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Publicado por Vera Libânio | 6 de Setembro de 2010
O marketing não se aplica apenas a produtos e serviços mas também às pessoas.
Tal como uma estratégia de marketing tradicional para um produto ou serviço a estratégia de marketing pessoal passa por uma análise da situação actual, interna e externa (análise SWOT), e pela definição de objectivos e acções a implementar para atingir os mesmos.
De forma a definirmos a nossa estratégia de marketing pessoal devemos passar por um conhecimento de quem somos, das nossas forças e fraquezas, de como os outros nos vêem, de onde estamos, para onde queremos ir e como fazê-lo.
Assim como as empresas, também nós pessoas, temos uma missão, valores e políticas de actuação na sociedade. No meio em que vivemos e trabalhamos existem oportunidades e ameaças e por isso é necessário que a nossa existência no mundo não seja vivida ao acaso mas tenha objectivos definidos, acções planeadas e resultados positivos.
Tomar consciência das nossas competências, saber o que exigem os diferentes contextos em que actuamos diariamente e qual a melhor forma de promover as nossas mais-valias em cada um deles é resultado de uma boa estratégia de marketing pessoal.
Um bom exemplo da necessidade de planear as acções de marketing pessoal são as redes sociais, estas são óptimas para a pessoa se dar a conhecer e promover mas são também perigosas se o indivíduo não souber exactamente como o deve fazer. Colocar fotos menos próprias ou informação desadequada pode destruir a imagem que os outros têm de nós.
Muitas são já as empresas que procuram os seus futuros colaboradores através das redes sociais e os candidatos mesmo sem saberem estão a ser analisados pelo que escreveram em blogs ou comentaram no Facebook.
Num ambiente cada vez mais competitivo é de extrema importância que a forma como nos promovemos na sociedade seja organizada, planeada e controlada por nós. Temos de nos saber posicionar na vida pessoal e profissional para alcançar o sucesso.
Publicado por Catarina Acúrcio | 30 de Agosto de 2010
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Esta exposição procura mostrar "as visões" dos designers portugueses nas categorias de design gráfico e de produto deste 1999 até 2009. Revolution 99-09 apresenta projectos e conceitos originais que fizeram parte da nossa revolução nos últimos 10 anos, celebrando o dinamismo e vivacidade do design português.
Observam-se mais do que apenas palavras e imagens. São referências temporais e de autor. São as nossas referências culturais que fazem parte da nossa afirmação nacional, mas que acima de tudo comunicam ao nível global e nos colocam no panorama internacional.
Com mais de 420 peças de 70 designers e estúdios, esta "viagem" pelo universo nacional aborda a forma como as linguagens gráficas nativas se foram entranhando no nosso dia-a-dia e propõe abrir caminho à reflexão dessas mesmas linguagens. O que há uns anos atrás não tinha a visibilidade merecida faz agora parte da nossa tradição.
São dois os pisos onde se dividem as duas categorias presentes. Na área de design gráfico são apresentadas peças de vários formatos e contextos, entre cartazes, convites, brochuras e exemplos de design editorial (peças de grande distribuição), até ao design de fontes e packaging. Na área de design de produto são apresentados vários projectos de diversos materiais e escalas, que se destacam pela sua concepção e inspiração.
Esta exposição de entrada gratuita, organizada pela ExperimentaDesign, permanece até dia 5 de Setembro no Palácio Quintela (Rua do Alecrim, Chiado). Sobram-lhe ainda alguns dias...experimente.
Informações Adicionais
01 - Entrada
02 - Flúor (EXD'03 Convite VIP - 2003)
03 - Nuno Coelho (Flyers Compact Discothèque - 2003/2007)
04 - Musa Worklab (Musabook the pack flyers e postais - 2005)
05 - Martino & Jaña (Jornal Guimarães Jazz - 2008)
06 - Pacifica (Boletim Daily News Offf - 2009)
07 - Pacifica (Cartaz TED X - 2009)
08 - Geral
Publicado por Ricardo Lage | 23 de Agosto de 2010
A utilização da Internet móvel é cada vez mais uma realidade difícil de ignorar. E nesta corrida não há tempo a perder.
eBay e Amazon são dois exemplos de empresas de comércio electrónico que lideram no universo móvel, gerando anualmente milhares de milhões em negócios efectuados através de dispositivos móveis.
Num estudo efectuado recentemente pela Adobe, dedicado ao comércio electrónico, verificou-se que as empresas estão cada vez mais a investir neste mercado.
Segundo o primeiro estudo criado pela empresa sobre comércio móvel, o Adobe Scene7 Mobile Commerce conclui que 80% das empresas já têm ou pretendem ter um site móvel contra 8% que preferem investir em aplicações para download. Outra conclusão refere que as promoções obtiveram 75% das preferências das empresas como estratégia de negócio a adoptar.
Nos Estados Unidos, por exemplo, o número de telemóveis vendidos não pára de crescer e, embora o número de minutos gastos em chamadas tenha estagnado, o número de acessos à Internet não pára de aumentar.
Outros dados apontam para um crescimento constante nos próximos anos, o que levará a que em 2020 os acessos à Internet sejam feitos maioritariamente através de dispositivos móveis.
Enquanto Cliente poderia pensar que o número de pessoas que irão aceder ao meu site não compensaria o investimento! Talvez. A verdade é que ainda há muito trabalho pela frente até que a Internet móvel ultrapasse o número de visitas através do computador de casa, mas os dados disponíveis actualmente indicam que um investimento nesta fase pode representar uma vitória. Quer pelo retorno financeiro, quer pelas quotas de mercado que se atingem. Um novo segmento de mercado estará disponível e os primeiros a chegar terão uma clara vantagem.
Do meu ponto de vista, a visibilidade é dos pontos mais importantes para qualquer negócio e não há maior visibilidade do que estar na palma da mão do Cliente final.
Entre nesta corrida.
Estudo Adobe Scene7 2010 Mobile Commerce Survey
Estudo The Future of the Internet III
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