoabibliotecas.htm</guid>
  				<description><![CDATA[    Quando se fala em bibliotecas no mundo da programação referimo-nos a um conjunto de funções agregadas num só ficheiro que permitem aos programadores fazer mais no processo de desenvolvimento com recurso a menos linhas de código, o que optimiza tempo, recursos e custos.<br />
<br />
    Enquanto programador sinto necessidade de me manter actualizado de forma a poder desenvolver os projectos que me são atribuídos da melhor maneira possível.<br />
<br />
    Antes de qualquer projecto chegar ao meu ambiente de trabalho há um processo criativo do qual faço parte. O design de cada página tem sempre em conta as potencialidades da programação. Só através de um trabalho coordenado entre designers e programadores é possível apresentar páginas cuidadas, funcionais e visualmente interessantes.<br />
<br />
    Para conseguir tais resultados existem actualmente diversas bibliotecas que permitem optimizar o tempo de desenvolvimento. JQuery e Prototype são dois dos conjuntos de bibliotecas com diversas funções que permitem tornar uma página mais dinâmica, visualmente mais atractiva e, em última instância, uma fonte de retorno para o Cliente.<br />
<br />
    Um “Slideshow” de fotografias ou um carrinho de compras com a possibilidade de “arrastar - soltar” e formulários dinâmicos são apenas alguns exemplos das diversas potencialidades destas bibliotecas, que permitem que o website adquira uma interface mais “user friendly” em tudo semelhante ao que estamos habituados em ambientes de Sistemas Operativos como o Windows, MacOS ou baseados em Linux.<br />
<br />
    Dito isto, um website não deve ser encarado apenas como um meio para divulgar informação, mas antes um meio de agregá-la e colocá-la ao alcance de novos Clientes. Com estas bibliotecas o processo tornou-se mais dinâmico, dando ao design mais liberdade no processo criativo, ao programador uma óptima ferramenta e ao Cliente um produto visual e funcionalmente atractivo, que potencia um aumento à sua visibilidade no mercado.]]></description>
          <pubDate>Mon, 1 Mar 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>WEB DESIGN, LOW COST VS PREMIUM</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebDesign,LowCostvsPremium.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_WebDesign,LowCostvsPremium.htm</guid>
  				<description><![CDATA[As soluções low cost de webdesign proliferam a um ritmo alucinante. Somos constantemente confrontados com anúncios de webdesign a preços ridículos, aparentemente com todas as capacidades de um website convencional.<br />
Apesar de muitos dos potenciais Clientes hoje em dia estarem mais esclarecidos, as diferenças de preço são de tal forma escandalosas que mesmo estes ficam na dúvida. <br />
<br />
Muitas das vezes estas soluções reúnem a maioria das funcionalidades necessárias num website e são simplesmente ajustadas para parecer algo semelhante ao que o Cliente procura.<br />
É frequente o Cliente aperceber-se do que adquiriu apenas quando surge a necessidade de adicionar conteúdos ou de criar uma nova área. Só então compreende que a empresa que lhe vendeu o serviço não tem, nem meios, nem conhecimento para realizar essa operação.<br />
É também vulgar encontrar funcionalidades e áreas desnecessárias, simplesmente porque fazem parte do template e não é possível ocultá-las.<br />
O suposto design personalizado que anunciam, por vezes, resume-se a uma mudança de cor dos templates e à alteração do tamanho ou tipo de Fonte. É habitual o Cliente ao navegar pela Web deparar-se com websites muito semelhantes ao seu, com menus que funcionam de forma idêntica e inclusivamente com a designação e disposição das diferentes zonas de texto ou imagens muito parecidas com as do seu website, coincidência?<br />
Estas soluções têm também dificuldade em funcionar adequadamente nos diferentes Browsers ou até mesmo em versões diferentes do mesmo Browser. O Cliente fica sem saber como corrigir esta situação, uma vez que quem lhe forneceu o serviço não tem forma de efectuar correcções ou alterações no código fonte.<br />
<br />
Os websites convencionais, em contrapartida, além do design genuinamente personalizado, apenas com as áreas e funcionalidades que o Cliente solicitou, permitem ter também um back-office ajustado às suas necessidades e um serviço de SEO (Search Engine Optimization) adequado aos seus serviços ou produtos.<br />
Recorrer a uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções Web como a One Small Step, significa adquirir um conjunto de conhecimentos e recursos necessários para conseguir a solução que idealizou. <br />
]]></description>
          <pubDate>Fri, 26 Feb 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>MARKETING... CUSTO OU INVESTIMENTO?</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Marketingcustoouinvestimento.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Marketingcustoouinvestimento.htm</guid>
  				<description><![CDATA[No mundo dos negócios há quem pense no Marketing como prejuízo, como apenas um custo.<br />
Na minha opinião o Marketing é um investimento que, se bem pensado e bem aplicado, capitaliza ao longo do tempo.<br />
<br />
O Marketing permite conhecer o mercado, os competidores, os potenciais Clientes e as suas necessidades; após este trabalho de análise o Marketing permite chegar aos Clientes-alvo, seja através da publicidade, seja através de contactos directos para apresentação de produtos e serviços; e no final, enquanto a Empresa celebra a conclusão de mais um negócio, o Marketing dá mais um passo ao assegurar a relação pós-venda com o Cliente, fundamental para recolher a sua opinião e a sua experiência. No final deste processo todos os contributos recolhidos ao longo das várias etapas são incorporados no estudo inicial permitindo refinar a estratégia da Empresa.<br />
É verdade que o Marketing não gera um retorno directo, mas fornece dados e ferramentas essenciais ao sucesso do negócio ao mesmo tempo que fortalece as relações com os Clientes e aumenta a visibilidade da Empresa.<br />
<br />
E não é necessário ser uma grande Empresa e ter um grande orçamento para fazer uma aposta eficaz no Marketing. Tal como referi num post anterior, a aposta da One Small Step no Marketing revelou-se acertada e o investimento feito continua a gerar retorno. A nossa estratégia teve até ao momento duas vertentes. A aposta na divulgação da Marca One Small Step, que permite aos nossos potenciais Clientes encontrarem os nossos serviços e apresentarem as suas necessidades, e o cuidado na relação com os nossos Clientes, assegurando uma resposta atempada aos contactos e solicitações recebidas sem que isso prejudique o desenvolvimento dos projectos em curso. Para 2010 a One Small Step decidiu apostar numa terceira vertente. A identificação de oportunidades de negócio, fruto de uma análise a mercados claramente definidos, e a definição de uma estratégia que permita uma conquista activa de Clientes.<br />
<br />
O problema do Marketing é a dificuldade em medir o seu desempenho. Ao contrário de, por exemplo, uma equipa de vendas, onde é fácil definir objectivos quantitativos e mensuráveis, o Marketing não pode ser avaliado directamente. Mas se for bem pensado e bem executado o retorno gerado para a Empresa perdura no tempo e supera largamente o investimento realizado.]]></description>
          <pubDate>Mon, 8 Feb 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>WEB 3.0 A CAMINHO!</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Web3.0acaminho!.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Web3.0acaminho!.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Apesar da crescente importância da web 2.0 na vida dos utilizadores que navegam e dispendem cada vez mais tempo nas famosas redes sociais, já muito se fala e escreve sobre o aparecimento de uma nova web, a web 3.0, também designada de Web Semântica. Esta é vista por muitos como uma revolução tecnológica onde passaremos de uma fase de partilha da informação para uma fase de conhecimento gerado por essa mesma informação.<br />
<br />
A Web 3.0 vem organizar e fazer um melhor uso do imenso conteúdo que se encontra a circular pela internet. O software será capaz de aprender com o conteúdo e dará respostas concretas e soluções personalizadas.<br />
<br />
Actualmente, com a web 2.0, os utilizadores já aprenderam a refinar os termos de pesquisa para melhor encontrarem aquilo que procuram, mas a web 3.0 será capaz de o fazer sozinha, aproximando-se do mundo da inteligência artificial. A web semântica interpretará o conteúdo de acordo com o seu contexto e terá em conta cada utilizador de forma individual, traçando perfis e procurando entregar ao utilizador aquilo que ele procura.<br />
<br />
Com a web 3.0 as diferentes webpages serão agrupadas de acordo com os temas e interesses que o utilizador definiu anteriormente; as expressões/palavras pesquisadas e a informação disponibilizada pelo utilizador serão interpretadas e catalogadas por forma a tentar prever futuras pesquisas. Actualmente alguns websites já dão os primeiros passos neste sentido, como a livraria Amazon que através da informação anteriormente deixada pelo utilizador interpreta as suas preferências e sugere livros que este gostaria de ler.<br />
<br />
A Web Semântica tem como principais objectivos aumentar a eficiência das pesquisas perdendo-se menos tempo quer na pesquisa, quer com algo que não é o que procuramos, quer ainda a tentar explicar o que realmente queremos encontrar.<br />
<br />
Para empresas como a One Small Step espera-se mais um desafio, o de desenvolver software e websites de acordo com os requisitos da Web 3.0.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 1 Feb 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>IMAGEM CORPORATIVA</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_ImagemCorporativa.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_ImagemCorporativa.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Com a constante aceleração ao nível industrial e global, a identidade comunicacional tem vindo a ter um papel cada vez mais importante. A imagem das empresas tem sofrido alterações e evoluções imprescindíveis ao seu crescimento.<br />
<br />
No geral, a comunicação resumia-se a uma mensagem persuasiva das vantagens de um determinado produto ou serviço mas com o crescente protagonismo das entidades e variedade de produtos no mercado, as empresas tiveram de mudar a sua estratégia comunicacional.<br />
Entidades cuja imagem resultava de forma espontânea e passiva são agora intencionais e manipuladas conscientemente.<br />
<br />
Criar uma identidade é definir características e objectivos acerca de uma empresa em função do contexto social em que esta se integra. Os ingredientes fundamentais excedem a representação visual, é preciso gerir e traçar estratégias de identificação institucional, garantindo a interacção da produção com a comunicação.<br />
<br />
As diferentes formas de design são preponderantes no planeamento da identificação institucional. Este processo é constituído por um sistema de mensagens distribuídas por vários níveis de criação: nome, logótipo, sistemas de identificação visual e sistema cinemático/tridimensional.<br />
<br />
Por norma o nome aparece como o primeiro plano de individualização institucional, sendo o logótipo a versão gráfica que reforça a sua individualidade e lhe confere novos significados.<br />
<br />
Este é o elemento que deve ser pensado para ser imediatamente reconhecido e, como tal, deve apresentar marcas de clareza e simplicidade. Desde a concepção tipográfica à composição cromática o objectivo principal deve ser o elo de ligação com a empresa. <br />
Mais importante do que uma boa representação é o facto de se transformar num fenómeno exterior perceptível e adquirir uma função identificadora única e poderosa face a todas as outras.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 25 Jan 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>CMS SIM OU NÃO?</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_CMSsimounao.htm</link>
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  				<description><![CDATA[Um CMS (Content Management System), ou gestor de conteúdos, é uma ferramenta que permite a gestão dos conteúdos de um <i>website</i> e, em alguns casos, a gestão da sua estrutura.<br />
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Existem diversos CMS no mundo da Internet criados para facilitar o processo de manutenção de um <i>website</i>, levando a que o que antes era contratado a uma empresa possa agora ser feito por qualquer pessoa que, mesmo com poucos conhecimentos informáticos ou do universo Web, se torna capaz de manter um website actualizado.<br />
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Com tantos CMS à disposição é necessário escolher um que se adapte às necessidades de cada pessoa. Existem soluções fechadas (pagas) e soluções <i>opensource</i> (livres). Embora muito utilizados no mundo Web, cada um tem as suas limitações, por exemplo ao nível do design, da segurança, dos serviços que disponibilizam ou da optimização para motores de busca (SEO).<br />
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Por outro lado, cada pessoa pode ter um CMS feito à medida das suas necessidades, o que muitas vezes demonstra ser uma opção mais acertada, pois permite uma gestão igualmente eficiente dos conteúdos, um design mais cuidado e o SEO funcional, tudo isto sem correr riscos de segurança desnecessários.<br />
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Pode-se sempre optar por um <i>website</i> sem gestão de conteúdos. Um plano de manutenção que permite actualizar o site conforme as necessidades de cada um, sem ter que suportar o custo de desenvolvimento do CMS ou da sua adaptação.<br />
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Em suma, antes de se optar por qualquer uma das soluções apresentadas, deve-se efectuar um levantamento de quais as necessidades do <i>website</i>, como por exemplo a frequência com que será actualizado, quantas pessoas farão a sua manutenção, se as suas páginas serão optimizadas para motores de busca e quanto se está disposto a investir.]]></description>
          <pubDate>Tue, 19 Jan 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>MENU DE NAVEGAÇÃO</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_MenudjeNavegacao.htm</link>
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  				<description><![CDATA[Embora seja uma preocupação permanente, no iníco de cada ano prestamos especial atenção a toda a informação que nos ajude a perceber quais serão as novidades nas nossas áreas de actuação.<br />
Como empresa de prestação de serviços na área do Web Design a One Small Step procura utilizar soluções, linguagens de programação e elementos de design que imprimam aos seus projectos um carácter inovador.<br />
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Abranger num único post os inúmeros elementos que compõem um website tornaria este texto mais extenso do que seria desejável pelo que, para já, me vou focar apenas num dos elementos mais importantes do design de um website, o Menu de Navegação. Por funcionarem como porta de entrada para os conteúdos e por habitualmente ocuparem a posição de maior destaque, os menus são geralmente alvo de particular atenção sempre que se cria uma nova interface.<br />
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Segundo os sites da especialidade, este ano vamos passar a ver com mais frequência menus onde se pretende criar a ilusão de profundidade, simulando elementos tridimensionais, recorrendo a sombras e volumes para alcançar esse efeito.<br />
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Embora já seja frequente ver items de menu que recordam os balões da banda-desenhada, estes vão surgir também em maior número e nos mais diversos formatos, redondos, quadrados com cantos arredondados ou mesmo com formas irregulares. <br />
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Com o incremento da velocidade dos serviços de acesso à internet aumenta a liberdade de criação e surgem elementos mais complexos e pesados. Apesar da preocupação em desenvolver websites rápidos se manter esta já não tem as restrições de à uns anos atrás. Talvez por isso o número de websites que utilizam icons associados aos botões de menu tenha vindo a aumentar. Durante o corrente ano vamos passar a ver mais exemplos da utilização destes icons com o objectivo de facilitar a navegação, uma vez que estes ajudam o utilizador a identificar rapidamente e de forma intuitiva aquilo que procura dentro de determinado website. <br />
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Com as funcionalidades que o javascript introduziu tornou-se mais fácil animar botões e outros elementos recorrendo apenas a código. Em vez de utilizar elementos criados em Flash será também, cada vez mais, usual ver estes elementos animados com programação.<br />
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Como a maioria dos websites têm geralmente formas rectilínias e obedecem a uma estrutura ordenada, o recurso a formas irregulares e diferentes para cada botão de menu permite quebrar esta monotonia produzindo resultados menos estáticos ou rígidos.<br />
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À semelhança das formas irregulares também os cantos arredondados vão continuar a ser muito utilizados, porque tal como os primeiros quebram a monotonia e rigidez das grelhas utilizadas para estruturar os websites e simultaneamente reforçam a ideia de botão, o que leva o utilizador a clicar.<br />
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Por fim, cada vez mais designers recorrem a soluções que simulam o passar de página de uma revista recorrendo a setas ou números, para avançar, retroceder ou saltar directamente para a página ou conteúdo que pretendemos visualizar em vez de lhe atribuir um botão com o nome da área.<br />
]]></description>
          <pubDate>Wed, 6 Jan 2010 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>RECÉM-LICENCIADOS... UMA BOA APOSTA?</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Recem-licenciadosUmaboaaposta.htm</link>
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  				<description><![CDATA[Quando uma empresa quer contratar um novo colaborador a dúvida instala-se... Será melhor contratar um recém-licenciado inexperiente e com (quase) toda a curva de aprendizagem à sua frente ou alguém experiente que assegure um retorno mais imediato? À primeira vista a resposta parece óbvia... Porquê correr riscos? Um colaborador com experiência é sem dúvida a melhor opção. Será?<br />
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Um recém-licenciado apresenta algumas características difíceis de encontrar em alguém mais velho e que podem compensar a sua falta de experiência. Para começar um recém-licenciado não tem maus hábitos nem vícios profissionais e pode ser mais facilmente moldado à cultura da empresa; um recém-licenciado tem a cabeça cheia de novas ideias, novos conhecimentos, novos métodos de trabalho que podem contribuir e muito para o sucesso da empresa; para um recém-licenciado as novas tecnologias não são nem um mistério nem uma ameaça... são o seu dia-a-dia e um recém-licenciado pode ser o motor da modernização da empresa. E como se não bastasse um recém-licenciado traz para o seu local de trabalho um entusiasmo e uma vontade de vencer que são muitas vezes contagiantes e que dão uma nova alma à equipa de colaboradores.<br />
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Será que tudo isto é suficiente para compensar a inexperiência, a imaturidade profissional e a constante necessidade de orientação? Não há resposta certa a esta questão. Mas eu acho que é. Provavelmente ainda estou influenciado pelo sentimento de frustração que me invadia, primeiro enquanto recém-licenciado e mais tarde enquanto sócio da recém-criada One Small Step, quando me via serem negadas oportunidades por falta de experiência. Eu acho os recém-licenciados uma boa aposta. Acho que são a melhor aposta para uma empresa que se queira moderna e inovadora. E nas áreas de actuação da One Small Step modernidade e inovação significam sucesso!<br />
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]]></description>
          <pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>AS EMPRESAS E AS REDES SOCIAIS </title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_AsEmpresaseasRedjesSociais.htm</link>
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  				<description><![CDATA[A presença de empresas nas Redes Sociais tem crescido de forma exponencial.<br />
As redes sociais como o Facebook, Twitter, Youtube, Linkedin surgem como um novo canal de comunicação à disposição das empresas permitindo uma interacção com o Cliente muito superior à de qualquer outro meio de comunicação. A tendência será para que seja, cada vez mais, o Cliente a ditar as “regras do jogo” e por isso é indiscutível a importância da relação One-to-One proporcionada pelo fenómeno do Social Media Marketing.<br />
Se não há dúvidas quanto a este assunto, o investimento por parte das empresas é crescente, o mesmo não acontece quanto ao investimento nas Redes Sociais Internas.<br />
Esta questão suscita algumas dúvidas nos decisores das empresas que, ao considerarem as Redes Sociais Internas como uma ameaça quando o correcto seria vê-las como uma oportunidade, têm como principal receio a queda de produtividade por parte dos colaboradores.<br />
Actualmente, e perante a crescente evolução do mercado empresarial, o valor das empresas passa essencialmente pela sua capacidade de inovar e é necessário que os decisores percebam o potencial dos seus colaboradores como fonte de conhecimento e criatividade.<br />
Quem melhor para ter ideias sobre um negócio do que as pessoas que o conhecem e que se envolvem nele diariamente? <br />
Ao apostarem em Redes Sociais Internas as empresas fomentam a inteligência colectiva, possibilitam uma maior ligação entre as pessoas, a aglomeração de  ideias vindas de diferentes fontes e uma maior cooperação empresarial. <br />
As Redes Sociais Internas melhoram a comunicação interna, permitem a partilha de conhecimento e potenciam o aparecimento da inovação. Com uma participação mais activa dentro das questões da empresa os colaboradores vão sentir que as suas ideias são tidas em conta e que podem ser expostas livremente, criando um vínculo mais forte e positivo com a cultura empresarial.<br />
Todos estes factores contribuem para contrapor a ideia pré-concebida de alguns gestores de que as Redes Sociais Internas são uma ameaça para o negócio. Pelo contrário, elas são um meio de potenciar o seu crescimento.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 14 Dec 2009 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>DESIGNERS VS PROGRAMADORES?</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_DesignersVSProgramadores.htm</link>
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  				<description><![CDATA[Esta é uma questão que parece perdurar. É claro que existem vários pontos de vista e divergências de pensamento de acção, mas serão os designers tão diferentes dos programadores?<br />
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Ambos procuram soluções para uma significante e eficiente forma de comunicação, mas mesmo sabendo que são ambos parte integrante do sucesso, parece que às vezes não se entendem.<br />
É como se o trabalho de um fosse mais importante que o do outro e quando isso acontece não se respeitam e entram em conflito.<br />
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O elemento essencial é a comunicação. Na área de web design é importante que o designer conheça e compreenda as bases de trabalho de um programador e vice-versa.<br />
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A forma não é inimiga da funcionalidade, na verdade elas trabalham juntas. Não é possível transmitir mensagens através de frases sem verbos, e para responder às necessidades dos utilizadores é necessário perceber como reagem.<br />
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Se fizermos esse exercício chegamos à conclusão que existem as primeiras impressões, sendo estas facultadas pela linguagem visual, e que existe a fluidez de procura-resposta que o utilizador deve encontrar, facultada pela função.<br />
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Existe natural colaboração e suporte entre as duas áreas, sendo que é importante que estas se envolvam desde o início do processo de criação e concepção até ao produto final, respeitando sempre o conhecimento e experiência de cada um. Quando isso acontece os designers deixam de afirmar que os programadores não se importam esteticamente com a forma, e os programadores deixam de pensar nos designers como destruidores da funcionalidade.<br />
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Na realidade, designers e programadores debatem-se com as mesmas questões e para as resolverem têm de trabalhar em equipa. Os objectivos são os mesmos, criar estruturas e elementos de comunicação e interpretação claros, expressivos e únicos que respondam às necessidades dos utilizadores.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 7 Dec 2009 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>O FUTURO SERÁ MOBILE!</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_OFuturoseramobile!.htm</link>
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  				<description><![CDATA[Num mundo em constante evolução não é de estranhar que todos os dias surjam novas ideias, novos conceitos e novos serviços.<br />
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Ter uma página na internet é hoje em dia tão importante como ter a porta da loja aberta. Mas é possível ir mais além. Com o aumento das funcionalidades dos telemóveis e com serviços e preços cada vez mais atractivos criam-se oportunidades de negócio.<br />
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Neste momento assiste-se a uma revolução no mundo móvel. Em pouco mais de um ano criaram-se serviços gratuitos de acesso à internet, como o acesso às redes sociais, criaram-se tarifários que permitem aceder ao mundo Web sem custos adicionais e a concorrência entre prestadores de serviços só faz antever mais tarifários e serviços vantajosos para o cliente.<br />
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Exemplo disso foi o anúncio efectuado no passado dia 28 de Novembro por Zeinal Bava, presidente executivo da Portugal Telecom, sobre o investimento da PT nas redes móveis de quarta geração que tornarão as ligações à internet através do telemóvel até 20 vezes mais rápidas.<br />
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Ora, com o aumento do número de clientes no mundo da internet móvel, como se traduzirá isso em vantagens para uma empresa? Imagine esta situação:<br />
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Em viagem, um potencial cliente que precisa de um novo apartamento repara na placa da sua imobiliária. Imediatamente ele acede à internet através do seu telemóvel para saber o valor, ver fotografias e, possivelmente, marcar uma visita.<br />
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Este é apenas um exemplo do potencial da internet móvel.<br />
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Mas não chega copiar o site institucional da empresa. É preciso adaptá-lo ou mesmo fazer um novo, considerando algumas limitações da navegação por telemóvel. É necessário também perceber as necessidades do cliente, e quais os serviços que produzem resultados para a empresa. Em quatro passos, perceber o problema, encontrar a solução, estudar o mercado e partir para a criação do site.<br />
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Tendo em vista o futuro, a One Small Step dá mais um pequeno passo e apresenta o seu novo site mobile: <a href="http://mobile.onesmallstep.pt" target="_blank">mobile.onesmallstep.pt</a>]]></description>
          <pubDate>Tue, 1 Dec 2009 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>ESTRATÉGIA, QUE RUMO...</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_ESTRATEGIA,QUERUMO....htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_ESTRATEGIA,QUERUMO....htm</guid>
  				<description><![CDATA[Definir uma estratégia e manter-nos fiéis ao percurso que delineámos não é uma tarefa simples. Existe a tentação de aceitar todos os pedidos que nos surgem fazendo com que o tempo e dedicação para cada projecto seja menor. <br />
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Uma abordagem mais selectiva tem como repercussão um Portfólio menos diversificado mas também menos disperso, transmitindo a potenciais Clientes uma imagem mais precisa da nossa área de especialização e da qualidade do nosso trabalho.<br />
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Passar para o exterior a ideia de que procuramos ser os melhores em determinada área, na qual procuramos constantemente manter-nos actualizados, desenvolvendo Produtos com um elevado standard de qualidade tem sido uma preocupação permanente.<br />
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No meu entender este será o principal desafio para a One Small Step nos próximos anos, não nos dispersarmos, mantendo-nos focados e fiéis ao percurso que definimos e procurar ser os melhores numa área em particular.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>PEQUENOS PASSOS</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_PequenosPassos.htm</link>
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  				<description><![CDATA[Formar uma empresa... Esta foi a ideia que quase de imediato surgiu nas nossas mentes quando, em finais de 2004, soubemos que ia haver reduções de pessoal na empresa onde trabalhávamos. As nossas áreas profissionais, Design e Engenharia Informática, eram perfeitamente compatíveis e acreditámos haver um lugar no mercado para o nosso projecto. Vencidas as questões burocráticas e processuais da criação da empresa a One Small Step arrancou no dia 1 de Julho de 2005. Foi o primeiro pequeno passo...<br />
 <br />
Os primeiros trabalhos surgiram no nosso círculo de contactos pessoais. Depois começou o passa-palavra e o nosso projecto foi começando a crescer. Foi gratificante verificar que os nossos Clientes aconselhavam os nossos serviços e regressavam com mais trabalhos. Os nossos valores e a nossa forma de estar eram consubstanciados pelos nossos actos e isto foi determinante para o arranque do nosso projecto.  <br />
 <br />
Em 2007 chegou a altura de dar outro pequeno passo. A empresa tinha de crescer... tinha de ganhar visibilidade para sair do círculo de amigos e contactos pessoais e entrar verdadeiramente no mercado. Marketing! Essa tinha de ser a nossa aposta. Como nenhum de nós tinha conhecimentos na área a solução passava por encontrar um colaborador. Começava a responsabilidade social da One Small Step. A partir desse momento havia um colaborador que dependia de nós e relativamente ao qual nós tínhamos a responsabilidade de garantir trabalho e estabilidade. A aposta foi ganha! A estratégia definida pela Vera deu frutos e a empresa ganhou visibilidade. O número de contactos e solicitações aumentou e o número de propostas ganhas também. O volume de trabalho continuou a aumentar. Os nossos valores continuaram intactos.<br />
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Este aumento do volume de trabalho tornou novamente necessário fazer crescer a equipa. Mais um pequeno passo. Em Abril de 2009 a equipa da One Small Step cresceu com a entrada da Catarina (Designer) e do Ricardo (Engenheiro Informático). E a nossa responsabilidade também aumentou. Agora há mais colaboradores a quem temos de garantir projectos, formação e estabilidade profissional. E há novos Clientes a quem temos de saber dar a atenção que soubemos dar aos mais antigos, os que nos permitiram chegar até aqui.<br />
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Qual será o próximo pequeno passo? Não sabemos... Mas sabemos que se for dado na direcção certa fará crescer o nosso projecto. O nosso e o de todos os que decidiram dar um pequeno passo para ver onde podemos chegar juntos.<br />
]]></description>
          <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 00:00 GMT</pubDate>
  			</item><item>
  				<title>BEM-VINDO AO NOSSO BLOG!</title>
  				<link>http://www.onesmallstep.pt/blog_Bem-vindjoaoNossoBlog!.htm</link>
  				<guid>http://www.onesmallstep.pt/blog_Bem-vindjoaoNossoBlog!.htm</guid>
  				<description><![CDATA[Com o novo website da empresa surge também um novo canal de comunicação da One Small Step com o seu público-alvo, o Blog. <br />
Queremos estar mais perto do nosso público, comunicar de forma mais espontânea, mostrar que somos uma empresa feita de pessoas que têm os seus gostos, interesses e opiniões.<br />
Somos especializados em determinadas áreas e temos um olhar próprio perante as dezenas de coisas com que somos confrontados no dia a dia. <br />
No Blog One Small Step vamos apresentar, analisar e opinar sobre assuntos relacionados com as três principais áreas de actuação da empresa, Software, Design e Marketing. <br />
<br />
Seja bem-vindo ao Nosso Blog!<br />
]]></description>
          <pubDate>Fri, 6 Nov 2009 00:00 GMT</pubDate>
  			</item></channel>
  				</rss>
