Publicado por Fernando Pina | 21 de Dezembro de 2009
Quando uma empresa quer contratar um novo colaborador a dúvida instala-se... Será melhor contratar um recém-licenciado inexperiente e com (quase) toda a curva de aprendizagem à sua frente ou alguém experiente que assegure um retorno mais imediato? À primeira vista a resposta parece óbvia... Porquê correr riscos? Um colaborador com experiência é sem dúvida a melhor opção. Será?

Um recém-licenciado apresenta algumas características difíceis de encontrar em alguém mais velho e que podem compensar a sua falta de experiência. Para começar um recém-licenciado não tem maus hábitos nem vícios profissionais e pode ser mais facilmente moldado à cultura da empresa; um recém-licenciado tem a cabeça cheia de novas ideias, novos conhecimentos, novos métodos de trabalho que podem contribuir e muito para o sucesso da empresa; para um recém-licenciado as novas tecnologias não são nem um mistério nem uma ameaça... são o seu dia-a-dia e um recém-licenciado pode ser o motor da modernização da empresa. E como se não bastasse um recém-licenciado traz para o seu local de trabalho um entusiasmo e uma vontade de vencer que são muitas vezes contagiantes e que dão uma nova alma à equipa de colaboradores.

Será que tudo isto é suficiente para compensar a inexperiência, a imaturidade profissional e a constante necessidade de orientação? Não há resposta certa a esta questão. Mas eu acho que é. Provavelmente ainda estou influenciado pelo sentimento de frustração que me invadia, primeiro enquanto recém-licenciado e mais tarde enquanto sócio da recém-criada One Small Step, quando me via serem negadas oportunidades por falta de experiência. Eu acho os recém-licenciados uma boa aposta. Acho que são a melhor aposta para uma empresa que se queira moderna e inovadora. E nas áreas de actuação da One Small Step modernidade e inovação significam sucesso!


Publicado por Vera Libânio | 14 de Dezembro de 2009
A presença de empresas nas Redes Sociais tem crescido de forma exponencial.
As redes sociais como o Facebook, Twitter, Youtube, Linkedin surgem como um novo canal de comunicação à disposição das empresas permitindo uma interacção com o Cliente muito superior à de qualquer outro meio de comunicação. A tendência será para que seja, cada vez mais, o Cliente a ditar as “regras do jogo” e por isso é indiscutível a importância da relação One-to-One proporcionada pelo fenómeno do Social Media Marketing.
Se não há dúvidas quanto a este assunto, o investimento por parte das empresas é crescente, o mesmo não acontece quanto ao investimento nas Redes Sociais Internas.
Esta questão suscita algumas dúvidas nos decisores das empresas que, ao considerarem as Redes Sociais Internas como uma ameaça quando o correcto seria vê-las como uma oportunidade, têm como principal receio a queda de produtividade por parte dos colaboradores.
Actualmente, e perante a crescente evolução do mercado empresarial, o valor das empresas passa essencialmente pela sua capacidade de inovar e é necessário que os decisores percebam o potencial dos seus colaboradores como fonte de conhecimento e criatividade.
Quem melhor para ter ideias sobre um negócio do que as pessoas que o conhecem e que se envolvem nele diariamente?
Ao apostarem em Redes Sociais Internas as empresas fomentam a inteligência colectiva, possibilitam uma maior ligação entre as pessoas, a aglomeração de ideias vindas de diferentes fontes e uma maior cooperação empresarial.
As Redes Sociais Internas melhoram a comunicação interna, permitem a partilha de conhecimento e potenciam o aparecimento da inovação. Com uma participação mais activa dentro das questões da empresa os colaboradores vão sentir que as suas ideias são tidas em conta e que podem ser expostas livremente, criando um vínculo mais forte e positivo com a cultura empresarial.
Todos estes factores contribuem para contrapor a ideia pré-concebida de alguns gestores de que as Redes Sociais Internas são uma ameaça para o negócio. Pelo contrário, elas são um meio de potenciar o seu crescimento.
Publicado por Catarina Acúrcio | 7 de Dezembro de 2009
Esta é uma questão que parece perdurar. É claro que existem vários pontos de vista e divergências de pensamento de acção, mas serão os designers tão diferentes dos programadores?

Ambos procuram soluções para uma significante e eficiente forma de comunicação, mas mesmo sabendo que são ambos parte integrante do sucesso, parece que às vezes não se entendem.
É como se o trabalho de um fosse mais importante que o do outro e quando isso acontece não se respeitam e entram em conflito.

O elemento essencial é a comunicação. Na área de web design é importante que o designer conheça e compreenda as bases de trabalho de um programador e vice-versa.

A forma não é inimiga da funcionalidade, na verdade elas trabalham juntas. Não é possível transmitir mensagens através de frases sem verbos, e para responder às necessidades dos utilizadores é necessário perceber como reagem.

Se fizermos esse exercício chegamos à conclusão que existem as primeiras impressões, sendo estas facultadas pela linguagem visual, e que existe a fluidez de procura-resposta que o utilizador deve encontrar, facultada pela função.

Existe natural colaboração e suporte entre as duas áreas, sendo que é importante que estas se envolvam desde o início do processo de criação e concepção até ao produto final, respeitando sempre o conhecimento e experiência de cada um. Quando isso acontece os designers deixam de afirmar que os programadores não se importam esteticamente com a forma, e os programadores deixam de pensar nos designers como destruidores da funcionalidade.

Na realidade, designers e programadores debatem-se com as mesmas questões e para as resolverem têm de trabalhar em equipa. Os objectivos são os mesmos, criar estruturas e elementos de comunicação e interpretação claros, expressivos e únicos que respondam às necessidades dos utilizadores.
Publicado por Ricardo Lage | 1 de Dezembro de 2009
Num mundo em constante evolução não é de estranhar que todos os dias surjam novas ideias, novos conceitos e novos serviços.

Ter uma página na internet é hoje em dia tão importante como ter a porta da loja aberta. Mas é possível ir mais além. Com o aumento das funcionalidades dos telemóveis e com serviços e preços cada vez mais atractivos criam-se oportunidades de negócio.

Neste momento assiste-se a uma revolução no mundo móvel. Em pouco mais de um ano criaram-se serviços gratuitos de acesso à internet, como o acesso às redes sociais, criaram-se tarifários que permitem aceder ao mundo Web sem custos adicionais e a concorrência entre prestadores de serviços só faz antever mais tarifários e serviços vantajosos para o cliente.

Exemplo disso foi o anúncio efectuado no passado dia 28 de Novembro por Zeinal Bava, presidente executivo da Portugal Telecom, sobre o investimento da PT nas redes móveis de quarta geração que tornarão as ligações à internet através do telemóvel até 20 vezes mais rápidas.

Ora, com o aumento do número de clientes no mundo da internet móvel, como se traduzirá isso em vantagens para uma empresa? Imagine esta situação:

Em viagem, um potencial cliente que precisa de um novo apartamento repara na placa da sua imobiliária. Imediatamente ele acede à internet através do seu telemóvel para saber o valor, ver fotografias e, possivelmente, marcar uma visita.

Este é apenas um exemplo do potencial da internet móvel.

Mas não chega copiar o site institucional da empresa. É preciso adaptá-lo ou mesmo fazer um novo, considerando algumas limitações da navegação por telemóvel. É necessário também perceber as necessidades do cliente, e quais os serviços que produzem resultados para a empresa. Em quatro passos, perceber o problema, encontrar a solução, estudar o mercado e partir para a criação do site.

Tendo em vista o futuro, a One Small Step dá mais um pequeno passo e apresenta o seu novo site mobile: mobile.onesmallstep.pt
2010
2009