Publicado por Catarina Acúrcio | 25 de Janeiro de 2010
Com a constante aceleração ao nível industrial e global, a identidade comunicacional tem vindo a ter um papel cada vez mais importante. A imagem das empresas tem sofrido alterações e evoluções imprescindíveis ao seu crescimento.

No geral, a comunicação resumia-se a uma mensagem persuasiva das vantagens de um determinado produto ou serviço mas com o crescente protagonismo das entidades e variedade de produtos no mercado, as empresas tiveram de mudar a sua estratégia comunicacional.
Entidades cuja imagem resultava de forma espontânea e passiva são agora intencionais e manipuladas conscientemente.

Criar uma identidade é definir características e objectivos acerca de uma empresa em função do contexto social em que esta se integra. Os ingredientes fundamentais excedem a representação visual, é preciso gerir e traçar estratégias de identificação institucional, garantindo a interacção da produção com a comunicação.

As diferentes formas de design são preponderantes no planeamento da identificação institucional. Este processo é constituído por um sistema de mensagens distribuídas por vários níveis de criação: nome, logótipo, sistemas de identificação visual e sistema cinemático/tridimensional.

Por norma o nome aparece como o primeiro plano de individualização institucional, sendo o logótipo a versão gráfica que reforça a sua individualidade e lhe confere novos significados.

Este é o elemento que deve ser pensado para ser imediatamente reconhecido e, como tal, deve apresentar marcas de clareza e simplicidade. Desde a concepção tipográfica à composição cromática o objectivo principal deve ser o elo de ligação com a empresa.
Mais importante do que uma boa representação é o facto de se transformar num fenómeno exterior perceptível e adquirir uma função identificadora única e poderosa face a todas as outras.
Publicado por Ricardo Lage | 19 de Janeiro de 2010
Um CMS (Content Management System), ou gestor de conteúdos, é uma ferramenta que permite a gestão dos conteúdos de um website e, em alguns casos, a gestão da sua estrutura.

Existem diversos CMS no mundo da Internet criados para facilitar o processo de manutenção de um website, levando a que o que antes era contratado a uma empresa possa agora ser feito por qualquer pessoa que, mesmo com poucos conhecimentos informáticos ou do universo Web, se torna capaz de manter um website actualizado.

Com tantos CMS à disposição é necessário escolher um que se adapte às necessidades de cada pessoa. Existem soluções fechadas (pagas) e soluções opensource (livres). Embora muito utilizados no mundo Web, cada um tem as suas limitações, por exemplo ao nível do design, da segurança, dos serviços que disponibilizam ou da optimização para motores de busca (SEO).

Por outro lado, cada pessoa pode ter um CMS feito à medida das suas necessidades, o que muitas vezes demonstra ser uma opção mais acertada, pois permite uma gestão igualmente eficiente dos conteúdos, um design mais cuidado e o SEO funcional, tudo isto sem correr riscos de segurança desnecessários.

Pode-se sempre optar por um website sem gestão de conteúdos. Um plano de manutenção que permite actualizar o site conforme as necessidades de cada um, sem ter que suportar o custo de desenvolvimento do CMS ou da sua adaptação.

Em suma, antes de se optar por qualquer uma das soluções apresentadas, deve-se efectuar um levantamento de quais as necessidades do website, como por exemplo a frequência com que será actualizado, quantas pessoas farão a sua manutenção, se as suas páginas serão optimizadas para motores de busca e quanto se está disposto a investir.
Publicado por Jorge Mendes | 6 de Janeiro de 2010
Embora seja uma preocupação permanente, no iníco de cada ano prestamos especial atenção a toda a informação que nos ajude a perceber quais serão as novidades nas nossas áreas de actuação.
Como empresa de prestação de serviços na área do Web Design a One Small Step procura utilizar soluções, linguagens de programação e elementos de design que imprimam aos seus projectos um carácter inovador.

Abranger num único post os inúmeros elementos que compõem um website tornaria este texto mais extenso do que seria desejável pelo que, para já, me vou focar apenas num dos elementos mais importantes do design de um website, o Menu de Navegação. Por funcionarem como porta de entrada para os conteúdos e por habitualmente ocuparem a posição de maior destaque, os menus são geralmente alvo de particular atenção sempre que se cria uma nova interface.

Segundo os sites da especialidade, este ano vamos passar a ver com mais frequência menus onde se pretende criar a ilusão de profundidade, simulando elementos tridimensionais, recorrendo a sombras e volumes para alcançar esse efeito.

Embora já seja frequente ver items de menu que recordam os balões da banda-desenhada, estes vão surgir também em maior número e nos mais diversos formatos, redondos, quadrados com cantos arredondados ou mesmo com formas irregulares.

Com o incremento da velocidade dos serviços de acesso à internet aumenta a liberdade de criação e surgem elementos mais complexos e pesados. Apesar da preocupação em desenvolver websites rápidos se manter esta já não tem as restrições de à uns anos atrás. Talvez por isso o número de websites que utilizam icons associados aos botões de menu tenha vindo a aumentar. Durante o corrente ano vamos passar a ver mais exemplos da utilização destes icons com o objectivo de facilitar a navegação, uma vez que estes ajudam o utilizador a identificar rapidamente e de forma intuitiva aquilo que procura dentro de determinado website.

Com as funcionalidades que o javascript introduziu tornou-se mais fácil animar botões e outros elementos recorrendo apenas a código. Em vez de utilizar elementos criados em Flash será também, cada vez mais, usual ver estes elementos animados com programação.

Como a maioria dos websites têm geralmente formas rectilínias e obedecem a uma estrutura ordenada, o recurso a formas irregulares e diferentes para cada botão de menu permite quebrar esta monotonia produzindo resultados menos estáticos ou rígidos.

À semelhança das formas irregulares também os cantos arredondados vão continuar a ser muito utilizados, porque tal como os primeiros quebram a monotonia e rigidez das grelhas utilizadas para estruturar os websites e simultaneamente reforçam a ideia de botão, o que leva o utilizador a clicar.

Por fim, cada vez mais designers recorrem a soluções que simulam o passar de página de uma revista recorrendo a setas ou números, para avançar, retroceder ou saltar directamente para a página ou conteúdo que pretendemos visualizar em vez de lhe atribuir um botão com o nome da área.
2010
2009