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Relação com o Cliente II

No post anterior sobre este assunto foi abordada a importância de uma boa relação com o Cliente durante a fase de especificação do projecto.
Uma vez aprovados os requisitos, o desenvolvimento do projecto pode começar. Por norma nesta fase perde-se o contacto com o Cliente. A equipa de desenvolvimento implementa o projecto de acordo com o documento de requisitos e nem quer ouvir falar em contactos com o Cliente com receio de novas funcionalidades ou de alterações aos requisitos. E o Cliente por norma aguarda até ao final do prazo de desenvolvimento para perguntar como é que estão a decorrer os trabalhos. A menos que queira pedir novas funcionalidades ou alterações aos requisitos, claro!

Durante o desenvolvimento do projecto cabe ao prestador do serviço manter o contacto com o Cliente. E este contacto é normalmente proveitoso. Por um lado aumenta o reconhecimento por parte do Cliente, que gosta da atenção que merece. Isto coloca o Cliente mais à-vontade e antecipa os eventuais pedidos de alteração. E se aparentemente se está a abrir a porta a problemas, na realidade está-se a minorar esses mesmos problemas. Quanto mais cedo o Cliente pedir as alterações melhor. E quanto mais à-vontade se sentir mais cedo as pede, o que diminui consideravelmente o impacto no desenvolvimento. Se não houver contacto com o Cliente durante o desenvolvimento este pedido pode só surgir no momento em que se anuncia que o projecto está pronto, com as consequências que se adivinham em termos de tempo, custo do projecto e motivação da equipa de desenvolvimento.

Por outro lado muitas vezes durante o desenvolvimento dos projectos surgem problemas. Funcionalidades não tão fáceis de implementar como o previsto, especificidades que obrigam a deixar cair requisitos sob pena de a duração e o custo do projecto dispararem, imponderáveis que provocam atrasos no projecto. Se houver um contacto regular com o Cliente estes problemas podem ser comunicados mais cedo e com menor impacto junto do Cliente. Por um lado porque é o prestador de serviços que toma a iniciativa de avisar, por outro lado porque o Cliente não toma conhecimento deles quando já não há nada a fazer.

Na One Small Step estamos a dar passos no sentido de nos aproximarmos cada vez mais dos nossos Clientes. Um dos projectos internos em curso é a definição de processos de comunicação que permitam melhorar a relação entre a empresa e os Clientes. A imagem com que o Cliente fica da One Small Step e a avaliação que faz do projecto são decisivos na hora de voltar a contactar a empresa para um novo serviço, ou na hora de recomendar, ou não, a One Small Step a terceiros.

Num próximo post serão abordadas a forma e a periodicidade que esta comunicação com o Cliente pode assumir.

Comunicar com o Cliente

Os Clientes são a variável mais importante de um negócio. É a pensar neles que uma empresa desenvolve os seus produtos/serviços e define a estratégia de comunicação.

Para que essa estratégia produza resultados é preciso ter em conta que os Clientes têm necessidades diferentes e têm um valor diferente para a empresa, é por isso indispensável segmentar.

Os Clientes devem ser diferenciados de acordo com a frequência de compra, com o tipo de produtos que adquirem e com o grau de fidelização.

Após a identificação, segmentação e definição da relação que a empresa pretende com os diferentes tipos de Cliente há que escolher os meios de comunicação a utilizar.

Diferentes Clientes impõe a escolha de diferentes meios e de diferentes mensagens.

Uma empresa deve delinear uma estratégia de comunicação integrada, fazendo uso dos diversos meios para atingir os actuais e potenciais Clientes. Uma campanha multicanal, através de newsletters, emails, fax, redes sociais, sms, telemarketing é tão eficaz quanto maior for o conhecimento que a empresa detém sobre as preferências dos seus Clientes.

A empresa deve ter informação de quais os meios preferidos dos Clientes e quais os que apresentam uma melhor relação custo benefício.

Para que uma estratégia multicanal tenha sucesso impõe-se que a empresa possua uma base de dados bem definida, completa e actualizada que garanta que a comunicação feita ao Cliente é a mais adequada e que não se repete nos diversos meios de comunicação utilizados. O importante é que os diferentes meios se complementem e não apresentem repetições excessivas ao Cliente, este último tem de perceber valor nas diferentes mensagens que recebe.

As campanhas multicanal devem ser uma preocupação de todas as empresas sejam elas pequenas, médias ou grandes. Todas elas têm como principal objectivo angariar e fidelizar Clientes e por isso devem conhecê-los e comunicar com eles da forma mais eficaz.

Comunicação Visual

A representação gráfica faz parte dos sistemas de signos que o homem construiu para reter, compreender e comunicar as observações que lhe são necessárias.

A comunicação visual baseia-se na visão, na forma como percepcionamos o mundo e o que nos rodeia. O reconhecimento e potencial deste sentido já conta com uma longa história, pois era com a ajuda visual que o homem primitivo transmitia as suas mensagens, usando sinais e símbolos gráficos.
Ao longo do tempo, a forma de comunicar sofreu mutações, tanto a nível estético, moral, político ou cultural.

Crescemos habituados a ver e a descodificar mensagens em meros segundos. A cidade moderna absorve diariamente milhares de mensagens, através de cartazes, painéis de sinalização e informativos, logótipos e outras formas de arte urbana.
É através do exercício constante de descodificação que somos moldados, quase que inconscientemente, a distinguir sinais de forma automática, seja pela sua cor, configuração ou posicionamento. Temos o caso da McDonald’s e os seus famosos arcos amarelos; da CoCa-Cola e as suas “curvas” mundialmente conhecidas; da Absolut Vodka com a sua imagem centrada na garrafa; dos anúncios da Benetton que abordam questões declaradamente culturais, até à simples sinalética que vemos para identificar um hospital, zona de deficientes ou mesmo um sinal de perigo.

Este fenómeno natural e humano é permitido porque vivemos em constante comunicação, porque precisamos e porque de alguma forma já faz parte da nossa cultura. O trabalho de moldar activamente o nosso pensamento resulta da constante manipulação visual, que nos induz a acreditar e a aceitar cada símbolo como parte integrante da nossa vida.

Este é o poder do design como sub-cultura. O confronto com produtos de informação e comunicação através dos meios envolventes. A forma como uma mensagem é conduzida segundo as referências de cada linguagem e cultura visual, funcionando como ponte entre diferentes expressões ou níveis de comunicação.

O mundo das aplicações móveis

IPhone, HTC e Blackberry são nomes cada vez mais comuns para o utilizador final. Além do dispositivo em si, existem inúmeras vantagens associadas a estes devido ao crescente número de aplicações disponíveis.

Uma aplicação é um programa que corre no aparelho móvel graças ao seu sistema operativo. Uma das principais vantagens deste tipo de plataformas é que permite colocar ao dispor do utilizador ferramentas que lhe proporcionem uma melhor gestão do seu tempo e do seu negócio.

Hoje em dia, muito graças ao crescimento exponencial da Internet, é possível encontrar tarifários vantajosos que se traduzirão, quando conjugados com software capaz, numa mais valia para o cliente. Imagine as vantagens associadas à gestão da sua empresa na palma da sua mão. Mais do que responder a e-mails, poder receber ou gerar relatórios, criar uma newsletter no comboio ou enquanto está preso no trânsito, tudo em tempo real.

Coloque-se numa situação em que se desloca a uma feira onde existem centenas de stands e milhares de visitantes. Agora imagine que lhe é disponibilizada uma aplicação que após instalação lhe permite ter um mapa na palma da sua mão com todas as indicações possíveis e imaginárias, nomes e direcções para ir até determinado stand, hora e resumo de eventos, tudo à distância de um clique!

Enquanto programador encaro estes exemplos como uma pequena amostra das potencialidades destes dispositivos e das aplicações para eles criadas, preparando-me no dia-a-dia para as necessidades dos clientes e da empresa.
Num mundo em constante evolução, onde se assiste todos os dias ao lançamento de novos produtos (como o iPad, por exemplo), penso ser importante abranger o maior leque de opções possíveis, sobretudo quando todas estão relacionadas com o mundo da Internet.

Assim sendo, ao se apostar na formação dos colaboradores consegue-se uma empresa com conhecimento, capaz de prestar um serviço cada vez melhor aos seus clientes.

O conteúdo faz a diferença

Um dos aspectos determinantes para o sucesso de um website é a qualidade dos seus conteúdos, nomeadamente dos seus textos.

Ao certo ninguém sabe qual o método pelo qual os motores de pesquisa classificam os websites. Sabemos que o SEO (Search Engine Optimization) é uma parte importante dessa equação, mas facilmente percebemos que há outros aspectos que podem influenciar de forma significativa a posição de um determinado website na pesquisa natural.

Os textos são um desses elementos que podem contribuir para obter um bom posicionamento nas pesquisas e assim melhorar o Page Rank da sua página.
Mas não se trata apenas de ganhar visibilidade, é necessário fidelizar os leitores e para tal é fundamental que o que se escreve seja relevante e se possível original.
Alguém que consegue passar para o seu website os seus valores, ambições e ideais está também a torná-lo “pessoal” e único.
Isto leva a que o leitor se identifique com o produto ou serviço e aprenda a respeitá-lo e a segui-lo.

É aconselhável que os textos do seu website sejam elaborados por um profissional que conheça as necessidades de SEO (Search Engine Optimization) e tenha em atenção as particularidades deste, mas que consiga também passar a sua mensagem de forma interessante, sucinta e objectiva.

Para que os textos do seu website funcionem de forma adequada deve ter em atenção o seguinte:
- Deve actualizá-los 2 a 3 vezes por mês.
- Evitar tanto quanto possível os erros ortográficos.
- Escrever parágrafos curtos, no máximo com 3 a 4 frases.
- Construir frases curtas, com pouco mais de dez palavras.
- Utilizar listas, seja com bullets ou com números.
- Dar especial atenção à relevância do conteúdo, o mesmo é dizer que o texto deve conter várias palavras relacionadas com as keywords que o leitor pesquisa.

A maioria dos leitores quando confrontados com um texto de fraca qualidade ou sem a informação que lhe interessa fecha a página e procura o que pretende noutro website. E assim poderá perder um potencial Cliente.